Palavra do leitor
20 de junho de 2011- Visualizações: 1358
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Ora vem e portanto ide
A volta de Jesus é, também, implicação escatológica do ide missionário: "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim". (Mc. 16.15).
Quem abre a boca para evocar a volta de Jesus precisa também abrir o coração e deixar que o Ide o incomode lá nas entranhas do ser. Aquele Ora vem, senhor Jesus! de João, no Apocalipse, não se cumpre, portanto, sem o Ide de Jesus, conforme registrado por Mateus, Marcos e Lucas.
João evocou a vinda enquanto ia. Foi indo que ele se viu extasiado com a suprema certeza da volta, já que na obediência ao Ide se quantifica a emoção esperançosa da volta daquele que nos ordenou ir, Jesus.
No terreno estreito da relação entre o vinde e o Ide João se comoveu, chorou copiosamente quando em visão ele não viu no céu, na terra ou debaixo da terra, um único ser digno de desvelar a história e nela interferir para o bem da humanidade. Alguém, porém, o consolou fazendo-o ver aquele a quem milhões de pessoas no mundo ainda não viu, a saber, o cordeiro. Mostraram-lhe um que era digno de abrir o livro e desatar os selos. João, então, passou a ver reinos que se sucediam, déspotas se elevando ao poder, gente enganando e sendo enganada, seres celestiais das mais variadas espécies e animais representativos. Ele viu a terra gemendo por causa da maldade humana, a indiferença imiscuindo-se diante da realidade, o terror vestido de mensageiro da paz, protagonizando guerras todos os dias, o dia todo. Viu a destruição eterna de satanás e de todos os seus comparsas. Viu a nova Jerusalém, o fim do mal e a felicidade eterna dos redimidos. Depois de tudo quanto viu, ele exclamou: “Amém. Ora vem, senhor Jesus”.
Devemos observar que o ora vem, em João, aconteceu num contexto de plena obediência ao portando Ide, de Jesus. Foi um Ora vem escapulido da boca de um ser incontido no chão do Portanto Ide.
A ilha de Patmos era geografia para o Portanto ide. João estava lá por causa do evangelho, da palavra, do testemunho, e não por força imperial. Sua evocação, portanto, não são meras palavras de alguém que contemplou uma tragédia, viu-se impotente diante dela, e em não desejando o afrontamento com o caos anunciado rogou a vinda de Jesus. Não, a evocação joanina vai muito além de suas próprias fronteiras umbilicais. É uma evocação missionária, cheia de entendimento do que é participar da missão de Deus no mundo imerso no maligno.
Muitíssima gente, no mundo inteiro, ainda não viu o cordeiro. São pessoas que seguem submergidas no mar da ignorância humana. Pessoas mortas em seus delitos e pecados, sem saberem qual o caminho a seguir.
Mostrar o cordeiro é mostrar o caminho. E a verdade. E a vida. Sim, o cordeiro, aquele imolado antes da fundação do mundo, ele é o caminho, a verdade e a vida. Fora dele o que reina é a angustia chorosa do ser que quer a vida eterna mas não sabe em quem ela está contida. Nesse contexto, a volta é um convite ao ide, pois quem exclama ora vem mas não diz eis-me aqui, não ama a volta de Jesus.
Jesus voltará e isso é fato-esperança para os que nEle crêem. Antes, porém, Ele nos mandou ir. O que faremos? Obedeceremos ao Ide ou nos folgaremos na certezinha religiosa da volta? Que na volta você e eu sejamos apanhados indo!!!!! Amém. Ora vem, senhor, Jesus.
Quem abre a boca para evocar a volta de Jesus precisa também abrir o coração e deixar que o Ide o incomode lá nas entranhas do ser. Aquele Ora vem, senhor Jesus! de João, no Apocalipse, não se cumpre, portanto, sem o Ide de Jesus, conforme registrado por Mateus, Marcos e Lucas.
João evocou a vinda enquanto ia. Foi indo que ele se viu extasiado com a suprema certeza da volta, já que na obediência ao Ide se quantifica a emoção esperançosa da volta daquele que nos ordenou ir, Jesus.
No terreno estreito da relação entre o vinde e o Ide João se comoveu, chorou copiosamente quando em visão ele não viu no céu, na terra ou debaixo da terra, um único ser digno de desvelar a história e nela interferir para o bem da humanidade. Alguém, porém, o consolou fazendo-o ver aquele a quem milhões de pessoas no mundo ainda não viu, a saber, o cordeiro. Mostraram-lhe um que era digno de abrir o livro e desatar os selos. João, então, passou a ver reinos que se sucediam, déspotas se elevando ao poder, gente enganando e sendo enganada, seres celestiais das mais variadas espécies e animais representativos. Ele viu a terra gemendo por causa da maldade humana, a indiferença imiscuindo-se diante da realidade, o terror vestido de mensageiro da paz, protagonizando guerras todos os dias, o dia todo. Viu a destruição eterna de satanás e de todos os seus comparsas. Viu a nova Jerusalém, o fim do mal e a felicidade eterna dos redimidos. Depois de tudo quanto viu, ele exclamou: “Amém. Ora vem, senhor Jesus”.
Devemos observar que o ora vem, em João, aconteceu num contexto de plena obediência ao portando Ide, de Jesus. Foi um Ora vem escapulido da boca de um ser incontido no chão do Portanto Ide.
A ilha de Patmos era geografia para o Portanto ide. João estava lá por causa do evangelho, da palavra, do testemunho, e não por força imperial. Sua evocação, portanto, não são meras palavras de alguém que contemplou uma tragédia, viu-se impotente diante dela, e em não desejando o afrontamento com o caos anunciado rogou a vinda de Jesus. Não, a evocação joanina vai muito além de suas próprias fronteiras umbilicais. É uma evocação missionária, cheia de entendimento do que é participar da missão de Deus no mundo imerso no maligno.
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Jesus voltará e isso é fato-esperança para os que nEle crêem. Antes, porém, Ele nos mandou ir. O que faremos? Obedeceremos ao Ide ou nos folgaremos na certezinha religiosa da volta? Que na volta você e eu sejamos apanhados indo!!!!! Amém. Ora vem, senhor, Jesus.
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