Palavra do leitor
19 de março de 2026- Visualizações: 891
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Use o que você tem, é suficiente!
Meus pais me colocaram para trabalhar aos 14 anos, em uma oficina, porque eu tinha unhas roídas; eu teria que ficar o dia todo com as mãos na graxa e no óleo sem poder continuar com aquele vício.
Há uns 50 anos ouvi uma pregação sobre o que temos nas mãos; foi marcante e tem sido orientadora dos meus propósitos e procedimentos; foi de uma história bíblica na qual Deus chamou Moisés para ir a Faraó pedir a libertação do povo de Israel; e ele respondeu "quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?" (Êx 3.11).
Algum tempo de relutância e o diálogo resultou em que Deus o orientou como deveria agir, ou seja, o que deveria dizer a Faraó; continuou ele se esquivando da missão que o Senhor lhe determinara: "Mas eis que não crerão, nem acudirão à minha voz, pois dirão: o Senhor não te apareceu" (Êx 4.1).
À pergunta de Deus "Que é isso que tens na mão?" (v. 2), Moisés respondeu: "uma vara"; o Senhor disse para ele jogar a vara no chão e essa se transformou em cobra; mediante orientação de Deus, ele pegou a serpente pela cauda que voltou a ser vara; orientou ainda Deus que ele enfiasse a mão no peito e, quando a tirou, estava leprosa, enfiando-a novamente, por ordem do Senhor, quando a retirou estava curada.
Deus disse que com esses sinais creriam nele; aí recomeçou a lamentação: "sou pesado de boca e de língua" (v. 10), mas o Senhor insistiu: "Quem fez a boca do homem? Ou quem faz o mudo ou o surdo ou o que vê ou o cego? Não sou eu, o Senhor?" vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar" (vs. 11-12).
Que homem resistente, o que levou o Senhor a determinar que Arão, seu irmão, que era fluente com as palavras, falaria por ele, e o Senhor falaria a ele sobre o que dizer a Faraó [via Arão].
Mas Faraó não cedeu aos primeiros argumentos e sinais, pois esses sinais seus magos, com as suas ciências ocultas, também faziam; só mais tarde o governante cedeu, mas os perseguiu até que sucumbiu ao querer atravessar o mar, pelo qual os israelenses passaram a pés enxutos; quando Moisés fez sinal com a vara que tinha na mão o mar se abriu, fechando, em seguida à passagem do povo de Deus.
Finalmente, conta a história: "E viu Israel o grande poder que o Senhor exercitara contra os egípcios; e o povo temeu ao Senhor, e confiou no Senhor e em Moisés, seu servo" (Êx 14.31).
Tenho comentado, em artigos anteriores, que Deus concede dons a todos [a cada um, individualmente] conforme lhe apraz (1Co 12.11), visando sempre um fim proveitoso (v. 7).
Esses dons, creio, nos são concedidos para o trabalho de fazer discípulos (Mt 28.19); pregar o evangelho a toda criatura (Mc 16.15); testemunhar até aos confins da terra (At 1.8) como já abordei anteriormente.
Todos nós recebemos dons para um fim proveitoso na seara de Deus, que é grande, mas os trabalhadores são poucos (Lc 10.2); cada um de nós tem em mãos o "como" fazer o trabalho evangelístico, à semelhança de Moisés que tinha uma vara, que usava por orientação de Deus, o qual ia confirmando com sinais o que fazia com a vara que tinha na mão.
Quando nos comissionou para a pregação do Evangelho, o Senhor Jesus, disse que seguiria com sinais confirmando a palavra que devemos pregar:
"E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o senhor e confirmando a palavra por meio de sinais que se seguiam" (Mc 16.20).
Moisés não tinha o "dom da oratória", mas o seu irmão Arão o tinha; por isso Deus comissionou Moisés para convencer Faraó a libertar o seu povo, Israel, do Egito; Arão falava e Moisés, com o que tinha na mão, uma vara, fazia os "sinais" que Deus ia confirmando; assim, o povo de Deus retornou a Canaã, à sua terra, seu lar perpétuo.
Nós, seguidores de Jesus, temos um lar, a morada que Ele prometeu que ia nos preparar, para depois vir nos buscar:
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo para que, onde eu estou, estejais vós também" (Jo 14.1-3).
Comissionados pelo Senhor, temos o dever de levar essa Palavra a todos; cada um com o que tem na mão, os dons que recebemos:
"Porque a um é dada, mediante o Espírito a palavra de sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres, a outro profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro capacidade para interpretá-las. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente" (1Co 12.8-11).
