Palavra do leitor
20 de fevereiro de 2011- Visualizações: 1791
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Vida plena... e sustentável!
Deus se gaba de sua criação: "E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom" (Gn.1:31). A Adão e Eva (seres humanos) Deus confia a missão de nomear, cultivar e guardar o jardim do Éden - ou seja, a criação (Gn. 2). Os salmos são repletos de contemplação da natureza (p. ex. Sl 8). Mesmo em meio ao sofrimento atroz de Jó, Deus o conduz a uma viagem marcante pelo universo de sua criação (Jó 38-41)!
Jesus quando ensina seus discípulos a orarem diz "venha o teu reino, faça-se a tua vontade assim na terra como no céu". James Jones (Jesus e a Terra, Editora Ultimato) afirma que "a consumação da vinda do reino é a ligação do céu à terra" e que o nosso entendimento desta verdade tornará maior a nossa conexão com a terra e mais profunda a nossa obediência ao compromisso de Jesus com esta, no presente e no futuro.
Enfim, enquanto cristãos somos co-responsáveis pela preservação da natureza, que foi o primeiro meio utilizado por Deus para revelar-se aos homens (Rm. 1:20) e que sofre e aguarda (assim como nós, parte indissociável dela) com “ardente expectativa” a redenção. Se assim cremos, temos que vincular nossa fé à prática (Tg. 2). Mas, como?
Sugiro começarmos por refletir e buscar o estilo de vida (simples) que Jesus ensinou (“...olhais os lírios do campo... olhais as aves dos céus...”).
O desejo por uma vida simples e farta é expresso de forma belíssima na canção Vilarejo, interpretada por Marisa Monte: “Há um vilarejo ali / Onde areja um vento bom... / Paraíso se mudou para lá... / Por cima das casas, cal / Frutas em qualquer quintal / Peitos fartos, filhos fortes / Sonho semeando o mundo real / Toda gente cabe lá... / Lá é primavera / Portas e janelas ficam sempre abertas... / Em todas as mesas, pão / Flores enfeitando os caminhos, os vestidos, os destinos / E essa canção...”.
Nós que cremos em Cristo temos mais do que desejo, temos esperança – firme convicção – de que na plenitude dos tempos tudo será restaurado: a natureza não mais gemerá, ao contrário glorificará contínua e eternamente ao Criador.
Enquanto, porém, não vivemos na plenitude, podemos e devemos vislumbrá-la e mostrá-la aos outros. Como? Preservando e cuidando da natureza – criação e testemunha de Deus – no tempo que se chama hoje!
Jesus quando ensina seus discípulos a orarem diz "venha o teu reino, faça-se a tua vontade assim na terra como no céu". James Jones (Jesus e a Terra, Editora Ultimato) afirma que "a consumação da vinda do reino é a ligação do céu à terra" e que o nosso entendimento desta verdade tornará maior a nossa conexão com a terra e mais profunda a nossa obediência ao compromisso de Jesus com esta, no presente e no futuro.
Enfim, enquanto cristãos somos co-responsáveis pela preservação da natureza, que foi o primeiro meio utilizado por Deus para revelar-se aos homens (Rm. 1:20) e que sofre e aguarda (assim como nós, parte indissociável dela) com “ardente expectativa” a redenção. Se assim cremos, temos que vincular nossa fé à prática (Tg. 2). Mas, como?
Sugiro começarmos por refletir e buscar o estilo de vida (simples) que Jesus ensinou (“...olhais os lírios do campo... olhais as aves dos céus...”).
O desejo por uma vida simples e farta é expresso de forma belíssima na canção Vilarejo, interpretada por Marisa Monte: “Há um vilarejo ali / Onde areja um vento bom... / Paraíso se mudou para lá... / Por cima das casas, cal / Frutas em qualquer quintal / Peitos fartos, filhos fortes / Sonho semeando o mundo real / Toda gente cabe lá... / Lá é primavera / Portas e janelas ficam sempre abertas... / Em todas as mesas, pão / Flores enfeitando os caminhos, os vestidos, os destinos / E essa canção...”.
Nós que cremos em Cristo temos mais do que desejo, temos esperança – firme convicção – de que na plenitude dos tempos tudo será restaurado: a natureza não mais gemerá, ao contrário glorificará contínua e eternamente ao Criador.
Enquanto, porém, não vivemos na plenitude, podemos e devemos vislumbrá-la e mostrá-la aos outros. Como? Preservando e cuidando da natureza – criação e testemunha de Deus – no tempo que se chama hoje!
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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