Notícias
05 de outubro de 2011- Visualizações: 2799
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Mobilizações nacionais e estaduais marcam Jornada Nacional pela Reforma Urbana
(Adital) "Para o Brasil Avançar, Reforma Urbana Já!”. É com esse lema que integrantes de movimentos e organizações sociais ligadas à moradia e à reforma urbana realizam manifestações em vários estados brasileiros. Dando continuidade às ações da Jornada Nacional de Luta pela Reforma Urbana, iniciada nesta segunda-feira (3), membros do Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU) estão hoje em Brasília para entregar uma série de demandas dos movimentos ao Governo Federal.
De acordo com José de Abraão, coordenador da União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior, a Jornada tem o objetivo de "acabar com as burocracias da Caixa [Econômica Federal] para viabilizar o Programa Minha Casa, Minha Vida”. Além disso, segundo o Fórum, os movimentos ainda querem discutir temas como: participação popular nas políticas urbanas, andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e remoções e despejos por conta da Copa do Mundo.
Abraão destaca que a intenção do FNRU é conversar com os Ministérios e com a Caixa Econômica Federal para encontrar maneiras de desburocratizar o Programa, principalmente para as famílias de baixa renda. De acordo com ele, a burocracia dificulta o acesso, principalmente de pessoas entre zero e três salários mínimos, à casa. "Quem mais precisa da moradia fica de fora”, comenta.
As ações da Jornada já começaram em vários estados brasileiros. Em São Paulo, por exemplo, as mobilizações iniciaram na madrugada desta segunda-feira (3) com a ocupação de um imóvel do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), localizado no Centro. Na madrugada de hoje, mais um prédio foi ocupado: dessa vez, um edifício na Avenida Casper Líbero. De acordo com o Fórum, as famílias demandam moradia na área central da cidade.
Abraão revela que, nesta terça-feira, os integrantes dos movimentos também ocuparam um terreno na zona sul da capital paulista e realizaram manifestações em frente à Caixa Econômica Federal e à Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Segundo o coordenador da União dos Movimentos de Moradia, os imóveis permanecerão ocupados até "conseguir uma resposta [por parte do Governo]”.
Abraão revela que em São Paulo existe uma pressão para as famílias pobres saírem da área central. "Os dois governos, tanto Prefeitura quanto Governo do Estado, querem que a população carente se afaste do Centro de São Paulo”, destaca.
Para isso, segundo ele, utilizam estratégias como "cheque-despejo”, que consiste em pagar uma indenização para as famílias se retirarem do local, ou "jogam as pessoas para a periferia da periferia”. "Eles até fazem [políticas habitacionais], mas fazem para outro setor, não para a população mais carente”, comenta.
Outras mobilizações
As ações pela reforma urbana não acontecem apenas em Brasília e São Paulo. De acordo com informações do Fórum, atos públicos e manifestações marcaram a terça-feira também em outras capitais, como Curitiba (PR), Maceió (AL), Teresina (PI) e Vitória (ES).
Mais informações em: http://www.forumreformaurbana.org.br/
De acordo com José de Abraão, coordenador da União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior, a Jornada tem o objetivo de "acabar com as burocracias da Caixa [Econômica Federal] para viabilizar o Programa Minha Casa, Minha Vida”. Além disso, segundo o Fórum, os movimentos ainda querem discutir temas como: participação popular nas políticas urbanas, andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e remoções e despejos por conta da Copa do Mundo.
Abraão destaca que a intenção do FNRU é conversar com os Ministérios e com a Caixa Econômica Federal para encontrar maneiras de desburocratizar o Programa, principalmente para as famílias de baixa renda. De acordo com ele, a burocracia dificulta o acesso, principalmente de pessoas entre zero e três salários mínimos, à casa. "Quem mais precisa da moradia fica de fora”, comenta.
As ações da Jornada já começaram em vários estados brasileiros. Em São Paulo, por exemplo, as mobilizações iniciaram na madrugada desta segunda-feira (3) com a ocupação de um imóvel do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), localizado no Centro. Na madrugada de hoje, mais um prédio foi ocupado: dessa vez, um edifício na Avenida Casper Líbero. De acordo com o Fórum, as famílias demandam moradia na área central da cidade.
Abraão revela que, nesta terça-feira, os integrantes dos movimentos também ocuparam um terreno na zona sul da capital paulista e realizaram manifestações em frente à Caixa Econômica Federal e à Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Segundo o coordenador da União dos Movimentos de Moradia, os imóveis permanecerão ocupados até "conseguir uma resposta [por parte do Governo]”.
Abraão revela que em São Paulo existe uma pressão para as famílias pobres saírem da área central. "Os dois governos, tanto Prefeitura quanto Governo do Estado, querem que a população carente se afaste do Centro de São Paulo”, destaca.
Para isso, segundo ele, utilizam estratégias como "cheque-despejo”, que consiste em pagar uma indenização para as famílias se retirarem do local, ou "jogam as pessoas para a periferia da periferia”. "Eles até fazem [políticas habitacionais], mas fazem para outro setor, não para a população mais carente”, comenta.
Outras mobilizações
As ações pela reforma urbana não acontecem apenas em Brasília e São Paulo. De acordo com informações do Fórum, atos públicos e manifestações marcaram a terça-feira também em outras capitais, como Curitiba (PR), Maceió (AL), Teresina (PI) e Vitória (ES).
Mais informações em: http://www.forumreformaurbana.org.br/
05 de outubro de 2011- Visualizações: 2799
comente!- +A
- -A
-
compartilhar

Leia mais em Notícias
Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Assuntos em Últimas
- 500AnosReforma
- Aconteceu Comigo
- Aconteceu há...
- Agenda50anos
- Arte e Cultura
- Biografia e História
- Casamento e Família
- Ciência
- Devocionário
- Espiritualidade
- Estudo Bíblico
- Evangelização e Missões
- Ética e Comportamento
- Igreja e Liderança
- Igreja em ação
- Institucional
- Juventude
- Legado e Louvor
- Meio Ambiente
- Política e Sociedade
- Reportagem
- Resenha
- Sessenta +
- Série Ciência e Fé Cristã
- Teologia e Doutrina
- Testemunho
- Vida Cristã
Revista Ultimato
+ lidos
- Pressão alta e alta pressão
- Oportunidades para outubro de 2026
- Uma fé não cooptada pela política
- Compartilhando fardos
- Mais do que bem-vindos: envolvendo ativamente os fiéis com deficiência na vida da igreja
- Lamento. Leontina Novaes (1931-2026): a escritora que preparou sua última mensagem
- Convite à mansidão
- “Plantar jardins de esperança. Semear paz em meio ao exílio”
- Vem aí o Primeiro Congresso Brasileiro de Fé Cristã e Saúde Mental
- Infância, religião e juventude saudável
(31)3611 8500
(31)99437 0043
Oração em meio à crise da Covid-19
Fórum Indígena 2023 quer encorajar líderes e missionários entre os povos indígenas
Mulheres de esperança RTM: há 20 anos levando esperança e informação a mulheres e famílias cristãs
ONU promove reunião em busca de novo pacto contra mudanças climáticas 






