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Estudantes de diferentes confissões buscam compreender o outro

(ALC) "As religiões como instrumentos de paz" é o subtítulo do curso de verão de 2011 sobre "A construção de uma comunidade inter-religiosa". O curso reúne, de 4 a 29 de julho, 23 estudantes de 12 nações.

Agora em seu quinto ano, o curso de verão do instituto sobre relações inter-religiosas reúne estudantes de tradições judaicas, cristãs e muçulmanas para um tempo de estudo, experiência compartilhada dos espaços sagrados dos outros e de reflexão sobre suas próprias culturas, espiritualidades e visões de mundo.

O corpo discente é formado por nove homens e 14 mulheres. Dez são cristãos, sete muçulmanos e seis judeus. Estudantes e mestres vieram da América Latina, Europa Ocidental e Oriental, Oriente Médio, Ásia e Austrália. Três são irmãs de ordens religiosas na Colômbia, Guatemala e Romênia. Três alunos vieram de Israel, e três são palestinos.

Danielle Antebi, de Israel, com formação acadêmica base em criminologia e política internacional, estava ansiosa para participar do curso, após a experiência positiva de seu irmão como um estudante no último verão. "Ele é um arqueólogo que dá palestras sobre Israel em vários lugares", disse. Seu irmão queria conhecer pessoas de diferentes países e ouvir suas opiniões sobre Israel, comentou.

Charlotte Lindhé ouviu falar do curso através de seu pastor na Igreja da Suécia. Após graduar-se na escola secundária, ela começou um ambicioso programa de viagem como mochileira que a levou para a China, sudeste asiático e Oriente Médio. Destinos futuros incluem a Grécia, Índia e América do Norte.

"Espero aprender mais sobre a minha própria religião em relação com as crenças dos outros", afirmou, acrescentando: "eu espero ser capaz de compartilhar o que aprendi com a minha própria paróquia e outros, quando voltar para a Suécia."

Ela contou que seu interesse pela atividade inter-religiosa foi despertada ao visitar Israel e Palestina, onde viu "lado a lado as religiões existentes, mas ainda não convivendo realmente".

Mohammed Azhari, da Austrália, que prosseguiu seus estudos em Ensino Islâmico e Diálogo Inter-Religioso durante seu trabalho de graduação em Damasco, vê o curso em Bossey como "uma excelente oportunidade de vir e encontrar pessoas de outras expressões de fé. Aqui começaremos a construir uma comunidade entre nós, na esperança de que esse será um primeiro passo em direção a alguma conquista maior."

Azhari vê os alunos se perguntando: "Como é que as pessoas alcançam a paz através da oração, através de suas crenças? Ao nos conhecermos como pessoas, vamos aprender a nos respeitar uns aos outros. Dessa forma podemos ir além da simples tolerância à valorização, à aceitação, mesmo daquilo que nos torna diferentes. E esse é o melhor, já que é a ignorância que leva ao conflito”, assinalou.

Durante a primeira semana de aulas, o rabino Marker juntou-se ao Grão Rabino Marc Raphaël Guedj, presidente da Fundação Raízes e Fontes, no debate sobre o judaísmo.

Professor Fawzia Al-Ahmawi, da Universidade de Genebra, e Ouardiri Hafid, presidente da Ta'aruf Foundation (Fundação Inter-Conhecimento), estão oferecendo seus conhecimentos sobre o Islã. A perspectiva do cristianismo será apresentada por membros da equipe do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), bem como pelo professor S. Wesley Ariarajah, da Universidade Drew, dos Estados Unidos.

O professor Odair Pedroso Mateus, do Instituto Ecumênico e coordenador acadêmico do Curso de Verão de 2011, explicou que o encontro oferece o espaço para fazer perguntas críticas e a possibilidade de diálogo como meio de mudança pacífica, com o intuito de "encorajar a relação comunitária entre as civilizações, em vez do confronto."

A administração do Instituto Ecumênico mostrou-se sensível à variedade de práticas alimentares entre os alunos, e aos espaços de culto, organizados de forma apropriada a cada uma das tradições religiosas representadas.

Fundado em 1946, o Instituto Ecumênico de Bossey é o centro internacional para o diálogo, encontro e formação do CMI. Ela está ligado à Universidade de Genebra, através de um acordo de aliança com faculdade autônoma de teologia protestante da universidade.

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