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Palavra do leitor

Estamos esperando ou somos esperados?

Tenho dissertado a respeito do que todos conhecem como o "Tempo do Fim", expectativa criada pelos estudos e pregações denominados de escatológicos ou apocalípticos – pregações essas rigorosamente respaldadas na Palavra Profética de Deus; antes dessa ênfase em algumas denominações cristãs, pouco ou nada se falava a esse respeito nos púlpitos.

Para melhor entendimento, citarei o que, no estudo escatológico, ainda está para acontecer quanto à Palavra Profética de Deus:

• Acordo de Paz definitivo entre Israel e Árabes [com envolvimento de outras nações/ONU], acordo esse citado com clareza pela Palavra Profética (Daniel 9. 27); o prazo de vigência desse acordo é de 7 anos [7 semanas de anos];

• A primeira metade, de 3 ½ anos, é predita como de [aparente] "paz com segurança";

• Ocorrerá a apostasia [negação da fé]; "Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição" (2 Tessalonicenses 2.3).

• Na metade desse período, ou seja 3 ½ anos, os seguidores do Senhor Jesus [Igreja/Corpo de Cristo] seremos arrebatados para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens (1 Tessalonicenses 4.13-18); não é, ainda, a sua volta, Ele não pisa na terra, nós os convertidos a Ele é que subiremos;

• Retirada a Igreja [Corpo de Cristo], o antiCristo se manifesta e inicia tremenda perseguição e morte contra os que não foram arrebatados, principalmente os judeus; o próprio Senhor Jesus cita essa profecia de Daniel e destaca a "grande tribulação" que "desde o princípio do mundo até agora não tem havido, nem haverá jamais" (Mateus 24.15-28);

• Minha convicção de ser a Igreja que está detendo a manifestação do antiCristo se baseia no contexto bíblico que, em nenhum momento, se refere a qualquer outra pessoa ou instituição que será retirada da terra [arrebatada], mas tão somente nós, os seguidores do Senhor Jesus, primeiro os mortos em Cristo, depois os que estiverem vivos;

• O Senhor Jesus volta, pisa na terra – Monte das Oliveiras - (Zacarias 14.4), derrota o antiCristo com o sopro de sua boca (Apocalipse 2.8), e estabelece o seu Reino (Mateus 25.31-46) aqui, em nosso planeta, governando sobre todas as nações, a partir de Jerusalém.

Há, no meio cristão, grande expectativa pela volta do Senhor Jesus, embora, ainda, exista uma certa dificuldade, de muitos, em discernir o que é o "arrebatamento", quando o Senhor Jesus não pisa na terra, e o que é a "segunda vinda", quando Ele pisa no solo terreno e aqui permanece para estabelecer o seu Reino milenar.

É costume o cristão citar a expressão "Maranata" demonstrando uma certa ansiedade para que tudo se cumpra, sem demora; feita a citação deste vocábulo, alguns completam, como eu faço, "Ora vem Senhor Jesus", expressão que é exatamente o significado da palavra "Maranata".

A respeito dessa ansiedade, dessa expectativa, há um texto bastante relevante para o entendimento da comentada demora da volta do Senhor Jesus:

"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento" (2 Pedro 3.9).

Justifica-se o título deste artigo - "Estamos esperando ou somos esperados?" – a expectativa é quanto ao tempo do fim, quanto ao desfecho do cumprimento profético, quanto à demorada vinda do Senhor Jesus para reinar conosco (Apocalipse 20. 6) - conosco que anteriormente fomos arrebatados, fomos levados por Ele para morar, com Ele, na habitação por Ele preparada, conforme Sua própria promessa:

"Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, VOLTAREI E VOS RECEBEREI para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também" (João 14.2-3).

Refletindo melhor o texto de Pedro, não somos SÓ NÓS os que anseiam por esse dia, na expectativa de irmos morar com Ele, onde Ele está; creio, com uma convicção firme e clara, que é o Senhor Jesus quem, há 2000 anos, espera por nós, esperança essa de que todos se arrependam, todos alcancem o arrependimento, pois Deus não quer que nenhum pereça; sim Ele é longânimo!

Como em outro contexto em que Deus aguarda a plenitude dos gentios [povos não judeus] para voltar a cuidar dos israelitas (Romanos 11.25-32), também, no contexto do "Tempo do Fim" Ele espera que todos se arrependam [se convertam] para, só aí, com o "time" completo, estabelecer o seu Reino milenar, aqui na terra, sobre todas as nações, a partir de Jerusalém.

O Senhor Jesus, nosso Pastor, é quem espera, há 2000 anos, para que o seu rebanho esteja completo.

Ele orou ao Pai:

• Por mim;

• por você que agora lê;

• e concluiu: "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim [futuro] por intermédio da sua palavra" (João 17.20).
São Paulo - SP
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