Palavra do leitor
09 de dezembro de 2025- Visualizações: 746
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
Hora de agradecer
Há duas palavras, melhor dizendo, dois sentimentos, quiçá duas atitudes que devem sempre estar presentes em nossas vidas, em todos os nossos procedimentos: perdão e agradecimento.
É inerente ao perdão: reconhecimento que errou/que pecou, arrependimento (Mt 4.17), confissão a Deus (Jo 1.9), confissão ao ofendido (Tg 5.16), abandono do pecado (Pv 28.13).
Li, certa feita, em um Devocionário Boa Semente, que "na hora de pedir, forma-se uma grande multidão, mas, na hora do agradecimento, poucos aparecem"; todavia, a Palavra de Deus nos ensina: "Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (1Ts 5.18).
Quando escrevo meus artigos, creio que Deus dá o "tema" e, também, dá o "texto" simultaneamente, ou seja, já estão ambos na mente, no coração, bastando apenas sentar em frente ao computador e digitar.
Há momentos nos quais é diferente; quando acordei o tema "agradecimento" já estava mexendo e questionando na minha mente: "agradecer o quê", pois, aparentemente, faltava o texto.
Após o desjejum fiz as atualizações bíblicas diárias em minhas redes sociais, mas faltava o texto e questionei novamente: "Senhor cadê o texto? inspira-me!"
Passou pela minha mente, enquanto ligava o computador, uma "estória" que circula nas redes sociais, cujo texto não memorizei, mas o contexto sim: a estória se refere a um rei que tinha como servo um homem cristão, muito temente a Deus, que agradecia a Deus por tudo.
O rei saiu para caçar e foi pego por um leão; questiona-se: "mas como se o servo havia orado rogando a Deus para poupar a vida do seu senhor?" - a fera chegou a comer um dos dedos da mão do monarca, mas o deixou caído e escapou.
Imediata e novamente o servo agradeceu a Deus, em voz alta, por ter atendido a sua oração; espantado, o rei, então, questionou: "como você agradece a Deus se eu fiquei sem um dos meus dedos?"
Tendo esquecido do incidente, tempos depois, o rei foi caçar novamente, quando foi aprisionado por uma tribo de canibais; o servo não foi pego pois estava escondido orando pelo rei; os canibais já estavam aquecendo a água, em um caldeirão, para fazer um belo prato com o corpo daquele monarca.
Para surpresa de todos a cerimônia foi interrompida, o cacique libertou o rei e disse que o seu deus não aceita como "sacrifício" uma pessoa com defeito; o rei, muito vaidoso e indignado, questionou: - "como com defeito? eu sou um homem perfeito!"
Foi a vez do canibal esclarecer que esse homem era imperfeito para o sacrifício tendo em vista que lhe faltava um dos dedos; o alívio foi completo!
Saindo do esconderijo, o servo encontrou o rei em fuga e, ouvindo dele a história, disse que ia orar agradecendo a Deus por ter o leão poupado a vida do monarca; sim, disse ele, não fosse o leão lhe ter comido o dedo e vossa majestade não teria sido preservado da panela da tribo canibal.
Retomando o assunto, eu tinha o tema, mas questionava pela falta do texto; aí o computador, finalmente, completou a inicialização e lá estava uma reflexão que há anos escrevi para o Devocionário da Igreja Metodista, "No Cenáculo", abaixo transcrito.
SEXTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2004
A mão de Deus
Leia Rm 8.26-39
Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28).
Em novembro de 2003, após três dias de cólicas, tivemos uma forte crise gastrointestinal. Por telefone, o endocrinologista recomendou medicação e dieta. No dia seguinte, a cardiologista não concordou, e recomendou uma consulta com um gastroenterologista.
Este especialista perguntou se havíamos ingerido algum alimento fora da rotina. Diante da resposta negativa, solicitou um exame denominado vídeo-colonoscopia.
O exame detectou um pólipo no intestino, mas o médico disse que tudo estava bem. Quando perguntado sobre a retirada do pólipo, ele respondeu: "Já foi retirado, por isso este exame é bom".
A posterior biópsia revelou que não havia aparência de malignidade.
Lembramos ao médico que estávamos tomando um remédio novo, receitado para enxaqueca. Ele atinou, então, com a razão da crise gastrointestinal, trocando a medicação.
Deus é fiel! Não fosse o remédio "errado", já substituído, não haveria a crise, não seria feito o exame e não se detectaria, precocemente, o pólipo, antes que pudesse se tornar maligno.
O próprio médico que receitara o medicamento reconheceu: "Graças a Deus que receitei um remédio errado".
ORAÇÃO: Senhor, Te agradecemos porque os Teus caminhos não são os nossos caminhos, e porque a Tua mão protetora está sempre agindo em favor dos que Te temem. Em nome de Jesus. Amém.
É inerente ao perdão: reconhecimento que errou/que pecou, arrependimento (Mt 4.17), confissão a Deus (Jo 1.9), confissão ao ofendido (Tg 5.16), abandono do pecado (Pv 28.13).
