Palavra do leitor
07 de julho de 2011- Visualizações: 2248
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Os dois tronos
Muitas vezes, manipulamos Cristo. Será possível? De fato o Cristo verdadeiro não. Óbvio que não. Contudo, sim, uma imagem do Cristo que criamos em nossas mentes, concepções equivocadas que criamos e/ou recebemos do Cristo. Não uma entidade em si, mas a entidade pode tomar partido disto que criamos e se aproveitar de nossa discrepância repugnante que criamos. Não foi o inimigo, a princípio, que colocou em nós tal coisa. Pois o homem em si, não precisa de demônios para dar cabo de si mesmo, sequer mesmo para atos pecaminosos simplistas. Vide gálatas 5:19, delitos que cometemos por natureza pecaminosa.
Voltando ao assunto do suposto Cristo que projetamos, posso dizer que muitas vezes fragmentamos características verdadeiras que aprendemos sobre Deus e aplicamos, até mesmo de forma inconsciente, este fragmento de Deus para nossa ajuda ou julgamento, isto é, o homem manipulando a Deus(a imagem que criou de Deus em si). Sendo assim, pode-se dizer que, obviamente, fragmento de Deus não é Deus, claro que não! Não é Deus. Não sendo Deus é um falso Deus, é um deus caído(nós) usando de justiça própria, manipulando imagens e/ou concepções de Deus para benefício ou malefício de si mesmo e malefício, por achar que serve como castigo para se concertar.
Há casos, por exemplo que projetamos um para nós quando erramos, um Deus carrancudo, condenador, sendo pois o nosso inconsciente se achando necessitado de uma punição. É um mecanismo de defesa como um rápido reflexo, para de forma imediatista “ajudar” a transformar o nosso ser no ser queremos ser e não somos. Quando criamos um ser ideal, o que costuma ocorrer decorrente de nossos esforços próprios, é uma frustração enorme. E se cada vez que não conseguirmos alcançar o ideal de um “ser” que queremos ser, sendo que é exatamente, de forma muito irônica, um ser doente, falho, projetando um ser ideal, ficaremos cada vez mais frustrados, pois a obstinação do imperfeito o levará a uma imperfeição do tamanho de si mesmo e/ou maior. Só a obstinação de um Ser perfeito pode levar a perfeição, e isto foi por um ser perfeito de uma vez por todas. Romanos 7 é bom para este assunto. Como um ser doente, falho, com sua natureza imperfeita pode criar ou projetar para alcançar algo que realmente seja perfeito? Loucura! Não podemos dicotomizar, tricotomizar, policotomizar Deus em fragmentos de acordo com o que o nosso inconsciente diz que precisa, pois nosso inconsciente sendo imperfeito, como já dito, produzirá o imperfeito. Isto é um ciclo vicioso de tentativas e mais tentativas. Sem O Perfeito, é/será/sendo/foi em vão. Sendo o imperfeito do jeito que é, não consegue escolher o que é perfeito, por isso não foram os imperfeitos que escolheram O Perfeito, mas O Perfeito que escolheu e amou os imperfeitos segundo a sua benignidade. Não sou psicólogo, longe disto, é apenas uma metáfrase ontológica muito mal feita por um iniciante. Não é minha intenção explicar a totalidade infinita de Deus, são apenas gotas para que se entenda qualquer coisa do real. Adiante.
Leiam o restante aqui.
Voltando ao assunto do suposto Cristo que projetamos, posso dizer que muitas vezes fragmentamos características verdadeiras que aprendemos sobre Deus e aplicamos, até mesmo de forma inconsciente, este fragmento de Deus para nossa ajuda ou julgamento, isto é, o homem manipulando a Deus(a imagem que criou de Deus em si). Sendo assim, pode-se dizer que, obviamente, fragmento de Deus não é Deus, claro que não! Não é Deus. Não sendo Deus é um falso Deus, é um deus caído(nós) usando de justiça própria, manipulando imagens e/ou concepções de Deus para benefício ou malefício de si mesmo e malefício, por achar que serve como castigo para se concertar.
Há casos, por exemplo que projetamos um para nós quando erramos, um Deus carrancudo, condenador, sendo pois o nosso inconsciente se achando necessitado de uma punição. É um mecanismo de defesa como um rápido reflexo, para de forma imediatista “ajudar” a transformar o nosso ser no ser queremos ser e não somos. Quando criamos um ser ideal, o que costuma ocorrer decorrente de nossos esforços próprios, é uma frustração enorme. E se cada vez que não conseguirmos alcançar o ideal de um “ser” que queremos ser, sendo que é exatamente, de forma muito irônica, um ser doente, falho, projetando um ser ideal, ficaremos cada vez mais frustrados, pois a obstinação do imperfeito o levará a uma imperfeição do tamanho de si mesmo e/ou maior. Só a obstinação de um Ser perfeito pode levar a perfeição, e isto foi por um ser perfeito de uma vez por todas. Romanos 7 é bom para este assunto. Como um ser doente, falho, com sua natureza imperfeita pode criar ou projetar para alcançar algo que realmente seja perfeito? Loucura! Não podemos dicotomizar, tricotomizar, policotomizar Deus em fragmentos de acordo com o que o nosso inconsciente diz que precisa, pois nosso inconsciente sendo imperfeito, como já dito, produzirá o imperfeito. Isto é um ciclo vicioso de tentativas e mais tentativas. Sem O Perfeito, é/será/sendo/foi em vão. Sendo o imperfeito do jeito que é, não consegue escolher o que é perfeito, por isso não foram os imperfeitos que escolheram O Perfeito, mas O Perfeito que escolheu e amou os imperfeitos segundo a sua benignidade. Não sou psicólogo, longe disto, é apenas uma metáfrase ontológica muito mal feita por um iniciante. Não é minha intenção explicar a totalidade infinita de Deus, são apenas gotas para que se entenda qualquer coisa do real. Adiante.
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