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Palavra do leitor

Levantei cedo hoje, 02.11.2016, como se fosse um dia normal, como todos os outros, desde que me aposentei; há dias em que pergunto: "Que dia é hoje: segunda, terça, quarta (...)?"

Os meus dias são todos iguais porque a rotina é a mesma, desde que vim para casa: levantar, proceder a higiene pessoal, fazer o desjejum, ler muito [cerca de 3 ou mais horas], almoçar, cochilar, ler, escrever [mentalmente para depois passar a limpo!] – à noite assistir o noticiário da TV e, depois, TV Cultura [programas ótimos].

Hoje, todavia, bati o olho no jornal e vi: "ABRE E FECHA EM SP: - Bancos não abrem – Parques normal – Hospitais normal – Correios não abrem – Shoppings (lojas) 14 às 20 horas, alimentação 11 às 23 horas" (sic).

Feriado? Perguntei-me! Sim, dia de finados. Tive, imediatamente, a confirmação de que deveria, nesta semana, dissertar sobre a morte que está rondando meus queridos [vide meu texto "Onde está, ó morte, a tua vitória?"].

Não gosto desse assunto! Não que eu tenha medo da morte, não! Ela, todavia, se aproxima e eu, como o Apóstolo Paulo, penso: "Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro" (Fp 1 21).

Lucro sim! Lucro porque vou encontrar com Ele nas moradas do Altíssimo, nas moradas que Ele foi preparar-me, conforme prometeu (Jo. 14 1-3).

É aí que penso no título deste texto: "O túmulo está vazio"; está vazio porque o Senhor Jesus ressuscitou; está vazio porque as pessoas que faleceram não estão lá, naquela urna, nem estão naquela cova; quando deram o "último suspiro", alma/espírito se retiraram daqueles corpos [matéria] e, se as pessoas eram convertidas ao Senhor Jesus, foram ter com Ele imediatamente, em questão de segundos.

A vida não está no corpo, que é matéria corruptível; a vida é a alma, e esta não está sob o chão frio [contaminado] de um cemitério, subiu e foi habitar na presença de Deus eternamente – cito, sempre, como exemplo, a morte de um dos ladrões que, também, esteve na cruz, e logo após a sua conversão ao Senhor Jesus, o Filho de Deus disse:

"Em verdade te digo que HOJE estarás comigo no Paraíso" (Lc. 23 43).

Então, para mim, mas respeito a crença alheia, não faz sentido visitar e enfeitar túmulos; nada mais há ali, a matéria se desfez; a última morada não é naquele lugar, é na glória, ao lado do Senhor Jesus, na presença do Deus eterno, para o que a alma se desprende da matéria, repito, em questão de segundos e vai gozar a promessa de Deus, só assim cumprida. É necessário morrer para viver a vida eterna.

É, finalmente, alcançada a salvação eterna, definitiva, independente de preces, de rezas, de orações dos que ficam – a salvação é pessoal e dependente da vontade, em vida, de cada um em aceitar/receber, ou não, o Senhor Jesus no coração (Jo. 1 12).

O próprio Senhor Jesus afirmou: "Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (Jo 3 17-18).

"En passant", o Papa, há três ou quatro dias, recomendou ao seu rebanho que as cinzas, no caso de cremação, não sejam soltas na natureza, mas sim depositadas em "terra santa" [cemitério ou igreja].

"Concessa venia", mas não há terra santa, o mundo se corrompeu junto com o [e pelo] ser humano [vide meu artigo anterior "Corações corruptos"] e a própria Palavra de Deus afirma que "Sabemos que somos de Deus e o mundo inteiro jaz no maligno" (I Jo. 5 19).

A respeito, ainda, da cremação muitos são contrários a ela tendo em vista a "futura ressurreição"; novamente, "data venia", mas a ressurreição independe do estado da matéria - se sepultada se decompõe, vira pó – se cremada vira cinza – se afogada/não encontrada, nos fundos dos mares, é devorada por seres marinhos.

A ressurreição de novos corpos, incorruptíveis, independe da matéria pecadora que se desfez de alguma maneira.

Temos que cuidar, em vida, da alma, pois esta sim irá ou não para a presença eterna diante de Deus.

Lembro, ainda, sobre o costume de visitar tumbas vazias, que os mortos não interagem [não se comunicam] com os vivos; diz a Palavra de Deus:

"E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós" (Lc. 16 26);

e, ainda, afirma a Sagrada Escritura, sobre a impossibilidade dos mortos voltarem:

"E, assim, como aos homens está ordenado morrerem UMA SÓ VEZ, vindo, depois disto o juízo" (Hb. 9 27).

É hora, então, de cuidar da salvação de nossas almas, aceitando e recebendo o Senhor Jesus em nossos corações para sermos admitidos na família de Deus conforme ensinou o Senhor Jesus:

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (Jo. 1 12-13).

Pense nisso!
São Paulo - SP
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