Palavra do leitor
28 de outubro de 2020- Visualizações: 1983
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As Tartarugas Partidárias foram preservadas e proliferadas
As tartarugas partidárias são um bom exemplo de como atrapalhar o prosseguimento político orgânico e conciso, visando o bem estar de toda a coletividade, como o respeito de opinião adversa.
Entre o "mito bolsonarista e o mito do eterno retorno lulista", o Brasil diante de um cenário pandêmico de Covid-19 se tornou palco de escatologias partidárias, que lutam dentro de suas ideologias funestas pelo apoio de boa parcela da sociedade civil, que entre fake news, expôs um portentoso desequilíbrio mental argumentativo, que está sendo atordoado, por discursos de poder e ódio e um pouco de "mimimi" exacerbado populacional.
O Poder Executivo, sendo colocado como uma fração informacional de distorção da realidade, tanto da extrema direita como da extrema esquerda, que desabusam de artimanhas de convencimentos fanáticos, alvejando serem donos da razão, e assim conter um escopo para atacar o lado adversário, sem ética e respeito pelo livre – pensar.
E nessa campanha política de "confronto direto", tem sido a tônica das eleições municipais, que e submete a um novo tipo de autoritarismo, contendo a tônica de fanatismo e intolerância, movendo massas por um sentimento de percebimento individual em ser "olhado e tocado taumaturgicamente", por preceptores doutrinários que usurpam o limiar da democracia tripartite de Montesquieu, base da estrutura do Estado Federativo brasileiro.
O Fascismo em sua genealogia com Benito Mussolini, foi um artefato de deterioração de medidas estatais concisas, assim como o Bolchevismo, que herdou a tradição autoritária da monarquia czarista, dando exemplos sórdidos de desrespeito pela vida alheia, com seus críticos sendo enviados para a Sibéria, ou alguma cova rasa.
E o que presenciamos hoje no Brasil, é um oportunismo de individuação "excremental", pois as "tartarugas partidárias e suas proles", vestidas de defensores da legalidade com "probos" de escárnios intelectuais, beirando uma idiotice patológica, somente querem promulgar seus tecnicismos de convencimento, com trocas de farpas, desviando-se do principio helenístico de que a Política está destinada ao convívio e choque de opiniões e confrontos de pensamentos e virtudes, tanto para lados situacionistas como oposicionistas.
Ou seja, a passos lentos e muito lentos, vemos exéquias da ignorância generalizada nas Eleições Municipais proclamadas sucintamente, enquanto massiçamente sofremos com a destruição de nossos biomas e recursos naturais com incêndios predatórios, com uma educação escolar fuleira, universidades com briguinhas patéticas confundindo ativismos com achismos e dogmatismos, e boa parcela das pessoas sendo coagidas "á direita e a esquerda", por espertalhões "tartarugueses pára-idealistas", contendo o cérebro do tamanho de um jabuti, e o ‘idolatrismo", com o tamanho de seu casco.
O bom de tudo isso, é que o IBAMA conseguiu reproduzir, a proliferação de tartarugas, tanto na terra como no mar, e desafiando as leis biológicas pelo "ar", e com um detalhe especial mutacional, sendo bípedes.
As Tartarugas estão reinando, e o brasileiro só se queimando, literalmente
Entre o "mito bolsonarista e o mito do eterno retorno lulista", o Brasil diante de um cenário pandêmico de Covid-19 se tornou palco de escatologias partidárias, que lutam dentro de suas ideologias funestas pelo apoio de boa parcela da sociedade civil, que entre fake news, expôs um portentoso desequilíbrio mental argumentativo, que está sendo atordoado, por discursos de poder e ódio e um pouco de "mimimi" exacerbado populacional.
O Poder Executivo, sendo colocado como uma fração informacional de distorção da realidade, tanto da extrema direita como da extrema esquerda, que desabusam de artimanhas de convencimentos fanáticos, alvejando serem donos da razão, e assim conter um escopo para atacar o lado adversário, sem ética e respeito pelo livre – pensar.
E nessa campanha política de "confronto direto", tem sido a tônica das eleições municipais, que e submete a um novo tipo de autoritarismo, contendo a tônica de fanatismo e intolerância, movendo massas por um sentimento de percebimento individual em ser "olhado e tocado taumaturgicamente", por preceptores doutrinários que usurpam o limiar da democracia tripartite de Montesquieu, base da estrutura do Estado Federativo brasileiro.
O Fascismo em sua genealogia com Benito Mussolini, foi um artefato de deterioração de medidas estatais concisas, assim como o Bolchevismo, que herdou a tradição autoritária da monarquia czarista, dando exemplos sórdidos de desrespeito pela vida alheia, com seus críticos sendo enviados para a Sibéria, ou alguma cova rasa.
E o que presenciamos hoje no Brasil, é um oportunismo de individuação "excremental", pois as "tartarugas partidárias e suas proles", vestidas de defensores da legalidade com "probos" de escárnios intelectuais, beirando uma idiotice patológica, somente querem promulgar seus tecnicismos de convencimento, com trocas de farpas, desviando-se do principio helenístico de que a Política está destinada ao convívio e choque de opiniões e confrontos de pensamentos e virtudes, tanto para lados situacionistas como oposicionistas.
Ou seja, a passos lentos e muito lentos, vemos exéquias da ignorância generalizada nas Eleições Municipais proclamadas sucintamente, enquanto massiçamente sofremos com a destruição de nossos biomas e recursos naturais com incêndios predatórios, com uma educação escolar fuleira, universidades com briguinhas patéticas confundindo ativismos com achismos e dogmatismos, e boa parcela das pessoas sendo coagidas "á direita e a esquerda", por espertalhões "tartarugueses pára-idealistas", contendo o cérebro do tamanho de um jabuti, e o ‘idolatrismo", com o tamanho de seu casco.
O bom de tudo isso, é que o IBAMA conseguiu reproduzir, a proliferação de tartarugas, tanto na terra como no mar, e desafiando as leis biológicas pelo "ar", e com um detalhe especial mutacional, sendo bípedes.
As Tartarugas estão reinando, e o brasileiro só se queimando, literalmente
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