Palavra do leitor
06 de novembro de 2015- Visualizações: 1504
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Família em extinção!
“Estranho, disse um amigo, que o Edmar escreva tanto sobre esse assunto!” [distúrbios sexuais]; data vênia, estranho seria eu me avestruzar, isto é, esconder a cabeça em um buraco na areia e fazer de conta que não estou vendo como caminha a humanidade em direção às portas do inferno, que “não prevalecerão contra a Igreja Corpo de Cristo”, consoante ensino do Senhor Jesus (Mt 16 18).
Estranho sim, pois se eu ignorasse esse assunto, tão forte neste século 21, seria como se eu não obedecesse à Palavra de Deus, não amasse o próximo a ponto de querer convencê-lo, biblicamente, de que está trilhando o caminho largo (Mt 7 13-14), o caminho do prazer, breve e momentâneo, que leva à perdição eterna.
Família é ideia de Deus, que a criou para ser fecunda e povoar a terra e, para eles, infelizmente uma união entre duas pessoas do mesmo sexo não leva a nada, senão ao rápido prazer seguido de longa frustração, decepção!
Dissertei sobre isso no texto da semana passada, “A caminho de Sodoma [e Gomorra]” tendo em vista a mídia comentar, com a maior naturalidade, o que chamara de
“casamento” entre duas presidiárias.
Tramita na Câmara Federal o “Estatuto da Família” que define família como a união entre homem e mulher, caminhando na contramão dos anômalos costumes de nossa época; não creio que será aprovado, e, se o for, não contará com a sanção presidencial, pois é uma questão de ideologia político-partidária. (vide Revista Isto é, de 28.10.15 – pg. 6).
Sou a favor dessa denominação e definição de que família é formada por um casal de homem e mulher.
Por incrível que pareça tramita no Senado Federal da República um projeto que legaliza a “família paralela” [família simultânea], ou seja a oficialização de que as pessoas constituam mais de uma família simultaneamente, o que, até aqui, sempre foi tratado como bigamia ou poligamia [se forem várias], e a companheira designada de “amante” [não cônjuge e nem esposa].
Se eu vir uma pessoa movimentando-se, perigosamente, à beira de um precipício e não a avisar ou, melhor ainda, não a puxar no sentido contrário, serei tido como culpado por omissão; se eu for parte em um acidente no trânsito e me retirar deixando uma pessoa se esvaindo em sangue, na via pública, serei réu por omissão de socorro.
A mesma coisa se dá em relação à Palavra de Deus, isto é, se eu não avisar o meu próximo de que uma de suas práticas contraria os preceitos bíblicos, não pregar a ele, não ensiná-lo com amor que isso entristece o Espírito e o coração de Deus, serei cobrado pela omissão (Ez 33 8).
A ideologia político-partidária vem introjetando, aos poucos, gota a gota, mas ininterruptamente conceitos e práticas que contrariam os valores conquistados pela humanidade: valores sociais, valores morais, valores éticos e, principalmente, valores cristãos.
E quem se mostra contrário a tais mudanças, tais desvios de conduta, tais práticas antinaturais [contrárias às leis naturais que Deus criou] é zombado, é duramente criticado, vira vítima dos escarnecedores, torna-se réu em tribunais pelo [hoje] crime de homofobia.
Amor ao próximo querendo conscientizá-lo a deixar as práticas consideradas, por Deus, como pecaminosas, no sentido de livrá-lo do sofrimento eterno é obrigação do cristão; isso é como uma troca do direito de progenitura por um prato de lentilhas, qual seja trocar a vida eterna junto a Deus por alguns efêmeros segundos de prazer, de emoção, de alegria, de auto-realização – tal amor, que nos leva a alertar para esse terrível engano, acaba sendo criminalizado por não respeitar o “direito” dos diferentes!
A Palavra de Deus nos diz que “Todas as cousas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as cousas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (I Co 6 12); diz em seguida: “Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso não sabeis que o vosso corpo é SANTUÁRIO DO ESPÍRITO SANTO, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (I Co 6 18-19).
Finalizando, acabo de assistir um vídeo no qual as pessoas proclamam “eu nasci mulher”, protestando contra outra “onda de modernidade” que quer mudar o registro civil não mais falando em sexo, masculino ou feminino, mas em gênero; no tal vídeo é a vã filosofia de afirmar que nascemos sem sexo definido e que, depois, nos definimos face ao “direito” de opção por esse ou aquele sexo.
