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Palavra do leitor

Pseudônimos depreciativos

O que se dizer de um tempo onde há mulheres que buscam a fama utilizando-se inclusive de pseudônimos que representam frutas populares ou partes de carnes bovinas comercializadas nas feiras públicas e em supermercados do nosso Brasil?

Aqui também ressalto – para não se pensar que estou puxando a sardinha para o lado dos homens - que parte do público masculino não vem honrando a calça que veste.

Algumas mulheres, sobre a indumentária, por sua vez, têm encurtado cada vez mais as suas saias, as quais, de mini(saia), já passaram para micro(saia). As blusas também são cada vez mais curtas e decotadas. Posto isto, com tudo à mostra, dependendo da protuberância, região glútea passou a receber o nome de melancia; seio, de melão. Nesta salada, há ainda morango e, pasme, até jaca !

Para a coisa não ficar só nas frutas, já tem até mulher sendo chamada de filé, cujas fotos estampam as prateleiras de muitos açougues !

Por aqui em Recife, o quilo do filé bovino está custando algo em torno de R$ 18,00. Há frutas, como o melão, onde o quilo custa em média apenas R$ 1,50.

Que desvalorização !

É depreciativo uma mulher achar elogiosa a comparação com uma fruta ou a algum tipo de carne bovina, ainda que seja o filé !

A que ponto chegamos !

Em entrevistas que escuto em programas de auditório, muitas dessas mulheres-fruta-filé alegam cinicamente que não acham nada de errado, e o que fazem é para sustentar “dignamente” a família, como se “os fins justificassem os meios”.

Em decorrência também do novo e reprovável perfil familiar que se configura, composto inclusive por casais de “casas separadas” e por filhos nascidos de “produções independentes”, as mulheres lutam às vezes sozinhas pela sobrevivência pessoal e dos filhos.

O problema ainda é que, nesse contexto conturbado, de relações voláteis e solúveis, há um contingente que enfrenta qualquer parada, até pior que aquela sugerida por Tim Maia, como parte da música Vale Tudo, de sua autoria, lá pelas décadas de 70/80, que ainda fazia algumas restrições: “Só não vale dançar homem com homem; nem mulher com mulher; o resto vale ...” (nos tempos atuais, é bem diferente – e para pior – pois a liberação é geral !).

Voltando para a questão das mulheres-frutas-filé, temo que estes péssimos exemplos façam outras muitas seguidoras. Com isto, corre-se o risco dos cartórios passarem a oficializar no registro de certidões de nascimento o nome de frutas ou outros tipos de carnes (incluindo o de aves, como a galinha), e certamente o espectro de nomes será bem grande, havendo espaço para Mulher-Pitomba, Mulher-Tamarindo, Mulher-Limão, Mulher-Janipapo, Mulher-Alcatra, Mulher-Maminha, Mulher-Garnizé ...

Comparando-se às frutas e às partes de carnes bovinas, estas mulheres parecem esquecidas da perecibilidade destes gêneros de alimento.

Há frutas que apodrecem rapidamente. O filé de carne bovina, quando não refrigerado adequadamente, torna-se alvo de bactérias e de tapuru, e vai rapidamente para o lixo !

Interessante é notar o valor que Deus atribui à mulher idônea: “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis” (Provérbios 31:10).

Peço a Deus pela conversão destas mulheres, que têm se deixado usar por um sistema flagrantemente depravado e diabólico, oferecendo-lhes uma fama passageira, que lhe cobra juros e correção monetária lá na frente.

Creio no poder de Deus em transformar estas vidas, passando a atribuir-lhes “um valor que muito excede o de rubis”.

Nunca devemos nos esquecer das seguintes palavras do Apóstolo Paulo: “mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça” (Romanos 5:20b).

Eu creio no poder do Evangelho !
Recife - PE
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