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27 de fevereiro de 2026- Visualizações: 1856
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“Há maior felicidade em dar do que em receber”
A edição de março/abril está no ar com “Generosidade” na capa!
Por Klênia Fassoni
Estas palavras foram citadas por Paulo neste contexto: “Em tudo o que fiz, mostrei a vocês que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’” (At 20.35). Este é um dos muitos apelos encontrados nas Escrituras ao exercício da generosidade.
“A generosidade é paradoxal. Quem dá, recebe em troca. Ao nos doarmos para o bem-estar dos outros, também aumentamos o nosso próprio bem-estar. [...] O paradoxo da generosidade também pode ser expresso de forma negativa. Ao nos apegarmos ao que temos, perdemos os prazeres que poderíamos ter conquistado. Ao retermos o que possuímos, diminuímos seu valor em longo prazo”.1
A generosidade é uma característica de caráter aprendida que envolve tanto a atitude quanto a ação. Ela é multifacetada, podendo apresentar-se de muitas formas, e não apenas na doação de recursos materiais e dinheiro: “doar a vida”, doar órgãos e sangue, tempo, companhia, espaço, atenção, conhecimento, experiência, relacionamentos, hospitalidade, habilidades, talentos, network [ou redes de contato] etc. Até mesmo a oração intercessória pode ser fruto da generosidade, assim como a participação em conselhos de organizações e movimentos.
O tema é muito sério. E deve ser tratado como tal em nossas vidas e igrejas. É preciso reconhecer que a generosidade em nós é fruto da graça, do coração que experimentou a graça. Para os crentes, ser generoso significa conformar-se a Cristo e a Deus (Jo 3.16; 2Co 8.9). Somos chamados a responder com gratidão ao amor generoso de Deus e a seguir o exemplo de Cristo (veja Graça e generosidade, de John Stott). A generosidade, como orientação moral, atua como um antídoto para o egoísmo, a ganância, a mesquinhez, a avareza, a cobiça, o medo.
É a generosidade – em suas múltiplas facetas – que mostra ao mundo quem nós somos e a quem seguimos. Deus conta com a generosidade nas relações humanas e nas relações dentro da igreja. Ela é um elemento previsto por ele para o bem comum e para o avanço de sua obra.
Este é o tema da edição de março/abril da revista Ultimato, que já está no ar.
E, você sabe, a revista tem muito mais. Confira abaixo.

Leia a revista Ultimato em Ultimatoonline e no aplicativo Ultimato.
Nota
1. https://academic.oup.com/book/9123. Acesso em: 2 fev. 2026. Tradução livre.
Saiba mais:
» Box John Stott "O Cristão Contemporâneo"
» O Caminho do Coração - Meditações diárias, Ricardo Barbosa de Sousa
» Como Ser Cristão, John Stott
Por Klênia Fassoni
Estas palavras foram citadas por Paulo neste contexto: “Em tudo o que fiz, mostrei a vocês que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’” (At 20.35). Este é um dos muitos apelos encontrados nas Escrituras ao exercício da generosidade.
“A generosidade é paradoxal. Quem dá, recebe em troca. Ao nos doarmos para o bem-estar dos outros, também aumentamos o nosso próprio bem-estar. [...] O paradoxo da generosidade também pode ser expresso de forma negativa. Ao nos apegarmos ao que temos, perdemos os prazeres que poderíamos ter conquistado. Ao retermos o que possuímos, diminuímos seu valor em longo prazo”.1A generosidade é uma característica de caráter aprendida que envolve tanto a atitude quanto a ação. Ela é multifacetada, podendo apresentar-se de muitas formas, e não apenas na doação de recursos materiais e dinheiro: “doar a vida”, doar órgãos e sangue, tempo, companhia, espaço, atenção, conhecimento, experiência, relacionamentos, hospitalidade, habilidades, talentos, network [ou redes de contato] etc. Até mesmo a oração intercessória pode ser fruto da generosidade, assim como a participação em conselhos de organizações e movimentos.
O tema é muito sério. E deve ser tratado como tal em nossas vidas e igrejas. É preciso reconhecer que a generosidade em nós é fruto da graça, do coração que experimentou a graça. Para os crentes, ser generoso significa conformar-se a Cristo e a Deus (Jo 3.16; 2Co 8.9). Somos chamados a responder com gratidão ao amor generoso de Deus e a seguir o exemplo de Cristo (veja Graça e generosidade, de John Stott). A generosidade, como orientação moral, atua como um antídoto para o egoísmo, a ganância, a mesquinhez, a avareza, a cobiça, o medo.
É a generosidade – em suas múltiplas facetas – que mostra ao mundo quem nós somos e a quem seguimos. Deus conta com a generosidade nas relações humanas e nas relações dentro da igreja. Ela é um elemento previsto por ele para o bem comum e para o avanço de sua obra.
Este é o tema da edição de março/abril da revista Ultimato, que já está no ar.
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1. https://academic.oup.com/book/9123. Acesso em: 2 fev. 2026. Tradução livre.
Saiba mais:
» Box John Stott "O Cristão Contemporâneo"
» O Caminho do Coração - Meditações diárias, Ricardo Barbosa de Sousa
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