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Manaus: Organizações atendem 320 venezuelanos no 4º Grito de Paz
Por Priscila Mesquita
Fornecer apoio humanitário e suprir necessidades básicas do povo venezuelano que migrou para Manaus. Com esse propósito, profissionais de saúde, direito, serviço social e de outras áreas somaram forças com organizações da sociedade civil para realizar a 4ª edição do “Grito de Paz” no Amazonas, no último sábado (09). O mutirão de serviços gratuitos ocorreu na sede da Igreja Presbiteriana de Manaus (IPManaus), com o apoio de diversas entidades, ONGs, universidades, faculdades e voluntários que souberam da iniciativa por meio das redes sociais e resolveram participar.
De acordo com o coordenador do evento, o publicitário Ely Barbosa, o “Grito” reuniu 215 voluntários e atendeu a 320 venezuelanos, muitos dos quais ainda estão sem moradia, documentação e sem o domínio da língua portuguesa.
“Tivemos um grande grupo de amigos se mobilizando em prol do aflito, mas nosso foco não é assistencial. O evento foi um ponto de partida para cadastrarmos os imigrantes e conhecer as condições em que estão vivendo. Agora, as entidades parceiras discutem projetos que ajudarão os venezuelanos a se estabelecer na cidade, como, por exemplo, um curso gratuito de língua portuguesa”, explica.
Clique aqui para continuar lendo essa notícia e ver a galeria de imagens.
Fornecer apoio humanitário e suprir necessidades básicas do povo venezuelano que migrou para Manaus. Com esse propósito, profissionais de saúde, direito, serviço social e de outras áreas somaram forças com organizações da sociedade civil para realizar a 4ª edição do “Grito de Paz” no Amazonas, no último sábado (09). O mutirão de serviços gratuitos ocorreu na sede da Igreja Presbiteriana de Manaus (IPManaus), com o apoio de diversas entidades, ONGs, universidades, faculdades e voluntários que souberam da iniciativa por meio das redes sociais e resolveram participar. De acordo com o coordenador do evento, o publicitário Ely Barbosa, o “Grito” reuniu 215 voluntários e atendeu a 320 venezuelanos, muitos dos quais ainda estão sem moradia, documentação e sem o domínio da língua portuguesa.
“Tivemos um grande grupo de amigos se mobilizando em prol do aflito, mas nosso foco não é assistencial. O evento foi um ponto de partida para cadastrarmos os imigrantes e conhecer as condições em que estão vivendo. Agora, as entidades parceiras discutem projetos que ajudarão os venezuelanos a se estabelecer na cidade, como, por exemplo, um curso gratuito de língua portuguesa”, explica.
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