Opinião
19 de julho de 2016- Visualizações: 2630
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A mulher por trás de John Stott
ESPECIAL
Por Julia Cameron
Frances Whitehead pode ser descrita como “a mulher que o John Stott não podia viver sem”. A relação dos dois era única; em termos humanos, era a chave para a extensão do ministério frutífero de Stott. Mark Labberton, presidente do seminário Fuller, os descreve como “rápidos, exigentes e determinados”. Eles foram modestos em suas necessidades, trabalhando em um time de três pessoas, que incluía um aluno assistente de John Stott -- função a qual Mark Labberton prestou por um ano. O escritório de Frances em Londres ficava em frente a uma parede de tijolos, e o aluno assistente trabalhava em uma mesa no canto do quarto de John Stott. O “tio John” trabalhava em sua pequena sala de estar. Quando Stott estava ocupado com uma obra importante, todos eles iam para Hookses, em West Wales, uma remota fazenda que, em 1997, tinha, eventualmente, eletricidade.Como um trabalho tão eficiente poderia surgir de um time de três pessoas? No nível humano, a melhor resposta seria: Frances.
LEIA ESTE ARTIGO COMPLETO NO BLOG DE JOHN STOTT
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