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Palavra do leitor

A questão do cão orelha e do Profeta Jonas, o que nos ensina?

"O amor pelas pessoas deve estar vivo no coração e na alma; um amor por todas as pessoas e por todas as nações, expresso no anseio por seu desenvolvimento espiritual e material... Louvai ao Eterno, proclamai o Seu Nome! Divulgai entre as nações os Seus feitos. (1 Crônicas 16.8).

‘’O amor firmado em Jesus, o Cristo, nos convoca para se importar com quem está ao meu lado ou não, num movimento intenso e enraizado de fazer isso, mediante a verdade’’.

O evento recente sobre o cachorro orelha, levado a morte através de ações e de atos cruéis cometido por adolescentes, como todas as evidências apontam para isso, me faz a considerar se, verdadeiramente, sou guardião de que e de quem? Vou adiante, até que momento e instância ou grau ou realidade sou responsável pela realidade que me rodeia, como pela que não me rodeia, por você e por esse oikos? É bem verdade se considerar responsável por situações equidistantes de nós, sinceramente, não seria despautério ou despropósito, ilógico, abstruso ou confuso e místico? Não seria demais aceitar a ideia de ser guardião do ser humano, da natureza, de um animal e de sei lá mais o que? A partir dessas pinçadas, chego ao Profeta Jonas e suas contradições e ironias. Deve ser anotado, o Profeta Jonas parecia estar num beco sem saída, destinado para ir até Nínive, um local composto por um povo aversivo a sua fé, a sua cultura, a sua moralidade e a sua consciência de justiça. A leitura de Jonas se consistia se, porventura, escutassem o alerta de Deus, então, seriam poupados e poderiam prosseguir em vindouras ou futuras iniquidades ou a resposta seria de indiferença. Observa-se, a missão desse profeta aparenta não trazer nenhuma finalidade coerente e as probabilidades se reportavam para consequências deploráveis em face de Jonas. A resposta do mensageiro de Deus se consistiu em fugir e fazer outro caminho – "Daqui a quarenta dias Nínive será subvertida!’’ e a resposta enviado ao profeta – ‘’Tu, tiveste compaixão a aboboreira, pela qual não trabalhaste nem fizeste crescer, que nasceu numa noite e numa noite pereceu. Acaso Eu não haveria de ter compaixão da grande cidade de Nínive, na qual há mais de cento e vinte mil pessoas que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua esquerda, e também muito gado?’’, Jonas 4.10-11. Presumidamente, a tônica do livro de Jonas nos envia para confirmação de que todos são imagem e semelhança de Deus, são seres humanos, são pessoas e merecedoras de serem alcançadas pela justiça e pela esperança, pelo arrependimento e pelo recomeçar. Atentemos, nenhuma dessas afirmações dependem de ser desse povo, de estar nessa fronteira, de pertencer a essa religião, de fazer parte de um contexto histórico e étnico, de crer ou não em Deus (Deus ‘’é bom para com todos e o manifesta através de todos os Seus feitos’’, Salmos 145:9). Não há como negar, somos chamados para exercermos a nossa responsabilidade, a partir de nós, mas sem desprezar ser um eco de respeito a vida, Isaías 42:6 – uma luz para as nações, Jeremias 1: 5 – um profeta para as nações, e, em suma, há um vaticinar, em todo o desdobrar, com o seu consubstanciar em Jesus, o Cristo, porque Este será Rei sobre toda a terra; naquele dia, o Eterno será um em Seu Nome, um – Zacarias 14:9. O livro de Jonas ensina de como o particularismo, a presença curativa dessa Maravilhosa Graça, em nosso ser, pode se desembocar num movimento de universalidade, como as duas faces de uma mesma moeda. Eis as palavras do Profeta Malaquias 1:11 - ‘’Desde o nascer do sol até quando desaparece no horizonte, a grandeza de Meu Nome é reconhecida por todas as nações’’. Sempre se torna de bom alvitre ressaltar, o evangelho de Jesus, o Cristo, o liame, a ligação, a interligação entre o antigo e o novo testamento, desvela e escancara o Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo, aliás, profundamente ocupado com a humanidade, comigo e com você. Diga-se de passagem, manifestou-se como ser humano, em função de estar susceptível de que as lágrimas são particulares e universais, como também, o mandamento para não se conformar com isso. O livro de Jonas descortina pessoas, embora carreguem títulos e nomeações do alto, que leem a fé como se estivesse dentro de uma casa, com as janelas, com as portas e tudo fechado. Entrementes, o evangelho de Jesus, o Cristo, age como aberturas para observar o mundo ao meu redor e reconhecer de que vai além do meu umbigo. Além disso, faz-nos ver a presença do Deus Teísta Ser Humano Jesus Cristo na face do outro, do próximo, do diferente, do distinto, do divergente, do desconhecido, das lágrimas de quem perdeu, das lamentações de quem foi esquecido, das indignações de quem não se conforma com atos de crueldade e injustiças.
São Paulo - SP
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