Palavra do leitor
16 de julho de 2010- Visualizações: 3727
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Permissividade
Mt 16:24 – "Então disse Jesus: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me."
A permissividade da cultura secular é muitas das vezes ambígua, ou seja, brada a plenos pulmões que algumas práticas de indivíduos são abomináveis e por outras vezes permite que outras práticas que também há alguns anos ou décadas já foram combatidas com toda a rigorosidade, sejam consideradas normais ou façam "vista grossa" para tais práticas.
Umas destas práticas o adultério que há poucas décadas atrás era considerado pela cultura secular uma abominação, passível até de prisão, hoje em dia é considerado normal. Jovens são incentivados, na maioria das vezes, pelos próprios pais, a manter relacionamentos instáveis, sem compromisso nenhum e muitas das vezes promíscuos.
Outra prática que era considerada abominável pela cultura secular era o homossexualismo. As pessoas que praticavam ou se simpatizavam por esta prática eram desprezadas e muitas das vezes eram até humilhadas. Hoje em dia muita coisa mudou, até se está usando o termo HOMOFOBIA, que pra muitos era desconhecido, para caracterizar indivíduos ou grupos de indivíduos que tem aversão ou não aceitam tais práticas. Se não me engano está até em tramitação no Congresso Nacional um projeto de lei, que visa punir atos tidos como homofóbicos.
Partindo deste raciocínio, de que a cultura secular tende a se moldar e a se contradizer conforme as necessidades dos indivíduos que nela habitam, a revista ULTIMATO, que por sua vez, é uma revista cristã séria e interdenominacional, na sua edição de MAIO/JUNHO 2008, traz um artigo intitulado “A pedofilia vai vingar?”, que expõe aos nossos olhos o que acontece e o que pode acontecer com a cultura de um povo que não é influenciada pelo cristianismo, nem a ele se sujeita e que não educa o cidadão a negar-se a si mesmo. Este mesmo artigo diz que o cristianismo, ao contrário, educa o cristão a não satisfazer certas inclinações, porque elas contrariam o padrão de vida pregado pela Palavra de Deus. Diz também que além do desconforto da consciência, além do temor do Senhor, a oposição do Espírito a qualquer obra da carne leva o fiel abrir mão da vontade má. A tentação em muitos casos acaba passando ao largo.
Diz também este artigo, que se tolera que o homem seja infiel à sua esposa e vice-versa, só porque a preferência sexual dele e dela é por outra mulher ou por outro homem respectivamente. Os homossexuais, por sua vez, devem ser deixados em paz, pois sentem atração sexual apenas por pessoas do mesmo sexo.
No entanto, talvez questionando os limites dessa permissividade e/ou a contradição da sociedade secular que hora pune e depois permite, o escritor Ferreira Gullar faz algumas perguntas que a revista ULTIMATO coloca como sérias e preocupantes: “Se o sujeito nasceu pedófilo, por que sua preferência sexual é considerada crime? Por que punir alguém que apenas obedece a impulsos inatos, que lhe são impostos pela natureza” (Folha de São Paulo, 24/02/08, p. E10).
Este artigo encerra nos perguntando: Deve-se revogar a lei que proíbe a pedofilia? Deve-se retirar a pedofilia da relação de crimes hediondos? Deve-se deixar o pedófilo à vontade ou em paz (grifo meu)? Deve-se parar de latir, ser um ATALAIA (grifo meu) em favor das crianças.
Se seguirmos a linha de uma sociedade criada sem a direção da Palavra de Deus, ser um adultero ou um homossexual, que até algum tempo atrás era algo abominável e hoje em dia já não é tão escandaloso, ou ser um pedófilo que hoje em dia é algo que toda sociedade rejeita, e com toda a razão, pode ser uma questão meramente temporária e permissiva.
