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Palavra do leitor

Edificando-nos um altar ao Senhor!

Tenho discorrido, recentemente, sobre a questão de dever ser a vida cristã uma prática de 24 horas diárias, de segunda a segunda-feira; sei que é difícil essa sadia e santa atitude da parte de qualquer pessoa, por mais sincera e dedicada que seja diante do nosso Deus e Pai; é o "bom culto", citado em artigo anterior, que devemos prestar a Deus a partir da saída do templo, dia após dias, em nossa vida diária.

Seria uma utopia?

Também já mencionei a questão do "fundamentalismo", assunto que, no meu entendimento, não é facilmente aceito pela maioria tendo em vista que há atos de terror praticados por adeptos de outra religião, os quais são atribuídos à uma "suposta" obediência cega ao livro de tal crença.

Tenho afirmado que esse povo é, de um modo geral, pacífico, de boa índole etc. – não se pode julgar "o todo" pela ação de uma minoria; seria o mesmo que nos julgar, os brasileiros, como criminosos, eis que há mais de uma perigosa facção criminosa, fortemente armada, atuando [e aterrorizando] no crime reinante em nossas grandes cidades.

Reportando-me à Palavra de Deus, ela nos mostra a vivência diária de vários grandes homens de Deus; por exemplo, Abraão em todos os lugares que chegava erigia um altar de adoração ao Senhor, era um homem fiel a Deus.

"Apareceu o Senhor a Abrão e lhe disse: Darei à tua descendência esta terra. Ali edificou Abrão um altar ao Senhor, que lhe aparecera" (Gênesis 12. 7).

"E Abrão, mudando as suas tendas, foi habitar nos carvalhais de Manre, que estão juntos a Hebrom; e levantou ali um altar ao Senhor" (Gênesis 13. 18).

Acho linda a expressão do salmista a respeito do altar:

"O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes; eu [encontrei], os teus altares, Senhor dos Exércitos" (Salmo 84. 3); e concluiu: "Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade" (verso 10).

Outros homens houve que também edificaram altares de adoração ao Senhor, como Abel, Noé, Elias, Moisés, Davi, Salomão, entre outros; era uma prática comum de adoração a Deus onde quer que esses homens estivessem; por certo, buscavam eles, em quaisquer lugares e momentos, plena comunhão com Deus – é, no meu entendimento, a prática diária, em todo o tempo, de obediência, de culto permanente ao Senhor; não eram santos na verdadeira acepção da palavra, tinham as suas falhas [pecados], mas estavam sempre buscando caminhar com Deus.

O nosso coração, como cristãos, deve ser um altar permanente para o oferecimento de sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus: "E não vos conformeis com este século [este mundo em outra versão], mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12.2); a Palavra de Deus afirma que somos "santuário" do Espírito Santo.

"Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos. Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo" (I Coríntios 6.19-20).

A Palavra de Deus nos ensina, nos exorta:

• "Sede santos como eu sou santo" (1Pedro 1.16),

• "Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste, que está nos céus" (Mateus 5. 48).

Não somos santos no sentido de "pureza", tentamos ser santos no sentido de "separados" para a obra de Deus; não somos perfeitos, jamais o seremos, mas devemos sempre estar buscando por isso: santificação e perfeição.

Temos que estar cultivando, permanentemente, essa pureza de coração, essa perfeição em nossos atos, palavras e pensamentos para que tais procedimentos sejam agradáveis a Deus e para a glória dEle:

"Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1Coríntios 10.31).

Tenho dito, nos últimos tempos, que devemos agir sob esse lema, sob esse princípio ditado pela Palavra de Deus; sim, ao pensarmos em fazer algo, devemos primeiro nos perguntar: "isso glorifica a Deus?" - se a resposta for negativa, então devemos abandonar a ideia.

Abrir mão de um prazer insignificante e passageiro é mais sadio do que a prática de atos que Deus abomina, de procedimentos que entristecem o Seu [dEle] coração.

Sem prejuízo de nossas atividades seculares [trabalho, estudo, família, lazer etc.] nossas atitudes devem sempre ser um culto a Deus, uma edificação do nosso coração tornando-o um altar dedicado ao nosso Deus.

"Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas" [seja isso o que ocupe o vosso pensamento", diz outra versão]. (Filipenses 4.8 NVI).

Não! Não é utopia!

Pense nisto!
São Paulo - SP
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