Palavra do leitor
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Nossa primeira Grande Co-Missão
Vós sois o sal da terra e a luz do Mundo – Sermão do Monte
Não é raro as pessoas imaginarem que ser cristão signifique simplesmente possuir um padrão ético elevado. Assim eles, que não professam a fé cristã, não excitam em sentenciar: "Sou mais cristão que muitos outros cristãos..."
Ser cristão é, antes de tudo, ser salvo, redimido, perdoado, nascido de novo. É uma questão que envolve fatos protagonizados por Deus de forma unilateral – ao entregar seu Filho para morrer na cruz, ressuscitá-lo dentre os mortos e ascendê-lo aos céus.
Para um indivíduo adentrar, porém, nesse universo ele precisa crer nessa revelação. Ele tem que confiar na Palavra divina e render-se a ela, render-se incondicionalmente a Ele. Isto é o que o Evangelho chama de Metanoia, de arrependimento, de mudança de mentalidade. É isto que, em primeira linha, faz de uma pessoa qualquer um cristão: sua fé. E isto é extremamente virtuoso. Pois envolve muita humildade, ou nos lábios de Jesus: pobreza de espírito.
O difícil e complicado é que muitos ficam à procura de sinais visíveis dessa conversão. O que certificaria de forma visível que alguém é nascido de novo? O único sinal visível e categórico que nos é dado é o batismo. Não há outro.
Pelos frutos é que conhecemos a árvore – não é mesmo? Quando Jesus fala dos frutos, ele começa com: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas". Seu foco está nos líderes ou profetas falsos, não no cristão comum. Precisamos examinar e provar os frutos de quem está à frente – segundo Jesus.
Já para o rebanho em geral, Jesus usa outra parábola – a do trigo e do joio. E segundo Jesus mesmo, não se pode separar um de outro até que venha o dia do juízo.
Então como fica a questão da ética no universo cristão?
Sem dúvida é central e merece toda nossa atenção e esforço. O próprio Cristo irá elevar ao máximo os padrões éticos para o cidadão do Reino dos Céus.
Quando o Senhor ordena "ide e fazei e pregai", Ele está dando uma missão para aqueles que eram discípulos. A mesma missão que deu no sermão do monte: "Vocês são luz, então brilhem! Não se escondam, deixando de ser o que vocês já são. Vocês já são sal, temperem! E não percam o seu gosto!"
Tanto o trigo ou uma boa árvore só produzem bons frutos porque são de boa natureza. Tanto o sal como a luz estão contribuindo para o ambiente a sua volta que são insípidos e/ou escuros. O sal e a luz não transformam a natureza do mundo à sua volta. Eles não transformam toda a terra em sal e todo o mundo em luz. Mas eles melhoram consistentemente a qualidade daqueles ambientes só com a sua simples presença e ação inerente do seu ser.
Embora o cristão deva possuir um padrão ético elevado, e na prática ele possui, esse padrão não pode ser medido com uma régua humanista qualquer, de uma lista moralista de faça e não faça.
Ser cristão significa simplesmente ser:
– Chamado, escolhido, salvo, redimido, perdoado, justificado, santificado, regenerado, ser sal e ser luz. É sermos e nem tanto fazermos ou falarmos – o fazer e o falar serão expressões lógicas e inevitáveis do ser. Essas expressões no início se mostrarão frágeis e imperfeitas, mas com o tempo devem ser aprimoradas. Qualquer outra coisa fora disso não passará de mera hipocrisia.
Por isso a primeira grande co-missão do cristão é essencialmente ser ele mesmo – em Cristo.
"Procurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, vós tereis paz". Jeremias 29.7
Não é raro as pessoas imaginarem que ser cristão signifique simplesmente possuir um padrão ético elevado. Assim eles, que não professam a fé cristã, não excitam em sentenciar: "Sou mais cristão que muitos outros cristãos..."
Ser cristão é, antes de tudo, ser salvo, redimido, perdoado, nascido de novo. É uma questão que envolve fatos protagonizados por Deus de forma unilateral – ao entregar seu Filho para morrer na cruz, ressuscitá-lo dentre os mortos e ascendê-lo aos céus.
Para um indivíduo adentrar, porém, nesse universo ele precisa crer nessa revelação. Ele tem que confiar na Palavra divina e render-se a ela, render-se incondicionalmente a Ele. Isto é o que o Evangelho chama de Metanoia, de arrependimento, de mudança de mentalidade. É isto que, em primeira linha, faz de uma pessoa qualquer um cristão: sua fé. E isto é extremamente virtuoso. Pois envolve muita humildade, ou nos lábios de Jesus: pobreza de espírito.
O difícil e complicado é que muitos ficam à procura de sinais visíveis dessa conversão. O que certificaria de forma visível que alguém é nascido de novo? O único sinal visível e categórico que nos é dado é o batismo. Não há outro.
Pelos frutos é que conhecemos a árvore – não é mesmo? Quando Jesus fala dos frutos, ele começa com: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas". Seu foco está nos líderes ou profetas falsos, não no cristão comum. Precisamos examinar e provar os frutos de quem está à frente – segundo Jesus.
Já para o rebanho em geral, Jesus usa outra parábola – a do trigo e do joio. E segundo Jesus mesmo, não se pode separar um de outro até que venha o dia do juízo.
Então como fica a questão da ética no universo cristão?
Sem dúvida é central e merece toda nossa atenção e esforço. O próprio Cristo irá elevar ao máximo os padrões éticos para o cidadão do Reino dos Céus.
Quando o Senhor ordena "ide e fazei e pregai", Ele está dando uma missão para aqueles que eram discípulos. A mesma missão que deu no sermão do monte: "Vocês são luz, então brilhem! Não se escondam, deixando de ser o que vocês já são. Vocês já são sal, temperem! E não percam o seu gosto!"
Tanto o trigo ou uma boa árvore só produzem bons frutos porque são de boa natureza. Tanto o sal como a luz estão contribuindo para o ambiente a sua volta que são insípidos e/ou escuros. O sal e a luz não transformam a natureza do mundo à sua volta. Eles não transformam toda a terra em sal e todo o mundo em luz. Mas eles melhoram consistentemente a qualidade daqueles ambientes só com a sua simples presença e ação inerente do seu ser.
Embora o cristão deva possuir um padrão ético elevado, e na prática ele possui, esse padrão não pode ser medido com uma régua humanista qualquer, de uma lista moralista de faça e não faça.
Ser cristão significa simplesmente ser:
– Chamado, escolhido, salvo, redimido, perdoado, justificado, santificado, regenerado, ser sal e ser luz. É sermos e nem tanto fazermos ou falarmos – o fazer e o falar serão expressões lógicas e inevitáveis do ser. Essas expressões no início se mostrarão frágeis e imperfeitas, mas com o tempo devem ser aprimoradas. Qualquer outra coisa fora disso não passará de mera hipocrisia.
Por isso a primeira grande co-missão do cristão é essencialmente ser ele mesmo – em Cristo.
"Procurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, vós tereis paz". Jeremias 29.7
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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