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16 de outubro de 2006- Visualizações: 6665
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Arábia Saudita no topo da perseguição religiosa
A revista missionária “Além-Mar” apresenta na sua edição de setembro uma peça dedicada à perseguição religiosa na Arábia Saudita, classificada como o segundo país mais intolerante em matéria de liberdade religiosa.
A Muttawa, polícia religiosa da Arábia Saudita, é apresentada como responsável por inúmeros casos de perseguição a cristãos. O mais recente divulgado pela imprensa aconteceu no dia 9 de junho de 2006, quando a Muttawa prendeu quatro líderes cristãos, surpreendidos quando dirigiam um encontro de oração numa casa particular em Yedá, no distrito de Al-Rowaise.
Dois dos presos eram originários da Etiópia e outros dois da Eritréia. Os quatro lideravam um grupo de cerca de 100 pessoas que costumavam reunir-se em privado para rezar. Detidos na cadeia para imigrantes de Jeddah, foram posteriormente deportados para os respectivos países de origem.
Mas, no território saudita, os casos de violência e de abusos sofridos pelos "infiéis" – como são tradicionalmente designados os não-muçulmanos – não ficam por aqui. Na noite de 21 de abril de 2005, foram detidos 40 homens e mulheres num bairro da capital, Riade. No dia seguinte, as manchetes dos jornais anunciavam que "a operação de segurança foi coroada de êxito", como se se tratasse de criminosos. Pessoas presas e torturadas por orar ou chicoteadas por citar a Bíblia são outros dos casos apresentados.
Na Arábia Saudita, a própria monarquia está comprometida com a defesa, a manutenção e a expansão do Islamismo. O rei, que detém um poder absoluto, é reconhecido como o guardião dos locais mais sagrados do Islão, Meca e Medina, além de ser o líder espiritual de uma grande parte dos muçulmanos espalhados pelo mundo. Leia mais em Portas Abertas
A Muttawa, polícia religiosa da Arábia Saudita, é apresentada como responsável por inúmeros casos de perseguição a cristãos. O mais recente divulgado pela imprensa aconteceu no dia 9 de junho de 2006, quando a Muttawa prendeu quatro líderes cristãos, surpreendidos quando dirigiam um encontro de oração numa casa particular em Yedá, no distrito de Al-Rowaise.
Dois dos presos eram originários da Etiópia e outros dois da Eritréia. Os quatro lideravam um grupo de cerca de 100 pessoas que costumavam reunir-se em privado para rezar. Detidos na cadeia para imigrantes de Jeddah, foram posteriormente deportados para os respectivos países de origem.
Mas, no território saudita, os casos de violência e de abusos sofridos pelos "infiéis" – como são tradicionalmente designados os não-muçulmanos – não ficam por aqui. Na noite de 21 de abril de 2005, foram detidos 40 homens e mulheres num bairro da capital, Riade. No dia seguinte, as manchetes dos jornais anunciavam que "a operação de segurança foi coroada de êxito", como se se tratasse de criminosos. Pessoas presas e torturadas por orar ou chicoteadas por citar a Bíblia são outros dos casos apresentados.
Na Arábia Saudita, a própria monarquia está comprometida com a defesa, a manutenção e a expansão do Islamismo. O rei, que detém um poder absoluto, é reconhecido como o guardião dos locais mais sagrados do Islão, Meca e Medina, além de ser o líder espiritual de uma grande parte dos muçulmanos espalhados pelo mundo. Leia mais em Portas Abertas
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