Notícias
09 de julho de 2008- Visualizações: 2372
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
A fome no mundo
(ENVOLVERDE) Ganha espaço no noticiário de hoje a repercussão, durante a cúpula dos países mais ricos, de um estudo do Banco Mundial afirmando que a produção de biocombustíveis forçou um aumento de 75% nos preços mundiais de alimentos nos últimos seis anos.
A fonte da informação era um jornal, o britânico The Guardian, que no dia 4 de julho havia publicado uma reportagem citando o estudo, que contraria os dados divulgados pelos governos dos Estados Unidos e da Europa.
O jornal circulou entre os jornalistas presentes ao evento. Os jornalistas questionaram autoridades e especialistas, e o estudo acabou se tornando o tema central dos debates.
Assim, uma notícia de jornal acabou influenciando a pauta da cúpula dos países ricos e produziu a repercussão que é amplificada hoje pela imprensa.
Mas nem todos os jornais se preocuparam em destacar os dados contidos no estudo original divulgado por The Guardian.
O estudo do Banco Mundial condena especificamente a produção de combustíveis a partir de milho e sementes oleaginosas, como é feita nos Estados Unidos e na Europa, minimizando os efeitos do etanol fabricado no Brasil a partir da cana-de-açúcar.
Mas apenas o Globo reproduziu a defesa do etanol brasileiro feita pelo secretário-geral da ONU, o coreano Ban Ki-moon.
Segundo a Folha de S. Paulo, a questão brasileira, discutida publicamente pelo presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, é garantir que o biocombustível seja produzido de forma sustentável, ou seja, que não substitui a produção de alimentos nem destrói o patrimônio natural.
A questão será respondida pelo Brasil num seminário internacional marcado para novembro, conforme anunciou o secretário-geral da ONU.
O ponto central do encontro, destacado por toda a imprensa, é o risco de um desastre de proporções globais, que poderia aumentar a miséria no mundo.
Segundo a FAO, órgão da ONU dedicado à agricultura e alimentação, existem hoje 850 milhões de pessoas submetidas permanentemente à subnutrição.
A crise de alimentos pode aumentar esse contingente de miseráveis em 100 milhões.
Essa é a notícia que pode mudar alguma coisa.
Fonte: www.envolverde.ig.com.br
A fonte da informação era um jornal, o britânico The Guardian, que no dia 4 de julho havia publicado uma reportagem citando o estudo, que contraria os dados divulgados pelos governos dos Estados Unidos e da Europa.
O jornal circulou entre os jornalistas presentes ao evento. Os jornalistas questionaram autoridades e especialistas, e o estudo acabou se tornando o tema central dos debates.
Assim, uma notícia de jornal acabou influenciando a pauta da cúpula dos países ricos e produziu a repercussão que é amplificada hoje pela imprensa.
Mas nem todos os jornais se preocuparam em destacar os dados contidos no estudo original divulgado por The Guardian.
O estudo do Banco Mundial condena especificamente a produção de combustíveis a partir de milho e sementes oleaginosas, como é feita nos Estados Unidos e na Europa, minimizando os efeitos do etanol fabricado no Brasil a partir da cana-de-açúcar.
Mas apenas o Globo reproduziu a defesa do etanol brasileiro feita pelo secretário-geral da ONU, o coreano Ban Ki-moon.
Segundo a Folha de S. Paulo, a questão brasileira, discutida publicamente pelo presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, é garantir que o biocombustível seja produzido de forma sustentável, ou seja, que não substitui a produção de alimentos nem destrói o patrimônio natural.
A questão será respondida pelo Brasil num seminário internacional marcado para novembro, conforme anunciou o secretário-geral da ONU.
O ponto central do encontro, destacado por toda a imprensa, é o risco de um desastre de proporções globais, que poderia aumentar a miséria no mundo.
Segundo a FAO, órgão da ONU dedicado à agricultura e alimentação, existem hoje 850 milhões de pessoas submetidas permanentemente à subnutrição.
A crise de alimentos pode aumentar esse contingente de miseráveis em 100 milhões.
Essa é a notícia que pode mudar alguma coisa.
Fonte: www.envolverde.ig.com.br
09 de julho de 2008- Visualizações: 2372
comente!- +A
- -A
-
compartilhar

Leia mais em Notícias
Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Assuntos em Últimas
- 500AnosReforma
- Aconteceu Comigo
- Aconteceu há...
- Agenda50anos
- Arte e Cultura
- Biografia e História
- Casamento e Família
- Ciência
- Devocionário
- Espiritualidade
- Estudo Bíblico
- Evangelização e Missões
- Ética e Comportamento
- Igreja e Liderança
- Igreja em ação
- Institucional
- Juventude
- Legado e Louvor
- Meio Ambiente
- Política e Sociedade
- Reportagem
- Resenha
- Sessenta +
- Série Ciência e Fé Cristã
- Teologia e Doutrina
- Testemunho
- Vida Cristã
Revista Ultimato
+ lidos
- Livramento e libertação de todo mal
- Lista Mundial da Perseguição 2026: 388 milhões de cristãos em todo o mundo são perseguidos ou discriminados por sua fé em Jesus
- Deus cura hoje?
- Os 10 livros mais lidos em 2025
- Entre o vazio e o poder: a crise contemporânea da liderança
- Ultimato – 58 anos em 8 minutos
- Trabalho e insatisfação não devem andar juntos
- Shalom – chamados a crer e a viver em paz
- Editora Mundo Cristão comemora 60 anos
- UniEVANGÉLICA amplia oferta de EAD e lança cursos semipresenciais para o vestibular 2026
(31)3611 8500
(31)99437 0043
ACADEMIA ANAJURE concede 30 bolsas a estudantes e recém-formados em Direito para sua 2ª edição em 2018
Símbolos religiosos serão proibidos nas escolas
Enfermeira cristã toca violino para colegas que estão na linha de frente contra a Covid-19






 copiar.jpg&largura=49&altura=65&opt=adaptativa)