Palavra do leitor
27 de janeiro de 2026- Visualizações: 729
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Não faço para ser abençoado e muito menos salvo!
"Ao fazer o bem, não se atente tanto para a intenção e o que isso vai me trazer de proveito, simplesmente, o que esse ato produz’’.
A parábola do bom Samaritano ora preconizado por Jesus, o Cristo, como resposta a capciosa ou ardilosa arguição entretecida pelo jurista da lei, estabelece uma reviravolta em nossas ações e reações. Afinal, muitos acreditam e defendem sobre a importância de cumprir os mandamentos de Deus, como um proceder de santificação e de uma forma de consagração, com o prescindir ou renunciar de nossos caprichos, de nossas vontades, de nossos intentos e tudo em concordância aos critérios normativos contidos nas escrituras sagradas.
Decerto, estamos, aqui, diante de uma leitura minimalista, com uma intenção imperativa categórica e obrigatória. Em contrapartida, ao desfiar os meandros ou os enredos da parábola do bom Samaritano, coloca-se o encontro entre vidas humanas e o que vale mais? Os títulos, as honrarias, as condições, o que nos distingue e nos diferencia?
Sem nenhuma delonga, Jesus, o Cristo, crava sobre o que vale mais e o que vale mais se firmar por ajudar quem precisa, ir em prol do excluído e o levantar, participar da restauração do consternado, do aflito, do desolado e do incrédulo. Não para por aqui, o bom Samaritano vai além de um conjunto de regramentos entre quem faz o bem para ser salvo, para ser abençoado, para ser protegido e para ser bem visto. Eis a resposta de Jesus, vai e faz o mesmo, vai e esse mandamento tem seu desfecho, tem seu corolário e tem seu efeito sobre o outro, sobre o mundo, sobre quem está ao meu redor ou não e como isso altera o roteiro, não é mesmo?
O interessante de que a parábola do bom Samaritano vai além da intenção, do por qual motivo faço, por não se resumir ao ato e sim ao que produz. Não se trata de se tornar santo ou mais santo, virtuoso ou mais virtuoso, bondoso ou mais bondoso, abençoado ou mais abençoado.
Simplesmente, não oro por alguém, não paro para ouvir alguém, não me disponho a ajudar alguém e não faço por ter sido ordenado.
Dou mais uma pinçada, alguém precisava, então, orei; alguém se encontrava adoecida, então, intercedi e a visitei; alguém se encontrava na solidão, então, procurei demonstrar que sua presença se faz presente; alguém enfrentava a desesperança, então, fui um andaime para elevá-la.
Atentemos o quanto Jesus descortina que uma vida de fé, de santidade, de espiritualidade e de moralidade transcende as cartas marcadas da religiosidade e das conveniências. Não espera a intenção ou o motivo ou a razão para fazer, por ser um preceito de ordem obrigatória, mas sim, tão somente, nada mais, faço, faço ao confortar o abatido, faço ao escutar o confuso, faço ao elevar o desiludido, faço ao apresentar um caminho de recomeços ao perdido, faço ao ajudar o debilitado, faço ao aliviar o solitário e o banido, faço ao não dizer nada e ficar ao lado.
Presumidamente, ao fazer, sem alienação e estupidez, o ato, em si mesmo, já configura a benção, a santificação, a consagração e a virtuosidade. Sempre se torna de bom alvitre, o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó e o Deus de toda a humanidade, mediante o ato sacrificial de Jesus, o Cristo, veio por nós e nos direciona de que as lágrimas não têm condição social, econômica, não tem religião, não pertence a esta ou aquela igreja, não se delimita a uma melanina, não se faz indiferente a está ou aquela pessoa, por causa de sua ideologia.
Além do mais, as lágrimas são locais, globais e sem fronteiras. Salienta-se de que a dor, a aflição, o receio, o medo e a insegurança atingem a quem crer e a quem não crer. De modo contínuo, a pobreza, a fome, a miséria, a violência, o abuso, a arbitrariedade, a injustiça são feixes de vergonha, seja para quem crer em Deus ou não. Quando olhamos para os lados e reconhecemos de que eu derramo lágrimas e você também; quando olhamos para os lados e percebemos que não somente nós sofremos; quando olhamos para os lados e não fugir da realidade de que decepcionamos e falhamos; quando olhamos para os lados e a vida nos diz sobre nossas fragilidades, nossas vulnerabilidades e debilidades, em resumo, tudo o que foi dito, acima, e muito mais, não se consolida na firme constatação de que somos tão comumente iguais?
Decerto, essas afirmações fincam as estacas dessa linguagem válida para todos e viável para todos, anota-se, inclusive, diga-se de passagem, com ênfase, aos denominados discípulos de Jesus, o Cristo, ‘’Estarei com ele quanto enfrentar atribulações’’ – Salmos 91: 15.
