
Missionários e heróis se confundem. Às vezes porque os vemos pouco, como que saídos de alguma caverna ou cabine telefônica. Outras porque falam de um mundo um tanto estranho e, principalmente, porque parecem ter a mesma profissão: perigo.
Aliás, viver perigosamente é algo que missionários e heróis têm em comum. No entanto, nunca vimos um membro da
Liga da Justiça falando de frustrações ou sofrimento. Em geral os super-heróis, casados ou solteiros, se adaptam a qualquer contexto, fazem tudo sozinhos e riem por último. Com os missionários não é assim.
Missionários voltam para casa, para suas igrejas, às vezes antes de terminarem a missão. É disso que trata o lançamento
Missionários Feridos -- como cuidar dos que servem, da Editora Ultimato.
Escrito por quem sabe do que está falando,
Missionários Feridos mostra por que as igrejas precisam ouvir e conhecer melhor seus missionários. É ao mesmo tempo um clamor daqueles que servem em contextos de sofrimento e um instrumento para a resposta das igrejas aos que cuidam ou cuidaram de muitos.
Marcos BontempoLeia o livro•
Missionários Feridos, Antonia Leonora van der Meer