O que tenho nas mãos é suficiente, hoje com unhas normais; o Senhor espera fidelidade para que eu receba a coroa que me está preparada desde a fundação do mundo.
Há uns 50 anos ouvi uma pregação sobre o que temos nas mãos; foi marcante e tem sido orientadora dos meus propósitos e procedimentos; foi de uma história bíblica na qual Deus chamou Moisés para ir a Faraó pedir a libertação do povo de Israel; e ele respondeu "quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?" (Êx 3.11).
Algum tempo de relutância e o diálogo resultou em que Deus o orientou como deveria agir, ou seja, o que deveria dizer a Faraó; continuou ele se esquivando da missão que o Senhor lhe determinara: "Mas eis que não crerão, nem acudirão à minha voz, pois dirão: o Senhor não te apareceu" (Êx 4.1).
À pergunta de Deus "Que é isso que tens na mão?" (v. 2), Moisés respondeu: "uma vara"; o Senhor disse para ele jogar a vara no chão e essa se transformou em cobra; mediante orientação de Deus, ele pegou a serpente pela cauda que voltou a ser vara; orientou ainda Deus que ele enfiasse a mão no peito e, quando a tirou, estava leprosa, enfiando-a novamente, por ordem do Senhor, quando a retirou estava curada.
Deus disse que com esses sinais creriam nele; aí recomeçou a lamentação: "sou pesado de boca e de língua" (v. 10), mas o Senhor insistiu: "Quem fez a boca do homem? Ou quem faz o mudo ou o surdo ou o que vê ou o cego? Não sou eu, o Senhor?" vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar" (vs. 11-12).
Que homem resistente, o que levou o Senhor a determinar que Arão, seu irmão, que era fluente com as palavras, falaria por ele, e o Senhor falaria a ele sobre o que dizer a Faraó [via Arão].
Mas Faraó não cedeu aos primeiros argumentos e sinais, pois esses sinais seus magos, com as suas ciências ocultas, também faziam; só mais tarde o governante cedeu, mas os perseguiu até que sucumbiu ao querer atravessar o mar, pelo qual os israelenses passaram a pés enxutos; quando Moisés fez sinal com a vara que tinha na mão o mar se abriu, fechando, em seguida à passagem do povo de Deus.
Finalmente, conta a história: "E viu Israel o grande poder que o Senhor exercitara contra os egípcios; e o povo temeu ao Senhor, e confiou no Senhor e em Moisés, seu servo" (Êx 14.31).
Tenho comentado, em artigos anteriores, que Deus concede dons a todos [a cada um, individualmente] conforme lhe apraz (1Co 12.11), visando sempre um fim proveitoso (v. 7).
Esses dons, creio, nos são concedidos para o trabalho de fazer discípulos (Mt 28.19); pregar o evangelho a toda criatura (Mc 16.15); testemunhar até aos confins da terra (At 1.8) como já abordei anteriormente.
Todos nós recebemos dons para um fim proveitoso na seara de Deus, que é grande, mas os trabalhadores são poucos (Lc 10.2); cada um de nós tem em mãos o "como" fazer o trabalho evangelístico, à semelhança de Moisés que tinha uma vara, que usava por orientação de Deus, o qual ia confirmando com sinais o que fazia com a vara que tinha na mão.
Quando nos comissionou para a pregação do Evangelho, o Senhor Jesus, disse que seguiria com sinais confirmando a palavra que devemos pregar:
"E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o senhor e confirmando a palavra por meio de sinais que se seguiam" (Mc 16.20).
Moisés não tinha o "dom da oratória", mas o seu irmão Arão o tinha; por isso Deus comissionou Moisés para convencer Faraó a libertar o seu povo, Israel, do Egito; Arão falava e Moisés, com o que tinha na mão, uma vara, fazia os "sinais" que Deus ia confirmando; assim, o povo de Deus retornou a Canaã, à sua terra, seu lar perpétuo.
Nós, seguidores de Jesus, temos um lar, a morada que Ele prometeu que ia nos preparar, para depois vir nos buscar:
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo para que, onde eu estou, estejais vós também" (Jo 14.1-3).
Comissionados pelo Senhor, temos o dever de levar essa Palavra a todos; cada um com o que tem na mão, os dons que recebemos:
"Porque a um é dada, mediante o Espírito a palavra de sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres, a outro profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro capacidade para interpretá-las. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente" (1Co 12.8-11).
O que tenho nas mãos é suficiente, hoje com unhas normais; o Senhor espera fidelidade para que eu receba a coroa que me está preparada desde a fundação do mundo.
Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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