É hora de acordarmos do sono, pois os dias do fim estão chegando, já vivemos no tempo que o Senhor Jesus denominou de “o princípio das dores” (Mt 24 8), após o que virá terrível destruição: a grande tribulação (Mt 24 21) – temos que sair do nosso comodismo e levar a Palavra de Deus até aos confins da terra (At 1 8) pois é vontade do Pai “que nenhum pereça, mas que todos alcancem o arrependimento” (II Pe 3 9).!
Estranho sim, pois se eu ignorasse esse assunto, tão forte neste século 21, seria como se eu não obedecesse à Palavra de Deus, não amasse o próximo a ponto de querer convencê-lo, biblicamente, de que está trilhando o caminho largo (Mt 7 13-14), o caminho do prazer, breve e momentâneo, que leva à perdição eterna.
Família é ideia de Deus, que a criou para ser fecunda e povoar a terra e, para eles, infelizmente uma união entre duas pessoas do mesmo sexo não leva a nada, senão ao rápido prazer seguido de longa frustração, decepção!
Dissertei sobre isso no texto da semana passada, “A caminho de Sodoma [e Gomorra]” tendo em vista a mídia comentar, com a maior naturalidade, o que chamara de
“casamento” entre duas presidiárias.
Tramita na Câmara Federal o “Estatuto da Família” que define família como a união entre homem e mulher, caminhando na contramão dos anômalos costumes de nossa época; não creio que será aprovado, e, se o for, não contará com a sanção presidencial, pois é uma questão de ideologia político-partidária. (vide Revista Isto é, de 28.10.15 – pg. 6).
Sou a favor dessa denominação e definição de que família é formada por um casal de homem e mulher.
Por incrível que pareça tramita no Senado Federal da República um projeto que legaliza a “família paralela” [família simultânea], ou seja a oficialização de que as pessoas constituam mais de uma família simultaneamente, o que, até aqui, sempre foi tratado como bigamia ou poligamia [se forem várias], e a companheira designada de “amante” [não cônjuge e nem esposa].
Se eu vir uma pessoa movimentando-se, perigosamente, à beira de um precipício e não a avisar ou, melhor ainda, não a puxar no sentido contrário, serei tido como culpado por omissão; se eu for parte em um acidente no trânsito e me retirar deixando uma pessoa se esvaindo em sangue, na via pública, serei réu por omissão de socorro.
A mesma coisa se dá em relação à Palavra de Deus, isto é, se eu não avisar o meu próximo de que uma de suas práticas contraria os preceitos bíblicos, não pregar a ele, não ensiná-lo com amor que isso entristece o Espírito e o coração de Deus, serei cobrado pela omissão (Ez 33 8).
A ideologia político-partidária vem introjetando, aos poucos, gota a gota, mas ininterruptamente conceitos e práticas que contrariam os valores conquistados pela humanidade: valores sociais, valores morais, valores éticos e, principalmente, valores cristãos.
E quem se mostra contrário a tais mudanças, tais desvios de conduta, tais práticas antinaturais [contrárias às leis naturais que Deus criou] é zombado, é duramente criticado, vira vítima dos escarnecedores, torna-se réu em tribunais pelo [hoje] crime de homofobia.
Amor ao próximo querendo conscientizá-lo a deixar as práticas consideradas, por Deus, como pecaminosas, no sentido de livrá-lo do sofrimento eterno é obrigação do cristão; isso é como uma troca do direito de progenitura por um prato de lentilhas, qual seja trocar a vida eterna junto a Deus por alguns efêmeros segundos de prazer, de emoção, de alegria, de auto-realização – tal amor, que nos leva a alertar para esse terrível engano, acaba sendo criminalizado por não respeitar o “direito” dos diferentes!
A Palavra de Deus nos diz que “Todas as cousas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as cousas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (I Co 6 12); diz em seguida: “Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso não sabeis que o vosso corpo é SANTUÁRIO DO ESPÍRITO SANTO, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (I Co 6 18-19).
Finalizando, acabo de assistir um vídeo no qual as pessoas proclamam “eu nasci mulher”, protestando contra outra “onda de modernidade” que quer mudar o registro civil não mais falando em sexo, masculino ou feminino, mas em gênero; no tal vídeo é a vã filosofia de afirmar que nascemos sem sexo definido e que, depois, nos definimos face ao “direito” de opção por esse ou aquele sexo.
É hora de acordarmos do sono, pois os dias do fim estão chegando, já vivemos no tempo que o Senhor Jesus denominou de “o princípio das dores” (Mt 24 8), após o que virá terrível destruição: a grande tribulação (Mt 24 21) – temos que sair do nosso comodismo e levar a Palavra de Deus até aos confins da terra (At 1 8) pois é vontade do Pai “que nenhum pereça, mas que todos alcancem o arrependimento” (II Pe 3 9).!
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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