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O que não esquecer no memorial da Ceia do Senhor?

O que não esquecer no memorial da Ceia do Senhor?

John Stott vai direto ao ponto: “A Ceia do Senhor não foi uma declaração levemente sentimental do tipo não me esqueçam”. Ele tem razão.
Assim, para ajudar o leitor a entender melhor a Eucaristia, bem como celebrar e reafirmar que Jesus RESSUSCITOU, Ultimato convidou alguns dos seus colunistas para responder a uma única pergunta que dá título a esse painel: “O que não esquecer no memorial da Ceia do Senhor?”. Confira abaixo.


Por Cláudio Marra
1) Não esqueça que esse memorial foi instituído por Jesus. Não é apenas uma tradição eclesiástica.
2) Não esqueça que essa ordenança foi dada para seus discípulos. Não é uma open house. Só os que creem nele podem participar.
3) Não esqueça que a Ceia é sinônimo de comunhão. Os discípulos a celebram juntos. Não é um lanchinho solitário de crentes monásticos.
4) Não esqueça que Jesus a instituiu para discípulos contritos. Cada um deverá examinar-se e só arrependido poderá comer o pão – que continua a ser pão – e beber o vinho – que continua a ser vinho.
5) Não esqueça que esse memorial não é apenas um memorial. É bênção para os que participam dele de modo digno. E é maldição para os indignos e obstinados.
6) Não esqueça que ao participar da Ceia anunciamos a morte de Jesus. Até ele voltar.
7) Não esqueça que a Eucaristia é uma comemoração – não repetição – daquela única oferenda que Jesus fez de si mesmo na cruz, uma vez por todas.
8) Não esqueça de fazer isso em memória de Jesus.


Por César Moisés Carvalho
A pergunta é interessante. A cena apresentada em todos os Evangelhos (Mt 26.17-30; Mc 14.12-26; Lc 22.7-23; Jo 13.1,2) é a última Páscoa ou a primeira Ceia do Senhor?
A maioria das epígrafes editoriais das Bíblias mais recentes informa ser ambas as coisas. Na verdade, o Mestre os convoca para realização da Páscoa, contudo, realiza a primeira Ceia, conforme vemos posteriormente, em 1Coríntios 11.23-32. E foi justamente nessa ocasião que os três aspectos que não podemos esquecer desse memorial, foram instituídos:

1) A remissão dos nossos pecados — dando início a um novo tempo para a humanidade, ou seja, o “Novo Testamento”;
2) A promessa escatológica — Jesus só participará desse ato novamente quando retornar e instituir completamente seu Reino e
3) A tarefa precípua da Igreja — anunciar o sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo até que Ele volte. Trata-se de um memorial que nos liga, verticalmente à Trindade, e nos une, horizontalmente, enquanto corpo de Cristo. Dádiva, promessa e missão, eis o que nunca podemos esquecer.


Por Alderi Souza de Matos
Na Reforma do século 16, fixaram-se três posições acerca da Ceia do Senhor: a de Lutero, afirmando a presença física de Cristo junto aos elementos; a de Zuínglio, insistindo no caráter simbólico ou memorial do sacramento, e a posição mediadora de Calvino, destacando que existe uma presença real, porém plenamente espiritual. Assim, a Ceia testifica tanto de uma presença quanto de uma ausência (“fazei isto em memória de mim”), é tanto um símbolo quanto uma realidade, nos remete ao passado e ao presente.

O que não podemos esquecer:
Em primeiro lugar, é a realidade que tornou necessário o sacrifício do Senhor: nosso pecado, rebeldia e alienação, em todas as suas dimensões.
Em segundo lugar, devemos lembrar a justiça e a graça do Pai, que, sem minimizar o pecado, proveu redenção, perdão e reconciliação pela cruz.
Por último, é necessário ter em mente que na Ceia nutrimos nossa comunhão com o Salvador, experimentamos a força santificadora da sua presença (“Cristo em vós, a esperança da glória”).

Ultimato também quer falar da verdadeira Páscoa. Quer repetir e espalhar que, na sexta-feira, Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29); e, domingo, ele é o Leão da tribo de Judá (Ap 5.5). Confira as 8 razões essenciais para relembrar a Páscoa.


• Cláudio Marra, casado com Sandra, é jornalista, pastor presbiteriano e editor da Cultura Cristã.

• César Moisés Carvalho, pastor assembleiano, pós-graduado em Teologia pela PUC-Rio e mestrando em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Autor de, entre outros, Pentecostalismo e Pós-Modernidade (CPAD).

• Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e professor no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper. É autor de, entre outros, Erasmo Braga, o Protestantismo e a Sociedade Brasileira.
Equipe Editorial Web
  • Textos publicados: 1220 [ver]

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