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16 de novembro de 2020- Visualizações: 10216
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Tudo o que Deus faz tem endereço
Por Ultimatoonline
A frase que dá título à essa prateleira é parte da experiência e da abordagem bíblica de O Deus da Justiça e a Justiça de Deus, uma seleção preciosa de textos e autores que abraçam as Escrituras à procura de “todo o conselho de Deus”, com um ministério comum: a busca pela justiça.
Em "Justiça Generosa", Timothy Keller afirma que “Deus ama e defende quem tem menos poder econômico e social”. Keller também aponta a justiça – o mishpat – como “cuidar da causa dos órfãos, das viúvas, dos estrangeiros e dos pobres – conhecidos como o ‘quarteto da vulnerabilidade’”, e esse quarteto “abrangeria refugiados, trabalhadores imigrantes, os sem-teto e os muitos idosos e pais/mães que cuidam sozinhos dos filhos”.
É preciso reconhecer, no entanto, que nos afastamos das palavras de Jesus: “Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça” (Mt 6.33). A desigualdade, a discriminação, o gemido da natureza ou a dor do outro provocam mais divisão do que compaixão ou ações concretas no meio da igreja.
Nenhuma novidade. O livro de Miqueias é ainda mais explícito:
Os piedosos desapareceram do país; não há um justo sequer. Todos estão à espreita para derramar sangue; cada um caça seu irmão com um laço. Com as mãos prontas para fazer o mal, o governante exige presentes, o juiz aceita suborno, os poderosos impõem o que querem; todos tramam em conjunto. (Mq 7.2-3)
O Deus da Justiça e a Justiça de Deus celebra e reafirma a centralidade do mishpat no ministério de Jesus e da sua igreja. As ferramentas e experiências aqui compartilhadas carregam um compromisso de obediência (Mt 22.37-40) e de oração: “venha o teu reino; seja feita a tua vontade assim na terra como nos céus” (Mt 6.10).
A frase que dá título à essa prateleira é parte da experiência e da abordagem bíblica de O Deus da Justiça e a Justiça de Deus, uma seleção preciosa de textos e autores que abraçam as Escrituras à procura de “todo o conselho de Deus”, com um ministério comum: a busca pela justiça.
Em "Justiça Generosa", Timothy Keller afirma que “Deus ama e defende quem tem menos poder econômico e social”. Keller também aponta a justiça – o mishpat – como “cuidar da causa dos órfãos, das viúvas, dos estrangeiros e dos pobres – conhecidos como o ‘quarteto da vulnerabilidade’”, e esse quarteto “abrangeria refugiados, trabalhadores imigrantes, os sem-teto e os muitos idosos e pais/mães que cuidam sozinhos dos filhos”.É preciso reconhecer, no entanto, que nos afastamos das palavras de Jesus: “Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça” (Mt 6.33). A desigualdade, a discriminação, o gemido da natureza ou a dor do outro provocam mais divisão do que compaixão ou ações concretas no meio da igreja.
Nenhuma novidade. O livro de Miqueias é ainda mais explícito:
Os piedosos desapareceram do país; não há um justo sequer. Todos estão à espreita para derramar sangue; cada um caça seu irmão com um laço. Com as mãos prontas para fazer o mal, o governante exige presentes, o juiz aceita suborno, os poderosos impõem o que querem; todos tramam em conjunto. (Mq 7.2-3)
O Deus da Justiça e a Justiça de Deus celebra e reafirma a centralidade do mishpat no ministério de Jesus e da sua igreja. As ferramentas e experiências aqui compartilhadas carregam um compromisso de obediência (Mt 22.37-40) e de oração: “venha o teu reino; seja feita a tua vontade assim na terra como nos céus” (Mt 6.10).
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