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20 de novembro de 2007- Visualizações: 3077
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Tratamento contra Aids é mais acessível a adultos
(ADITAL) A duas semanas da comemoração pelo Dia Mundial de Combate a Aids, celebrado no dia 1 de dezembro, representantes do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) e da Onusida denunciam a existência de discriminação no tratamento médico a crianças portadoras do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids). Em informações concedidas ao jornal Nuevo Diário, da Nicarágua, os representantes revelaram que o maior parte dos tratamentos é destinado a pacientes adultos.
De acordo com o jornal, o diretor regional da Unicef para América Latina e Caribe, Nils Kastberg, destacou que na região, "ao redor de 75% dos adultos com HIV têm acesso ao tratamento,mas no caso das crianças o acesso não chega nem a 35%". Já a representante da Unicef na Nicarágua, Débora Cominni, fez um chamado às mães e, principalmente, às adolescentes para realizarem testes de HIV, com base no dado de 70% dos adolescentes infectados são mulheres.
Os dois representantes das instituições internacionais pediram políticas públicas de atenção a estes pacientes, entre elas, a garantia de que os testes de detecção da Sida cheguem até as áreas mais distantes do país, com a finalidade de os bebês de mães infectadas recebam medicamentos anti-retrovirais antes do nascimento.
Para prevenir uma pandemia na região da Nicarágua, o coordenador residente das Nações Unidas, Alfredo Missair, sugere que a mensagem de combate ao vírus seja direcionada aos jovens, para que estes propaguem a mensagem para outras pessoas. Atualmente, estima-se que haja cerca de 55 mil infectados com o vírus na América Central menores de 15 anos, e destes, 70% são meninas e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual comercial.
No mundo, pelo menos 40 milhões de pessoas vivem com o HIV e a Sida. Somente na América Latina se encontram 1,9 milhão de infectados, entre os quais estão 47 mil meninos e meninas portadores da doença. As mulheres são as mais afetadas. Elas representam 51% das pessoas adultas que vivem com o vírus.
Ainda hoje a doença é vista como um problema exclusivo de homossexuais, o que contribui para a feminização da doença. Entre o ano 2003 e 2006 a cifra de mulheres com o vírus cresceu cerca de 10% na América Latina, especialmente e de maneira alarmante entre os jovens, que representam mais de 60% de todos os
infectados de 15 e 24 anos. Aproximadamente 80% das mulheres infectadas na América Latina contraíram o vírus de seu marido ou par estável.
De acordo com o Ministério da Saúde (Minsa) do Peru, de 1983 até o fim de 2006 foram registrados 18.733 casos de Sida e 26.025 infecções por VIH. Estima-se que cerca de 60 mil peruanos teriam o vírus sem saber e se apresentar sintomas.
Fonte: www.adital.com.br
De acordo com o jornal, o diretor regional da Unicef para América Latina e Caribe, Nils Kastberg, destacou que na região, "ao redor de 75% dos adultos com HIV têm acesso ao tratamento,mas no caso das crianças o acesso não chega nem a 35%". Já a representante da Unicef na Nicarágua, Débora Cominni, fez um chamado às mães e, principalmente, às adolescentes para realizarem testes de HIV, com base no dado de 70% dos adolescentes infectados são mulheres.
Os dois representantes das instituições internacionais pediram políticas públicas de atenção a estes pacientes, entre elas, a garantia de que os testes de detecção da Sida cheguem até as áreas mais distantes do país, com a finalidade de os bebês de mães infectadas recebam medicamentos anti-retrovirais antes do nascimento.
Para prevenir uma pandemia na região da Nicarágua, o coordenador residente das Nações Unidas, Alfredo Missair, sugere que a mensagem de combate ao vírus seja direcionada aos jovens, para que estes propaguem a mensagem para outras pessoas. Atualmente, estima-se que haja cerca de 55 mil infectados com o vírus na América Central menores de 15 anos, e destes, 70% são meninas e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual comercial.
No mundo, pelo menos 40 milhões de pessoas vivem com o HIV e a Sida. Somente na América Latina se encontram 1,9 milhão de infectados, entre os quais estão 47 mil meninos e meninas portadores da doença. As mulheres são as mais afetadas. Elas representam 51% das pessoas adultas que vivem com o vírus.
Ainda hoje a doença é vista como um problema exclusivo de homossexuais, o que contribui para a feminização da doença. Entre o ano 2003 e 2006 a cifra de mulheres com o vírus cresceu cerca de 10% na América Latina, especialmente e de maneira alarmante entre os jovens, que representam mais de 60% de todos os
infectados de 15 e 24 anos. Aproximadamente 80% das mulheres infectadas na América Latina contraíram o vírus de seu marido ou par estável.
De acordo com o Ministério da Saúde (Minsa) do Peru, de 1983 até o fim de 2006 foram registrados 18.733 casos de Sida e 26.025 infecções por VIH. Estima-se que cerca de 60 mil peruanos teriam o vírus sem saber e se apresentar sintomas.
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