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18 de novembro de 2008- Visualizações: 2196
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Dinheiro para salvar bancos e financeiras é um escândalo, diz Conic
(ALC) A destinação de mais de 2 trilhões de dólares pelos governos dos Estados Unidos, da União Européia e da China para salvar bancos, financeiras e companhias de seguro da crise é um escândalo, diz a carta da 13ª. Assembléia Geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), dirigida às congregações.
A carta compara aquele montante com a “reposta pífia” que os países membros da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) deram ao apelo do seu diretor, Jacques Diouf, para minorar a escassez de alimentos no mundo, que ameaça quase 1 bilhão de pessoas. Dos 22 bilhões de dólares aprovados a FAO recebeu apenas 2 bilhões de dólares.
A Assembléia do Conic esteve reunida, de 13 a 15 de novembro, em Luziânia, Goiás, sob o tema “Água, fonte de vida e de paz”. A água, elemento mais necessário à vida, está ameaçada pela crescente degradação ambiental, pelo seu uso predatório, pelo desperdício e pela “sua conversão no mais rentável negócio internacional nos dias de hoje, ao mesmo tempo em que escasseia para os mais pobres”.
O Conic proclama que a água é um dom de Deus destinado a toda a Criação, por isso trata-se de um bem público inalienável. Estados e comunidade internacional devem assegurar o acesso prioritário de todos os seres humanos à água limpa e potável, “a um custo suportável pelos mais pobres e vulneráveis”. A carta condena todas as formas de privatização das fontes e mananciais e pede a despoluição de rios e mares.
Também apóia a construção de 1 milhão de cisternas no semi-árido nordestino e insiste que o acesso à água deve ser assegurado para o uso humano “e só depois para a indústria e o agronegócio, que monopolizam atualmente 90% da água disponível no país”. A carta enfatiza que “Deus apresenta-se uma vez mais como defensor do pobre, do órfão, da viúva e do imigrante, cujo clamor Ele escuta”.
A Assembléia de Luziânia analisou a configuração do movimento ecumênico mundial e o papel do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e dos conselhos regionais e nacionais. Ela conclamou as igrejas-membros a intensificar a formação ecumênica de lideranças e fiéis. Duas igrejas foram acolhidas no quadro de membros plenos do Conic: a Igreja Ortodoxa Grega, Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, e a Igreja Ortodoxa Antioquia do Brasil.
Integram o Conic as igrejas Católica Apostólica Romana, Cristã Reformada, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Siriana Ortodoxa de Antioquia, Presbiteriana Unida, e as duas novas igrejas.
Fonte: www.alcnoticias.org
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• Felizes os que têm fome
• As vacas de Basã e o touro de Wall Street
A carta compara aquele montante com a “reposta pífia” que os países membros da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) deram ao apelo do seu diretor, Jacques Diouf, para minorar a escassez de alimentos no mundo, que ameaça quase 1 bilhão de pessoas. Dos 22 bilhões de dólares aprovados a FAO recebeu apenas 2 bilhões de dólares.
A Assembléia do Conic esteve reunida, de 13 a 15 de novembro, em Luziânia, Goiás, sob o tema “Água, fonte de vida e de paz”. A água, elemento mais necessário à vida, está ameaçada pela crescente degradação ambiental, pelo seu uso predatório, pelo desperdício e pela “sua conversão no mais rentável negócio internacional nos dias de hoje, ao mesmo tempo em que escasseia para os mais pobres”.
O Conic proclama que a água é um dom de Deus destinado a toda a Criação, por isso trata-se de um bem público inalienável. Estados e comunidade internacional devem assegurar o acesso prioritário de todos os seres humanos à água limpa e potável, “a um custo suportável pelos mais pobres e vulneráveis”. A carta condena todas as formas de privatização das fontes e mananciais e pede a despoluição de rios e mares.
Também apóia a construção de 1 milhão de cisternas no semi-árido nordestino e insiste que o acesso à água deve ser assegurado para o uso humano “e só depois para a indústria e o agronegócio, que monopolizam atualmente 90% da água disponível no país”. A carta enfatiza que “Deus apresenta-se uma vez mais como defensor do pobre, do órfão, da viúva e do imigrante, cujo clamor Ele escuta”.
A Assembléia de Luziânia analisou a configuração do movimento ecumênico mundial e o papel do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e dos conselhos regionais e nacionais. Ela conclamou as igrejas-membros a intensificar a formação ecumênica de lideranças e fiéis. Duas igrejas foram acolhidas no quadro de membros plenos do Conic: a Igreja Ortodoxa Grega, Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, e a Igreja Ortodoxa Antioquia do Brasil.
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Fonte: www.alcnoticias.org
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