Palavra do leitor
17 de fevereiro de 2026- Visualizações: 571
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
O Paraíso da Sapucaí, o Messias sem a Cruz e os Cristãos enlatados
‘’Valer-se da liberdade de expressão para esconder as cloacas de imundícias, ainda assim, não altera o fato do que é’’.
Texto de João 3.17 e 2 Pedro 3.3
O desfile perpetrado ou realizado pela Escola de Samba Acadêmicos de Niterói ora envolta na temática compromissada a homenagear o atual Presidente da República, com o endosso e o aval premente de setores midiáticos, de representantes de instituições públicas e privadas, apresentou, em uma de suas abordagens, expressamente, uma alusão inclinadamente compromissada a rotular os cristãos como burlescos ou ridículos.
Diga-se de passagem, para bom entendedor basta, enlatados como referência paradigmática de estarem confinados a posturas retrógradas. Além disso, não cessa, por aqui, o pretenso verniz da alcunhada expressão popular, configurou-se como uma voraz declaração de galhofa ou de zombaria a quem não se adere aos preceitos de valores e de ideologias encabeçados por uma cultura progressista, por aqueles aderidos ao marxismo cultural e a suas nuances ou variantes.
Decerto, não ocorre, tão somente, agora, porque, a cada ciclo carnavalesco, percebe-se o avolumar de uma doutrinação, de uma catequese e de uma consubstanciação dogmática por execrar ou abominar, por escarnecer ou tripudiar, por regurgitar ou vomitar todo um amontoado de indiferenças, de hostilizações, de abusos e de canalhices no tocante a um ataque, inexoravelmente ou implacavelmente, corrosivo e para carcomer a fé cristã, as estruturas da cosmovisão cristã e os dos conteúdos ou dos princípios alicerçadores da maneira como os cristãos acreditam na construção, na coordenação e na condução da vida.
Anota-se, coube aos valores e ideias engendrados e esculpidos pelo Cristianismo, a condição para haver o promanar ou o florescer da liberdade de expressão, do Pluralismo Constitucional, da abertura para manifestação da liberdade de oposição e contestação.
Agora, onde está o epicentro desses ecos estridentes de repulsas a fé cristã?
A começar, circunscreve-se em sempre e como tem sido praxe a eleição, a escolha e a execução de nomear um espectro, grosso modo, os cristãos, com sua cosmovisão e com seus princípios as quais creditam e acreditam. Negar seria uma tolice, observa-se uma afronta colossal e impiedosa, com uma comunicação estampadamente legitimadora para considerar um lado como não valido, nem vigente e muito menos visível.
Vale dizer, ainda mais, não se concebe com excrescência ou algo inútil outras dimensões, mas a fé cristã, pautas de ordem conservadora, como algozes de quem preconiza poder trazer e estabelecer o Paraíso da Sapucaí, com os vetustos ou velhos slogans ou repertórios para os discursos de que podemos viver um novo tempo, por essas bandas mesmas.
Retomo o fio da meada, ao abordar os textos de João 3.17 (Não tomarão nome do Senhor, em vão) e 2 Pedro 3.3 (zombam não pela verdade e sim pelo escárnio). Sempre se torna de bom alvitre mencionar, a satirização quando se debruça pela verdade se converge numa ferramenta para fazer com que a sociedade reveja seus rumos. Em contrapartida, o pomo de discórdia se estriba na objetificação ou coisificação de um setor específico da sociedade para ser ofuscado, sufocado, solapado e se, porventura, houver possibilidade, riscado do mapa ou enlatado ao ostracismo ou ao banimento.
Texto de João 3.17 e 2 Pedro 3.3
O desfile perpetrado ou realizado pela Escola de Samba Acadêmicos de Niterói ora envolta na temática compromissada a homenagear o atual Presidente da República, com o endosso e o aval premente de setores midiáticos, de representantes de instituições públicas e privadas, apresentou, em uma de suas abordagens, expressamente, uma alusão inclinadamente compromissada a rotular os cristãos como burlescos ou ridículos.
Diga-se de passagem, para bom entendedor basta, enlatados como referência paradigmática de estarem confinados a posturas retrógradas. Além disso, não cessa, por aqui, o pretenso verniz da alcunhada expressão popular, configurou-se como uma voraz declaração de galhofa ou de zombaria a quem não se adere aos preceitos de valores e de ideologias encabeçados por uma cultura progressista, por aqueles aderidos ao marxismo cultural e a suas nuances ou variantes.
Decerto, não ocorre, tão somente, agora, porque, a cada ciclo carnavalesco, percebe-se o avolumar de uma doutrinação, de uma catequese e de uma consubstanciação dogmática por execrar ou abominar, por escarnecer ou tripudiar, por regurgitar ou vomitar todo um amontoado de indiferenças, de hostilizações, de abusos e de canalhices no tocante a um ataque, inexoravelmente ou implacavelmente, corrosivo e para carcomer a fé cristã, as estruturas da cosmovisão cristã e os dos conteúdos ou dos princípios alicerçadores da maneira como os cristãos acreditam na construção, na coordenação e na condução da vida.
Anota-se, coube aos valores e ideias engendrados e esculpidos pelo Cristianismo, a condição para haver o promanar ou o florescer da liberdade de expressão, do Pluralismo Constitucional, da abertura para manifestação da liberdade de oposição e contestação.
Agora, onde está o epicentro desses ecos estridentes de repulsas a fé cristã?
A começar, circunscreve-se em sempre e como tem sido praxe a eleição, a escolha e a execução de nomear um espectro, grosso modo, os cristãos, com sua cosmovisão e com seus princípios as quais creditam e acreditam. Negar seria uma tolice, observa-se uma afronta colossal e impiedosa, com uma comunicação estampadamente legitimadora para considerar um lado como não valido, nem vigente e muito menos visível.
Vale dizer, ainda mais, não se concebe com excrescência ou algo inútil outras dimensões, mas a fé cristã, pautas de ordem conservadora, como algozes de quem preconiza poder trazer e estabelecer o Paraíso da Sapucaí, com os vetustos ou velhos slogans ou repertórios para os discursos de que podemos viver um novo tempo, por essas bandas mesmas.
Retomo o fio da meada, ao abordar os textos de João 3.17 (Não tomarão nome do Senhor, em vão) e 2 Pedro 3.3 (zombam não pela verdade e sim pelo escárnio). Sempre se torna de bom alvitre mencionar, a satirização quando se debruça pela verdade se converge numa ferramenta para fazer com que a sociedade reveja seus rumos. Em contrapartida, o pomo de discórdia se estriba na objetificação ou coisificação de um setor específico da sociedade para ser ofuscado, sufocado, solapado e se, porventura, houver possibilidade, riscado do mapa ou enlatado ao ostracismo ou ao banimento.
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
17 de fevereiro de 2026- Visualizações: 571
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.
Ultimato quer falar com você.
A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.
PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.

Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Revista Ultimato
- +lidos
- +comentados
- Capítulo Final
- O método forense para se provar a ressurreição!
- Artemis: mitos entre nós e a Lua
- A marginalização social permanece
- Moscas mortas num frasco de perfume
- 900 aos 85, acolhido
- Vencendo a covardia nossa de cada dia!
- O evangelho de Cristo
- Conectados e solitários: o perigo do isolamento na vida cristã
- O Inimigo Silencioso – Porque Pecados Sutis são Perigosos?
(31)3611 8500
(31)99437 0043