A parábola do bom Samaritano ora preconizado por Jesus, o Cristo, como resposta a capciosa ou ardilosa arguição entretecida pelo jurista da lei, estabelece uma reviravolta em nossas ações e reações. Afinal, muitos acreditam e defendem sobre a importância de cumprir os mandamentos de Deus, como um proceder de santificação e de uma forma de consagração, com o prescindir ou renunciar de nossos caprichos, de nossas vontades, de nossos intentos e tudo em concordância aos critérios normativos contidos nas escrituras sagradas.
Decerto, estamos, aqui, diante de uma leitura minimalista, com uma intenção imperativa categórica e obrigatória. Em contrapartida, ao desfiar os meandros ou os enredos da parábola do bom Samaritano, coloca-se o encontro entre vidas humanas e o que vale mais? Os títulos, as honrarias, as condições, o que nos distingue e nos diferencia?
Sem nenhuma delonga, Jesus, o Cristo, crava sobre o que vale mais e o que vale mais se firmar por ajudar quem precisa, ir em prol do excluído e o levantar, participar da restauração do consternado, do aflito, do desolado e do incrédulo. Não para por aqui, o bom Samaritano vai além de um conjunto de regramentos entre quem faz o bem para ser salvo, para ser abençoado, para ser protegido e para ser bem visto. Eis a resposta de Jesus, vai e faz o mesmo, vai e esse mandamento tem seu desfecho, tem seu corolário e tem seu efeito sobre o outro, sobre o mundo, sobre quem está ao meu redor ou não e como isso altera o roteiro, não é mesmo?
O interessante de que a parábola do bom Samaritano vai além da intenção, do por qual motivo faço, por não se resumir ao ato e sim ao que produz. Não se trata de se tornar santo ou mais santo, virtuoso ou mais virtuoso, bondoso ou mais bondoso, abençoado ou mais abençoado.
Simplesmente, não oro por alguém, não paro para ouvir alguém, não me disponho a ajudar alguém e não faço por ter sido ordenado.
Dou mais uma pinçada, alguém precisava, então, orei; alguém se encontrava adoecida, então, intercedi e a visitei; alguém se encontrava na solidão, então, procurei demonstrar que sua presença se faz presente; alguém enfrentava a desesperança, então, fui um andaime para elevá-la.
Atentemos o quanto Jesus descortina que uma vida de fé, de santidade, de espiritualidade e de moralidade transcende as cartas marcadas da religiosidade e das conveniências. Não espera a intenção ou o motivo ou a razão para fazer, por ser um preceito de ordem obrigatória, mas sim, tão somente, nada mais, faço, faço ao confortar o abatido, faço ao escutar o confuso, faço ao elevar o desiludido, faço ao apresentar um caminho de recomeços ao perdido, faço ao ajudar o debilitado, faço ao aliviar o solitário e o banido, faço ao não dizer nada e ficar ao lado.
Presumidamente, ao fazer, sem alienação e estupidez, o ato, em si mesmo, já configura a benção, a santificação, a consagração e a virtuosidade. Sempre se torna de bom alvitre, o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó e o Deus de toda a humanidade, mediante o ato sacrificial de Jesus, o Cristo, veio por nós e nos direciona de que as lágrimas não têm condição social, econômica, não tem religião, não pertence a esta ou aquela igreja, não se delimita a uma melanina, não se faz indiferente a está ou aquela pessoa, por causa de sua ideologia.
Além do mais, as lágrimas são locais, globais e sem fronteiras. Salienta-se de que a dor, a aflição, o receio, o medo e a insegurança atingem a quem crer e a quem não crer. De modo contínuo, a pobreza, a fome, a miséria, a violência, o abuso, a arbitrariedade, a injustiça são feixes de vergonha, seja para quem crer em Deus ou não. Quando olhamos para os lados e reconhecemos de que eu derramo lágrimas e você também; quando olhamos para os lados e percebemos que não somente nós sofremos; quando olhamos para os lados e não fugir da realidade de que decepcionamos e falhamos; quando olhamos para os lados e a vida nos diz sobre nossas fragilidades, nossas vulnerabilidades e debilidades, em resumo, tudo o que foi dito, acima, e muito mais, não se consolida na firme constatação de que somos tão comumente iguais?
Decerto, essas afirmações fincam as estacas dessa linguagem válida para todos e viável para todos, anota-se, inclusive, diga-se de passagem, com ênfase, aos denominados discípulos de Jesus, o Cristo, ‘’Estarei com ele quanto enfrentar atribulações’’ – Salmos 91: 15.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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