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Sem manchete, anúncio ou alvoroço, mas com justiça
Juízes brasileiros mostram na prática o significado de Amós 5.24
Por Ariane Gomes
Um artigo publicado no jornal Folha de São Paulo em 26 de março de 2026 chamava a atenção para o trabalho de milhares de juízes no Brasil que lidam com um acervo superior a 80 milhões de processos: “A maioria desses casos não envolve embates institucionais nem disputas políticas. Trata de conflitos comuns – de família, trabalho, liberdade ou patrimônio – que precisam de solução”.
O texto lembrava que, distante dos olhos da mídia, sem manchete, anúncio ou alvoroço, há pessoas comprometidas com a resolução de conflitos humanos difíceis, de maneira que as partes sejam respeitadas em sua dignidade e tenham seus direitos garantidos. Os casos com os quais lidam não fazem parte do debate público – que é importante e necessário para a vida democrática –, mas não deixam de ser relevantes e de merecer atenção, tempo e a aplicação da lei e da justiça. Por meio do trabalho dessas pessoas, realizado com discrição e empatia, o cotidiano continua acontecendo.
Sabendo ou não, concordando ou não, esses juízes estão ajudando a fazer valer um anelo de Deus: o juízo correndo como as águas, e a justiça, como o ribeiro impetuoso que, nas palavras de Eugene Peterson, soa impactante: “Alguém aí sabe o que eu quero? Eu quero justiça – um mar de justiça. Eu quero integridade – rios de integridade. É isso que eu quero. Isso é tudo que eu quero” (Am 5.24).
Mais do que notícia publicada originalmente na edição 419 de Ultimato.
REVISTA ULTIMATO – A ARTE PRECISA DE JUSTIFICATIVA?
Os artigos da edição 419 de Ultimato ressaltam a “beleza de Deus” e o fato de termos sido feitos à sua imagem e semelhança, o que torna a arte (sua apreciação ou o fazer artístico) disponível para todos – “Sejam encanadores, coletores de lixo, taxistas ou CEOs, somos chamados pelo Grande Artista a cocriar. O Artista nos chama, a nós, artistas com ‘a’ minúsculo, para cocriar, para compartilhar a ‘irrupção celestial’ na terra quebrada” (Makoto Fujimura).
Clique aqui e saiba mais. Para assinar, clique aqui.
Saiba mais:
» O Deus da Justiça e a Justiça de Deus, Valdir Steuernagel [editor]
» Estudo bíblico “Justiça e relacionamentos: os relacionamentos autênticos são a essência da justiça”
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Um artigo publicado no jornal Folha de São Paulo em 26 de março de 2026 chamava a atenção para o trabalho de milhares de juízes no Brasil que lidam com um acervo superior a 80 milhões de processos: “A maioria desses casos não envolve embates institucionais nem disputas políticas. Trata de conflitos comuns – de família, trabalho, liberdade ou patrimônio – que precisam de solução”.O texto lembrava que, distante dos olhos da mídia, sem manchete, anúncio ou alvoroço, há pessoas comprometidas com a resolução de conflitos humanos difíceis, de maneira que as partes sejam respeitadas em sua dignidade e tenham seus direitos garantidos. Os casos com os quais lidam não fazem parte do debate público – que é importante e necessário para a vida democrática –, mas não deixam de ser relevantes e de merecer atenção, tempo e a aplicação da lei e da justiça. Por meio do trabalho dessas pessoas, realizado com discrição e empatia, o cotidiano continua acontecendo.
Sabendo ou não, concordando ou não, esses juízes estão ajudando a fazer valer um anelo de Deus: o juízo correndo como as águas, e a justiça, como o ribeiro impetuoso que, nas palavras de Eugene Peterson, soa impactante: “Alguém aí sabe o que eu quero? Eu quero justiça – um mar de justiça. Eu quero integridade – rios de integridade. É isso que eu quero. Isso é tudo que eu quero” (Am 5.24).
Mais do que notícia publicada originalmente na edição 419 de Ultimato.
REVISTA ULTIMATO – A ARTE PRECISA DE JUSTIFICATIVA?Os artigos da edição 419 de Ultimato ressaltam a “beleza de Deus” e o fato de termos sido feitos à sua imagem e semelhança, o que torna a arte (sua apreciação ou o fazer artístico) disponível para todos – “Sejam encanadores, coletores de lixo, taxistas ou CEOs, somos chamados pelo Grande Artista a cocriar. O Artista nos chama, a nós, artistas com ‘a’ minúsculo, para cocriar, para compartilhar a ‘irrupção celestial’ na terra quebrada” (Makoto Fujimura).
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» O Deus da Justiça e a Justiça de Deus, Valdir Steuernagel [editor]
» Estudo bíblico “Justiça e relacionamentos: os relacionamentos autênticos são a essência da justiça”
Ariane Gomes atua como coordenadora de produção de Ultimato e gestora de conteúdo do Portal Ultimato.
- Textos publicados: 66 [ver]
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