Opinião
23 de abril de 2014- Visualizações: 3328
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Quando leio...
Não sei muito bem quando começou, mas suspeito que tenha sido ao ouvir as primeiras histórias da Bíblia no quarto de dormir, nas últimas horas da noite, ou quem sabe nas primeiras idas à Escola Dominical. O fato é que desde muito cedo criei gosto pela leitura. Primeiro, as leituras feitas por minha mãe, por meu avô, gente simples que me anunciava um mundo a ser conhecido e desvendado. Depois, as leituras feitas na escola e em casa, as memórias de um sargento de milícia, os livros de história, Tiradentes e a corda amarrada ao pescoço, Jesus e suas histórias deliciosamente repetidas em quatro evangelhos que coloriram minha fé e minha imaginação com força indelével superior ao tecnicolor. Mais tarde, na adolescência e juventude encontrei amigos para os quais a leitura era alimento para a mente e a alma, e com eles descobri Edgar Allan Poe e suas histórias de mistério, Dostoiévski e as suas recordações da casa dos mortos, e a lista não tem fim.-- Continue lendo este texto no blog do Gladir Cabral.
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