Palavra do leitor
04 de abril de 2016- Visualizações: 1015
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Em favor da Missão e da Mesa da Comunhão
Não deixamos nossa “bagagem cultural” no estacionamento do templo quando nos reunimos como igreja. Nós a arrastamos para “dentro” da igreja. Veja o primeiro conflito de comunhão da igreja, ele foi de ordem cultural conforme nos conta Lucas em Atos 6.1. A centelha que revelou a tensão no convívio interno da igreja foi “a distribuição diária de alimento”, mas a questão de fato, refletia a tensão entre “sentimentos gregos e os sentimentos hebreus” (embora todos fossem judeus). O pano de fundo histórico-cultural, era uma tensão que já existia naqueles dias nas ruas de Jerusalém. Na continuidade da narrativa de Atos, vê-se a questão mais claramente ainda quando estoura a perseguição a igreja por parte das autoridades judaicas – Atos 6.14 e 8.1. Os judeus helenistas são os primeiros a fugir enquanto os apóstolos (judeus de hebraístas) permanecem em relativa “segurança” em Jerusalém.
Pois bem, tenho visto pelas redes sociais que a tensão das ruas de nosso Brasil – entre os favoráveis e os contrários ao impedimento da presidente Dilma - também chegou aos “bancos da Igreja”. De modo ilustrativo, me chama a atenção as duras criticas sobre o posicionamento do Pr Ariovaldo Ramos e o movimento da Missão Integral – que embora se relacionem, são realidades distintas. Assim como a igreja em Atos aprendeu a superar suas tensões de convivência – helenistas e hebraístas – pelo diálogo, nós também precisamos aprender a lidar com a distinção de nossos posicionamentos políticos, não permitindo que haja prejuízo em nossa unidade em Cristo. Pessoalmente, em minha “leitura” de nosso momento político, discordo do pr Ariovaldo Ramos e dos que assinaram o Manifesto, porém a execração do Pr Ariovaldo, da Missão Integral e de posicionamentos assemelhados, é errado. De fato, um pecado que fere a unidade que temos em Cristo. Não somos amigos e não estou “inscrito” no movimento MI mas tenho testemunho seguro de que se tratam de pessoas que tem procurado viver o evangelho do nosso Senhor Jesus de modo sério e responsável. Quando falarem da Palavra do Senhor e da Missão eu ainda pararei para escutá-los com apreço, embora discorde do Manifesto. São meus irmãos, admiráveis, no Senhor. O Evangelho de Cristo é o filtro que precisamos usar para que “o conflito das ruas” não se torne “o conflito da igreja” pois a comunhão da igreja deve estar assentada sobre o governo superior do Cristo. Que o mesmo Espírito que dirigiu a igreja em Atos nos guie hoje também, afim de que quando a “poeira que levantamos nas manifestações de rua” se assentar novamente nos chão da história ainda nos achemos aqui, como irmãos, compartilhando o pão na mesma mesa da comunhão da Graça de nosso Senhor Jesus.
Com antipatia crescente pelo atual governo brasileiro e seu partido, com mas com contínuo respeito pelo pr Ariovaldo e em favor da Missão, desejo Graça e Paz a todos !
Pois bem, tenho visto pelas redes sociais que a tensão das ruas de nosso Brasil – entre os favoráveis e os contrários ao impedimento da presidente Dilma - também chegou aos “bancos da Igreja”. De modo ilustrativo, me chama a atenção as duras criticas sobre o posicionamento do Pr Ariovaldo Ramos e o movimento da Missão Integral – que embora se relacionem, são realidades distintas. Assim como a igreja em Atos aprendeu a superar suas tensões de convivência – helenistas e hebraístas – pelo diálogo, nós também precisamos aprender a lidar com a distinção de nossos posicionamentos políticos, não permitindo que haja prejuízo em nossa unidade em Cristo. Pessoalmente, em minha “leitura” de nosso momento político, discordo do pr Ariovaldo Ramos e dos que assinaram o Manifesto, porém a execração do Pr Ariovaldo, da Missão Integral e de posicionamentos assemelhados, é errado. De fato, um pecado que fere a unidade que temos em Cristo. Não somos amigos e não estou “inscrito” no movimento MI mas tenho testemunho seguro de que se tratam de pessoas que tem procurado viver o evangelho do nosso Senhor Jesus de modo sério e responsável. Quando falarem da Palavra do Senhor e da Missão eu ainda pararei para escutá-los com apreço, embora discorde do Manifesto. São meus irmãos, admiráveis, no Senhor. O Evangelho de Cristo é o filtro que precisamos usar para que “o conflito das ruas” não se torne “o conflito da igreja” pois a comunhão da igreja deve estar assentada sobre o governo superior do Cristo. Que o mesmo Espírito que dirigiu a igreja em Atos nos guie hoje também, afim de que quando a “poeira que levantamos nas manifestações de rua” se assentar novamente nos chão da história ainda nos achemos aqui, como irmãos, compartilhando o pão na mesma mesa da comunhão da Graça de nosso Senhor Jesus.
Com antipatia crescente pelo atual governo brasileiro e seu partido, com mas com contínuo respeito pelo pr Ariovaldo e em favor da Missão, desejo Graça e Paz a todos !
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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