Palavra do leitor
27 de abril de 2011- Visualizações: 2883
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Nova perspectiva sobre Paulo
Em minhas andanças teológicas li esta semana um livreto de Michael B. Thompson com o título "A Nova perpectiva sobre Paulo." Na verdade essa nova perspectiva não é tão nova assim, já está no cenário evangélico há uns 30 anos, pelo menos nos lados dos EUA.
A Nova Perspectiva sobre Paulo é sustentada por E.P.Sanders, e discutida por J.D.G.Dunn e N.T.Wright que dentro deste escopo diferem em suas posições. Sanders sugere que o nosso entendimento tradicional protestante sobre Paulo, principalmente o relacionamento entre fé e obras na justificação, precisa ser revisado, porque foi influenciado e moldado pela Reforma.
Afirma que Lutero, por causa do abuso e falsas doutrinas dos papistas em relação as obras, indulgências e relíquias, descartou totalmente o papel das obras na justificação e que para entendermos Paulo nesse tema, precisamos deixar as lentes da Reforma de lado e entender o tema dentro do contexto judaico do período do segundo templo, sem mais influências teológicas externas.
Pode ser que tenhamos mais debates sobre o tema fé x obras na justificação, o que não deveria causar tanta polêmica visto que as Escrituras tão claramente ensinam que a Justificação é pela graça mediante a fé e não por obras. Somos declarados inocentes diante o tribunal divino pela graça de Deus e pelos méritos de Cristo Jesus,nosso Senhor.
Mas por mais que a doutrina já esteja enraizada no coração e seja elementar dentro do protestantismo, ainda vemos em alguns arraiais evangélicos uma tendência à justificação pelas obras, não declaradamente na ortodoxia, mas embutido na teologia popular, principalmente daqueles que advogam contra a Perseverança dos Santos dentro da Soterologia.
Nova perspectiva sobre Paulo dentro do tema justificação? Obras como parte da justificação? Continuo com a Bíblia e com a interpretação reformada.....SOLA FIDE!
A Nova Perspectiva sobre Paulo é sustentada por E.P.Sanders, e discutida por J.D.G.Dunn e N.T.Wright que dentro deste escopo diferem em suas posições. Sanders sugere que o nosso entendimento tradicional protestante sobre Paulo, principalmente o relacionamento entre fé e obras na justificação, precisa ser revisado, porque foi influenciado e moldado pela Reforma.
Afirma que Lutero, por causa do abuso e falsas doutrinas dos papistas em relação as obras, indulgências e relíquias, descartou totalmente o papel das obras na justificação e que para entendermos Paulo nesse tema, precisamos deixar as lentes da Reforma de lado e entender o tema dentro do contexto judaico do período do segundo templo, sem mais influências teológicas externas.
Pode ser que tenhamos mais debates sobre o tema fé x obras na justificação, o que não deveria causar tanta polêmica visto que as Escrituras tão claramente ensinam que a Justificação é pela graça mediante a fé e não por obras. Somos declarados inocentes diante o tribunal divino pela graça de Deus e pelos méritos de Cristo Jesus,nosso Senhor.
Mas por mais que a doutrina já esteja enraizada no coração e seja elementar dentro do protestantismo, ainda vemos em alguns arraiais evangélicos uma tendência à justificação pelas obras, não declaradamente na ortodoxia, mas embutido na teologia popular, principalmente daqueles que advogam contra a Perseverança dos Santos dentro da Soterologia.
Nova perspectiva sobre Paulo dentro do tema justificação? Obras como parte da justificação? Continuo com a Bíblia e com a interpretação reformada.....SOLA FIDE!
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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