Palavra do leitor
05 de setembro de 2013- Visualizações: 1478
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Um caminho confiável
No relato bíblico sobre a vida de Jesus observamos, em algumas ocasiões, pessoas que foram transformadas após estabelecerem alguma forma de contato com Ele. Um desses contatos está relatado no evangelho de Mateus (20:29-34).
O texto começa apresentando o cenário e os personagens que proporcionariam um momento memorável, digno de registro: “Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava. E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, (...)”. Temos então, Jesus Cristo, acompanhado por uma ‘grande multidão’ e, também, dois cegos.
Os dois cegos são apresentados conforme suas condições físicas, estado de inércia e local em que se encontravam. Assim, percebemos como eles estavam totalmente sem direção e a dificuldade de seguirem caminhos mais longos e seguros. Ficarem parados era a opção mais adequada para quem só tinha a escuridão como caminho. Contudo, tiveram a oportunidade de entrarem em ação quando ouviram que Jesus passava: “clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!” E, apesar da oposição realizada pela multidão que “os repreendia para que se calassem; eles porém, gritavam cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!” Demonstrando assim, um forte exercício de fé gerado em seus corações pela esperança em Cristo Jesus. Essa fé encaixa-se, perfeitamente, na definição dada em Hebreus 11.1 que diz: “a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.”
Os gritos chamaram a atenção de Jesus: “Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça?” Obviamente, na sua onisciência, Jesus sabia a resposta, mas Ele nos mostra a importância do diálogo entre o ser humano e Deus. Isso se chama oração!
De imediato à pergunta de Jesus, responderam: “Senhor, que se nos abram os olhos.” Após vencerem a multidão, exercerem a fé, clamarem e orarem, os dois cegos, são contemplados com a misericórdia do Senhor: “Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.” Agora em plena ‘Luz’ se tornaram seguidores de Cristo.
A situação enfrentada por esses dois cegos assemelha-se com a situação espiritual de muitas pessoas: paradas, sem movimento, sem perspectiva, estagnadas, sem direção ou sem caminho. Mas isso não pode impedi-las de aproveitarem a oportunidade de ouvir a respeito de Jesus, por meio da “palavra da fé” (Romanos 10.8). Mesmo que haja uma “multidão” gerando forças contrárias, essa fé e confiança em Cristo devem ser maiores do que qualquer oposição. Por fim, ser um seguidor de Cristo será inevitável, uma vez que poderá tomar "Um Caminho Confiável".
“Entrega teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.”
Salmos 37.5
O texto começa apresentando o cenário e os personagens que proporcionariam um momento memorável, digno de registro: “Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava. E eis que dois cegos, assentados à beira do caminho, (...)”. Temos então, Jesus Cristo, acompanhado por uma ‘grande multidão’ e, também, dois cegos.
Os dois cegos são apresentados conforme suas condições físicas, estado de inércia e local em que se encontravam. Assim, percebemos como eles estavam totalmente sem direção e a dificuldade de seguirem caminhos mais longos e seguros. Ficarem parados era a opção mais adequada para quem só tinha a escuridão como caminho. Contudo, tiveram a oportunidade de entrarem em ação quando ouviram que Jesus passava: “clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!” E, apesar da oposição realizada pela multidão que “os repreendia para que se calassem; eles porém, gritavam cada vez mais: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!” Demonstrando assim, um forte exercício de fé gerado em seus corações pela esperança em Cristo Jesus. Essa fé encaixa-se, perfeitamente, na definição dada em Hebreus 11.1 que diz: “a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.”
Os gritos chamaram a atenção de Jesus: “Então, parando Jesus, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça?” Obviamente, na sua onisciência, Jesus sabia a resposta, mas Ele nos mostra a importância do diálogo entre o ser humano e Deus. Isso se chama oração!
De imediato à pergunta de Jesus, responderam: “Senhor, que se nos abram os olhos.” Após vencerem a multidão, exercerem a fé, clamarem e orarem, os dois cegos, são contemplados com a misericórdia do Senhor: “Condoído, Jesus tocou-lhes os olhos e imediatamente recuperaram a vista e o foram seguindo.” Agora em plena ‘Luz’ se tornaram seguidores de Cristo.
A situação enfrentada por esses dois cegos assemelha-se com a situação espiritual de muitas pessoas: paradas, sem movimento, sem perspectiva, estagnadas, sem direção ou sem caminho. Mas isso não pode impedi-las de aproveitarem a oportunidade de ouvir a respeito de Jesus, por meio da “palavra da fé” (Romanos 10.8). Mesmo que haja uma “multidão” gerando forças contrárias, essa fé e confiança em Cristo devem ser maiores do que qualquer oposição. Por fim, ser um seguidor de Cristo será inevitável, uma vez que poderá tomar "Um Caminho Confiável".
“Entrega teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.”
Salmos 37.5
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