Li, certa feita, em um Devocionário Boa Semente, que "na hora de pedir, forma-se uma grande multidão, mas, na hora do agradecimento, poucos aparecem"; todavia, a Palavra de Deus nos ensina: "Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (1Ts 5.18).
Quando escrevo meus artigos, creio que Deus dá o "tema" e, também, dá o "texto" simultaneamente, ou seja, já estão ambos na mente, no coração, bastando apenas sentar em frente ao computador e digitar.
Há momentos nos quais é diferente; quando acordei o tema "agradecimento" já estava mexendo e questionando na minha mente: "agradecer o quê", pois, aparentemente, faltava o texto.
Após o desjejum fiz as atualizações bíblicas diárias em minhas redes sociais, mas faltava o texto e questionei novamente: "Senhor cadê o texto? inspira-me!"
Passou pela minha mente, enquanto ligava o computador, uma "estória" que circula nas redes sociais, cujo texto não memorizei, mas o contexto sim: a estória se refere a um rei que tinha como servo um homem cristão, muito temente a Deus, que agradecia a Deus por tudo.
O rei saiu para caçar e foi pego por um leão; questiona-se: "mas como se o servo havia orado rogando a Deus para poupar a vida do seu senhor?" - a fera chegou a comer um dos dedos da mão do monarca, mas o deixou caído e escapou.
Imediata e novamente o servo agradeceu a Deus, em voz alta, por ter atendido a sua oração; espantado, o rei, então, questionou: "como você agradece a Deus se eu fiquei sem um dos meus dedos?"
Tendo esquecido do incidente, tempos depois, o rei foi caçar novamente, quando foi aprisionado por uma tribo de canibais; o servo não foi pego pois estava escondido orando pelo rei; os canibais já estavam aquecendo a água, em um caldeirão, para fazer um belo prato com o corpo daquele monarca.
Para surpresa de todos a cerimônia foi interrompida, o cacique libertou o rei e disse que o seu deus não aceita como "sacrifício" uma pessoa com defeito; o rei, muito vaidoso e indignado, questionou: - "como com defeito? eu sou um homem perfeito!"
Foi a vez do canibal esclarecer que esse homem era imperfeito para o sacrifício tendo em vista que lhe faltava um dos dedos; o alívio foi completo!
Saindo do esconderijo, o servo encontrou o rei em fuga e, ouvindo dele a história, disse que ia orar agradecendo a Deus por ter o leão poupado a vida do monarca; sim, disse ele, não fosse o leão lhe ter comido o dedo e vossa majestade não teria sido preservado da panela da tribo canibal.
Retomando o assunto, eu tinha o tema, mas questionava pela falta do texto; aí o computador, finalmente, completou a inicialização e lá estava uma reflexão que há anos escrevi para o Devocionário da Igreja Metodista, "No Cenáculo", abaixo transcrito.
SEXTA-FEIRA, 09 DE JULHO DE 2004
A mão de Deus
Leia Rm 8.26-39
Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28).
Em novembro de 2003, após três dias de cólicas, tivemos uma forte crise gastrointestinal. Por telefone, o endocrinologista recomendou medicação e dieta. No dia seguinte, a cardiologista não concordou, e recomendou uma consulta com um gastroenterologista.
Este especialista perguntou se havíamos ingerido algum alimento fora da rotina. Diante da resposta negativa, solicitou um exame denominado vídeo-colonoscopia.
O exame detectou um pólipo no intestino, mas o médico disse que tudo estava bem. Quando perguntado sobre a retirada do pólipo, ele respondeu: "Já foi retirado, por isso este exame é bom".
A posterior biópsia revelou que não havia aparência de malignidade.
Lembramos ao médico que estávamos tomando um remédio novo, receitado para enxaqueca. Ele atinou, então, com a razão da crise gastrointestinal, trocando a medicação.
Deus é fiel! Não fosse o remédio "errado", já substituído, não haveria a crise, não seria feito o exame e não se detectaria, precocemente, o pólipo, antes que pudesse se tornar maligno.
O próprio médico que receitara o medicamento reconheceu: "Graças a Deus que receitei um remédio errado".
ORAÇÃO: Senhor, Te agradecemos porque os Teus caminhos não são os nossos caminhos, e porque a Tua mão protetora está sempre agindo em favor dos que Te temem. Em nome de Jesus. Amém.
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
09 de dezembro de 2025- Visualizações: 746
comente!- +A
- -A
-
compartilhar
QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.
Ultimato quer falar com você.
A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.
PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.

Opinião do leitor
Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta
Para escrever uma resposta é necessário estar cadastrado no site. Clique aqui para fazer o login ou seu cadastro.
Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.
Revista Ultimato
- +lidos
- +comentados
- O blá blá blá e Cartinha para Deus
- Mais que denominação: ser cristão é exalar vida e amor
- Hora de alegrar
- Hora de pregar
- Escuta impaciente
- A lei do mais forte e a paz
- O cristão num mundo da cultura do flerte e sedução
- O preconceito velado
- Se cada um abrir um ministério, quem serão os membros?
- Entre a fé e o preconceito: A igreja e o sofrimento mental
(31)3611 8500
(31)99437 0043






 copiar.jpg&largura=49&altura=65&opt=adaptativa)