Falamos muito sobre oração, mas a verdade é que a trajetória cotidiana das igrejas locais ainda patina entre o discurso e a prática, o compromisso e o legalismo, a compreensão e a fantasia. E nos perdemos em meio à precariedade do hábito e a necessidade fundamental de uma amizade profunda e íntima com Deus.
A solução talvez seja olhar atentamente para o relacionamento entre o Filho e o Pai. Tão real ao ponto de Jesus declarar: “eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). A identidade única da Trindade era a condição existencial para legitimar a oração de Jesus. Ele caminhava com o Pai assim como caminhava com os homens. Sem dicotomias, sem verniz religioso.
A próxima edição da revista Ultimato (nº 336), que segue para a gráfica nesta semana, traz nove páginas recheadas de reflexões sobre o tema. A manchete é “Deus espera por nossas orações!”
A revista também traz reflexões de Paul Freston, Valdir Steuernagel e Ricardo Barbosa sobre a morte, ocorrida em 26 de fevereiro, do nosso mais antigo colunista, o bispo anglicano Robinson Cavalcanti.
Em breve a revista Ultimato nº 336 seguirá o caminho da sua casa.