Palavra do leitor
27 de março de 2026- Visualizações: 25
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Não há custo e nem benefício, mas há gratidão! e Deus não coloca bigorna no pescoço de ninguém!
O texto de Efésios 2.8 declara de o quanto houve a resolução de todo o estado de peso, a qual pairava sobre a humanidade, através do ato interventor e definitivo ora proporcionado por Jesus Cristo e nada mais. Nada mais de uma leitura de devo fazer algo, porque fui agraciado! Nada mais de perpetrar certas compensações rituais, em virtude de ter sido liberto! Nada mais de quebra-galhos! Nada mais de amuletos! Nada mais de intermediários! Nada mais de caricaturas beatificadas! Nada mais de medidas para tornar a salvação válida, legítima e consubstanciada! Nada disso, pela graça, por Jesus de Nazaré, pelo Logos Criativo e Preexistente, antes dos tempos eternos, assim, sem delongas, estabeleceu a abertura para consumar os vazios que sentenciavam o ser humano. Destarte, não há custo e nem benefício, mas há gratidão e, não por menos, adentra-se numa relação de pessoalidade por gratidão e não porque preciso provar. Assim sendo, nessa Graça, encontramos o salutar refúgio, o escutar atento, o mover acertado e pontual das palavras para a criação de novas realidades, de um novo tempo, de uma liberdade transformadora e restauradora, com a disruptura de todas as manifestações anuviadas das dimensões demoníacas e incumbidas de impor estados de desesperanças. Sim e sim, formos salvos pela graça, não pelos meus méritos, nem pela minha intensidade e muito menos por ser um preferido, simplesmente, consumou-se em favor de todo o ser humano. Decerto, possamos compreender de que a salvação já nos foi conferida e mesmo nos períodos de turbações, ainda diante desse cenário, há o espaço para trazer esse axioma ou essa marca incontestável para ir adiante, até o findar dos séculos.
Deus não coloca bigorna no pescoço de ninguém!
A expressão popular de que Deus não dá um fardo que não posso suportar, em hipótese nenhuma, se extraí do texto de 1 Coríntios 10.13. É bem verdade, isso nos ajuda a observar de que estamos sujeitos as vicissitudes ou as alternâncias nada apetecíveis, aqui, enquanto estivermos nesse oikos ou lugar comum da humanidade, tampouco como se Deus coloca-se bigorna ou situações para nos avaliar a todo instante. Presumidamente, o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo não coloca bigorna no pescoço de ninguém, embora esteja suscetível as nossas delimitações. De maneira lúgubre ou triste, elege-se ainda uma contemplação das aflições, como uma evidência de intimidade espiritual, mas isso não pode representar uma verdade plena. Faz-se notar, em momentos de tormentas cortantes, possamos nos abrir para esse Refúgio que tornou a Cruz da ignominia ou da vergonha vazia, o túmulo de um possível delírio, também, vazio, e ascendeu para nos amparar e elevar para um novo tempo, um novo tempo envolto a grandeza espacial e metafísica para demonstrar Sua Misericórdia, por cada um de nós, Salmos 147.5. Não paro nessa estação, devemos ir à direção desse refúgio, desse recomeçar, desse restaurar, sem reservas, sem justificativas, sem máscaras, grosso modo, na mais completa abertura para ser inundado pelo mover da paz que conserta, da paz que preenche e da paz que ajusta.
Deus não coloca bigorna no pescoço de ninguém!
A expressão popular de que Deus não dá um fardo que não posso suportar, em hipótese nenhuma, se extraí do texto de 1 Coríntios 10.13. É bem verdade, isso nos ajuda a observar de que estamos sujeitos as vicissitudes ou as alternâncias nada apetecíveis, aqui, enquanto estivermos nesse oikos ou lugar comum da humanidade, tampouco como se Deus coloca-se bigorna ou situações para nos avaliar a todo instante. Presumidamente, o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo não coloca bigorna no pescoço de ninguém, embora esteja suscetível as nossas delimitações. De maneira lúgubre ou triste, elege-se ainda uma contemplação das aflições, como uma evidência de intimidade espiritual, mas isso não pode representar uma verdade plena. Faz-se notar, em momentos de tormentas cortantes, possamos nos abrir para esse Refúgio que tornou a Cruz da ignominia ou da vergonha vazia, o túmulo de um possível delírio, também, vazio, e ascendeu para nos amparar e elevar para um novo tempo, um novo tempo envolto a grandeza espacial e metafísica para demonstrar Sua Misericórdia, por cada um de nós, Salmos 147.5. Não paro nessa estação, devemos ir à direção desse refúgio, desse recomeçar, desse restaurar, sem reservas, sem justificativas, sem máscaras, grosso modo, na mais completa abertura para ser inundado pelo mover da paz que conserta, da paz que preenche e da paz que ajusta.
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