Opinião
11 de março de 2020- Visualizações: 6189
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Entrevista com Deus e Um Lindo Dia na Vizinhança: Deus no cinema
Por Oséas Heckert
Deus tem falado “polymeros kai polytropos” (i.e., muitas vezes e de muitas maneiras), ou seja, na linguagem de hoje, Deus é multimídia. E nos últimos dias, Deus tem me falado através da sétima arte, particularmente através de dois roteiros baseados em entrevistas conduzidas por jornalistas.
>> Conheça os livros Cinema e Fé Cristã e Engolidos Pela Cultura Pop
Leia mais
» Dois Papas: justos e pecadores
» Para que serve o cinema?
[CONTÉM SPOILER]
Deus tem falado “polymeros kai polytropos” (i.e., muitas vezes e de muitas maneiras), ou seja, na linguagem de hoje, Deus é multimídia. E nos últimos dias, Deus tem me falado através da sétima arte, particularmente através de dois roteiros baseados em entrevistas conduzidas por jornalistas.Num deles, Entrevista com Deus (An Interview With God), o jornalista cristão Paul Asher (Brenton Thwaites) entrevista o próprio Deus (David Strathairn). Na trama, Deus responde às perguntas com perguntas provocadoras, que ao final ajudam Paul a resolver uma crise familiar, ensinando-o sobre o perdão. Uma produção sem grandes ambições, mas com diálogos bem interessantes sobre questões transcendentais.
No outro, Um Lindo Dia na Vizinhança (A Beautiful Day in the Neighborhood), o entrevistado é Fred Rogers (Tom Hanks), o criador de Mister Rogers" Neighborhood. Este programa infantil, que esteve no ar de 1968 a 2001 (895 episódios) numa rede de TV americana, focava no desenvolvimento psicossocial de crianças em idade pré-escolar, com base em princípios morais e valores cristãos.
Fred Rogers graduou-se no seminário teológico de Pittsburgh, mas foi um ministro presbiteriano cuja paróquia era formada por seus telespectadores. Rogers tinha também uma graduação “summa cum laude” em música, e foi compositor de várias (+200) canções educativas que conquistaram um público mais amplo.
O jornalista entrevistador Tom Junod afirmou que seu encontro com Rogers mudou sua perspectiva de vida. No roteiro, Junod é representado pelo personagem Lloyd Vogel (Matthew Rhys). Vogel carregava uma relação conflituosa com o pai, e durante as entrevistas aprendeu com Rogers a força do perdão. A matéria de Junod (Can You Say… “Hero”?) foi publicada na Esquire (Nov 1, 1998).
Esses dois filmes ajudaram-me a aprofundar meu mergulho no sentido da vida, na busca por oportunidades de vida plena a partir do perdão (ou seria, ganhão?), ao acolher a graça de Deus, e de assimilar e compartilhar sua visão misericordiosa em direção ao “outro”.
• Oséas Heckert é consultor de empresas e “aprendiz de poeta, ainda que tarde”. Escreve para www.antropogogia.net.
>> Conheça os livros Cinema e Fé Cristã e Engolidos Pela Cultura Pop
Leia mais
» Dois Papas: justos e pecadores
» Para que serve o cinema?
11 de março de 2020- Visualizações: 6189
comente!- +A
- -A
-
compartilhar

Leia mais em Opinião
Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
- + vendidos
- + vistos
Revista Ultimato
Oramos para que Deus faça aquilo que so Deus pode fazer.
Ricardo Barbosa
(31)3611 8500
(31)99437 0043
Eventos musicais que você não pode perder em 2015
Há esperança para o Brasil?
Uma lista extraordinária para 2017
HEREGES E HERESIAS -- ouso redefinir o conceito de heresia, por Ricardo Gondim 






