Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Notícias

Companhia aérea proíbe funcionária de usar cruz no pescoço

(Portas Abertas) Nadia Eweida, uma cristã praticante, trabalha há 7 anos na British Airways e tem uma ficha empregatícia irrepreensível. No dia 20 de setembro, seu gerente notou que a cruz que ela usava em uma corrente no pescoço estava visível.

De acordo com os Padrões de Vestimenta da companhia, pediram que ela retirasse a cruz ou que a cobrisse com a echarpe. Como Nadia se recusou, teve de escolher entre uma suspensão remunerada e uma licença sem vencimentos.

Nadia Eweida alega que a política de uniformes da Bristish Airways é discriminatória contra os cristãos. Essa política estabelece que todas as jóias e símbolos religiosos podem ser usados, mas escondidos. Entretanto, abre exceção para o “hijab”, o véu muçulmano, e os turbantes e braceletes sikhs, os quais, segundo o regulamento, são partes essenciais das respectivas crenças religiosas, impossíveis de ser escondidos. Leia mais em Portas Abertas

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Leia mais em Notícias

Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.