Vejamos a seguir o que a Palavra do Senhor segundo o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos no capítulo 1 versículos de 20 a 27, tem a dizer a respeito da divina e justa retribuição do Juiz e a sua reação pessoal, provocada pelo mal moral
“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o eterno poder, com o também a sua divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do criador, o qual é bendito eternamente amém. Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações por outro contrario à natureza, semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em si"
A permissividade da cultura secular é muitas das vezes ambígua, ou seja, brada a plenos pulmões que algumas práticas de indivíduos são abomináveis e por outras vezes permite que outras práticas que também há alguns anos ou décadas já foram combatidas com toda a rigorosidade, sejam consideradas normais ou façam "vista grossa" para tais práticas.
Umas destas práticas o adultério que há poucas décadas atrás era considerado pela cultura secular uma abominação, passível até de prisão, hoje em dia é considerado normal. Jovens são incentivados, na maioria das vezes, pelos próprios pais, a manter relacionamentos instáveis, sem compromisso nenhum e muitas das vezes promíscuos.
Outra prática que era considerada abominável pela cultura secular era o homossexualismo. As pessoas que praticavam ou se simpatizavam por esta prática eram desprezadas e muitas das vezes eram até humilhadas. Hoje em dia muita coisa mudou, até se está usando o termo HOMOFOBIA, que pra muitos era desconhecido, para caracterizar indivíduos ou grupos de indivíduos que tem aversão ou não aceitam tais práticas. Se não me engano está até em tramitação no Congresso Nacional um projeto de lei, que visa punir atos tidos como homofóbicos.
Partindo deste raciocínio, de que a cultura secular tende a se moldar e a se contradizer conforme as necessidades dos indivíduos que nela habitam, a revista ULTIMATO, que por sua vez, é uma revista cristã séria e interdenominacional, na sua edição de MAIO/JUNHO 2008, traz um artigo intitulado “A pedofilia vai vingar?”, que expõe aos nossos olhos o que acontece e o que pode acontecer com a cultura de um povo que não é influenciada pelo cristianismo, nem a ele se sujeita e que não educa o cidadão a negar-se a si mesmo. Este mesmo artigo diz que o cristianismo, ao contrário, educa o cristão a não satisfazer certas inclinações, porque elas contrariam o padrão de vida pregado pela Palavra de Deus. Diz também que além do desconforto da consciência, além do temor do Senhor, a oposição do Espírito a qualquer obra da carne leva o fiel abrir mão da vontade má. A tentação em muitos casos acaba passando ao largo.
Diz também este artigo, que se tolera que o homem seja infiel à sua esposa e vice-versa, só porque a preferência sexual dele e dela é por outra mulher ou por outro homem respectivamente. Os homossexuais, por sua vez, devem ser deixados em paz, pois sentem atração sexual apenas por pessoas do mesmo sexo.
No entanto, talvez questionando os limites dessa permissividade e/ou a contradição da sociedade secular que hora pune e depois permite, o escritor Ferreira Gullar faz algumas perguntas que a revista ULTIMATO coloca como sérias e preocupantes: “Se o sujeito nasceu pedófilo, por que sua preferência sexual é considerada crime? Por que punir alguém que apenas obedece a impulsos inatos, que lhe são impostos pela natureza” (Folha de São Paulo, 24/02/08, p. E10).
Este artigo encerra nos perguntando: Deve-se revogar a lei que proíbe a pedofilia? Deve-se retirar a pedofilia da relação de crimes hediondos? Deve-se deixar o pedófilo à vontade ou em paz (grifo meu)? Deve-se parar de latir, ser um ATALAIA (grifo meu) em favor das crianças.
Se seguirmos a linha de uma sociedade criada sem a direção da Palavra de Deus, ser um adultero ou um homossexual, que até algum tempo atrás era algo abominável e hoje em dia já não é tão escandaloso, ou ser um pedófilo que hoje em dia é algo que toda sociedade rejeita, e com toda a razão, pode ser uma questão meramente temporária e permissiva.
Vejamos a seguir o que a Palavra do Senhor segundo o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos no capítulo 1 versículos de 20 a 27, tem a dizer a respeito da divina e justa retribuição do Juiz e a sua reação pessoal, provocada pelo mal moral
“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o eterno poder, com o também a sua divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do criador, o qual é bendito eternamente amém. Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações por outro contrario à natureza, semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em si"
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