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Palavra do leitor

O Coronavírus, Deus e nós!

"As calamidades, as catástrofes e o caos nos trazem uma sentença: somos espaços a mercê."

Texto Áureo: Jó 40.9-14

O coronavírus alcança dimensões de impactos e efeitos, na vida das pessoas, pelo mundo. As mesmas demonstram seus receios e incertezas, a qual se abrem passagens para todas as variadas teorias conspiratórias, apocalípticas, como também o conhecido discurso de uma punição, lá do alto, devido as escolhas errôneas e equivocadas dos homens. Ora, a peste negra, ocorrida na Europa, há muitos séculos atrás, e outras mazelas de proporções descomunais, viram e mexem, sempre trazem de volta uma sentença implacável e impiedosa.

Agora, ao enfocar o coronavírus, chegamos a conclusão de atingir a todos, sem distinção de raça, de etnia, de credo, de condição social e econômica, cultural e sei lá mais o que. Então, como encarar um Deus de esperança e justiça, quando pessoas boas, não perfeitas, não são poupadas, não são preservadas, não são blindadas e acabaram, sim e sim, contaminadas pelo coronavírus? Será um ato de Deus de nos maltratar, sem privilegiar a ninguém? Será a confirmação das promessas de rumores de pestes, de guerras, de fome e toda uma pletora ou abundância de desgraças para o aceno do fim do mundo?

Em meio a isso, desde a minha infância, ouvia das pessoas sobre esses sinais, a qual eram como relâmpagos e lampejos da volta do Messias. Evidentemente, a finalidade do presente texto, aqui, de forma alguma, visa denegrir ou distorcer as escrituras sagradas. Não e não! Venho, aqui, apregoar uma Graça ora denominado do Deus ser humano Jesus Cristo, ocupado a permanecer, ao nosso lado, para nos ajudar e nos fazer ir adiante, com ânimo e inovação.

Vou além, embora o coronavírus esteja aí, não há como negar, ouso fazer o caminho de uma fé não compromissada a nos enredar em uma espiral de julgamento e perdão (ou seja, a humanidade, eu, você e nós, pisou na bola, logo, vou dar um corretivo, vou chamar a atenção deles, vou reiterar que estou vendo tudo). Isso seria o retrato de um Deus inseguro e confuso, cruel e mesquinho.

Diametralmente oposto, debruço-me naquele Deus inclinado a nos inundar de força e brandura para fazer nossa caminhada. Faz-se notar, ao discorrer sobre as narrativas da Bíblia, encontramos todo um emaranhado de abordagens sobre o órfão, a viúva, o estrangeiro, o pobre e apresenta-nos um Deus voltado para os mesmos, sem adentrar nos motivos, nas razões, nas justificativas porque se tornaram ou chegaram nessa situação.

Presumidamente, um Deus ser humano Jesus Cristo não muito afeito a lançar culpas e punições, a atribuir julgamentos e provações, simplesmente, chama-nos para sermos simpáticos, animarmos, fortalecermos, não desistir da vida, do próximo e de nós mesmos, que nos chama para mergulhar na compaixão e na misericórdia, na coragem e na integridade, em prol do aflito, do abalado, do contaminado, de chorarmos e nos indignarmos com tudo aquilo que degenera o ser humano.
São Paulo - SP
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