Palavra do leitor
27 de janeiro de 2026- Visualizações: 1836
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Tempo de louvar
O louvor, a adoração, o culto devem ser constantes/permanentes no nosso coração, na nossa mente, enquanto estamos realizando quaisquer atividades regulares e normais de nossa vida; o expressivo Salmo 150 define que "Todo ser que respira louve ao Senhor".
"Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder. Louvai-o consoante a sua muita grandeza. Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa, louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos retumbantes. Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!" (Sl 150.1-6).
"O louvor exige palavras, mas não fica só em palavras. O perfeito louvor produz música (vocal e instrumental), poemas, palmas, danças, santidade de vida, doação e auto consagração" (Rev. Elben M. Lenz César - Devocionário Refeições Diárias com os Salmos).
O louvor, no texto devocional acima, apesar de exigir palavras, não fica só em palavras e o salmo citado endossa essas palavras, ao orientar [em outra tradução] que "tudo o que tem fôlego louve ao Senhor".
Entendo que o louvor não exige formalidades, não fica circunscrito a um ambiente fechado de culto, que chamamos de igreja ou templo e nem nas salas semifechadas de nossos lares durante cultos domésticos ou reuniões de grupos de estudos bíblicos.
Diz o texto acima citado que o louvor produz música (vocal e instrumental), poemas, palmas, danças; até aqui só se falou em "barulho" como dizem os que não gostavam, há décadas, do louvor tão animado da mocidade.
O perfeito louvor requer santidade de vida, doação e auto consagração, elementos indispensáveis para um louvor sincero, franco, originário não do intelecto, mas do coração, um coração habitado por Jesus; por isso um coração feliz, um coração sadio espiritualmente sem mágoas, sem rancores, sem "representação" ou dissimulação, ou seja, sem "teatralizar".
Diz o salmista que Deus deve ser louvado no santuário, mas deve também ser louvado no firmamento, que é obra de suas mãos/seu poder: e a obra do seu poder é infinita, é muita vasta e diversificada.
A obra do seu poder são as milhões, trilhões de células que formam cada menor e humilde parte do nosso corpo; a obra do seu poder não é somente o nosso coração, o nosso sentimento, o nosso pensamento, o nosso desejo.
O perfeito louvor a Deus mexe com todo o nosso ser, com todas as células, com as menores partículas do nosso todo, daí as danças pois nosso corpo quando exulta, quando quer expressar alegria, felicidade, vibração com o sucesso ele dança e pula com música ou sem ela.
O salmista, para acompanhar a dança, acrescenta os instrumentos musicais, exemplificando: adufes, instrumento de cordas, flautas, címbalos retumbantes, e termina por dizer todo ser que respira (tem fôlego) louve ao Senhor.
Não há restrições quanto aos instrumentos musicais, assim entendo, pois todos os instrumentos musicais estão e são aceitos por Deus, Autor do Salmo, cujo escrevente apenas citou o que Ele inspirou [soprou].
O louvor, a adoração, o culto oferecido a Deus requer tudo de nós, principalmente alegria, gozo, paz, vibração, quaisquer instrumentos musicais, e o que mais deve ficar claro: o nosso louvor, a nossa adoração, o nosso culto deve ser permanente, onde quer que estejamos, conforme instrui a Escritura Sagrada: "Orai sem cessar" (1Ts 5.17), o que não induz à paralisação de todas as atividades: estudo, trabalho, lazer para ficarmos disponíveis em um constante louvor, em uma constante adoração, em um constante culto ao nosso Deus Criador, Pai, Rei, Senhor e Salvador.
Como já declinei antes, não temos que fazer culto apenas, devemos ser um culto permanente, quer caminhando, na condução, no local de trabalho, na sala de aula; o cultuar a Deus não nos limita em nossas atividades e não as limita.
Todo o nosso agir, seja em que área da vida for, não precisa sofrer solução de continuidade para nos colocarmos em atitude de humildade diante do Senhor; assim o diz a Palavra de Deus: "Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1Co 10. 31).
"Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me, que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai (...). Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade" (Jo 4.21, 23-24).
Tempo de louvar - meu franco e claro entendimento é que não há limitações de formas, instrumentos e lugares para o louvor, para a adoração, para o culto; vida cristã [24 horas por dia], já mencionei anteriormente, tem que ser um permanente culto ao nosso Deus e Pai; temos que o fazer em espírito e em verdade, e isso implica liberdade, espontaneidade, sinceridade, submissão e amor a Ele.
"Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder. Louvai-o consoante a sua muita grandeza. Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa, louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos retumbantes. Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!" (Sl 150.1-6).
"O louvor exige palavras, mas não fica só em palavras. O perfeito louvor produz música (vocal e instrumental), poemas, palmas, danças, santidade de vida, doação e auto consagração" (Rev. Elben M. Lenz César - Devocionário Refeições Diárias com os Salmos).
O louvor, no texto devocional acima, apesar de exigir palavras, não fica só em palavras e o salmo citado endossa essas palavras, ao orientar [em outra tradução] que "tudo o que tem fôlego louve ao Senhor".
Entendo que o louvor não exige formalidades, não fica circunscrito a um ambiente fechado de culto, que chamamos de igreja ou templo e nem nas salas semifechadas de nossos lares durante cultos domésticos ou reuniões de grupos de estudos bíblicos.
Diz o texto acima citado que o louvor produz música (vocal e instrumental), poemas, palmas, danças; até aqui só se falou em "barulho" como dizem os que não gostavam, há décadas, do louvor tão animado da mocidade.
O perfeito louvor requer santidade de vida, doação e auto consagração, elementos indispensáveis para um louvor sincero, franco, originário não do intelecto, mas do coração, um coração habitado por Jesus; por isso um coração feliz, um coração sadio espiritualmente sem mágoas, sem rancores, sem "representação" ou dissimulação, ou seja, sem "teatralizar".
Diz o salmista que Deus deve ser louvado no santuário, mas deve também ser louvado no firmamento, que é obra de suas mãos/seu poder: e a obra do seu poder é infinita, é muita vasta e diversificada.
A obra do seu poder são as milhões, trilhões de células que formam cada menor e humilde parte do nosso corpo; a obra do seu poder não é somente o nosso coração, o nosso sentimento, o nosso pensamento, o nosso desejo.
O perfeito louvor a Deus mexe com todo o nosso ser, com todas as células, com as menores partículas do nosso todo, daí as danças pois nosso corpo quando exulta, quando quer expressar alegria, felicidade, vibração com o sucesso ele dança e pula com música ou sem ela.
O salmista, para acompanhar a dança, acrescenta os instrumentos musicais, exemplificando: adufes, instrumento de cordas, flautas, címbalos retumbantes, e termina por dizer todo ser que respira (tem fôlego) louve ao Senhor.
Não há restrições quanto aos instrumentos musicais, assim entendo, pois todos os instrumentos musicais estão e são aceitos por Deus, Autor do Salmo, cujo escrevente apenas citou o que Ele inspirou [soprou].
O louvor, a adoração, o culto oferecido a Deus requer tudo de nós, principalmente alegria, gozo, paz, vibração, quaisquer instrumentos musicais, e o que mais deve ficar claro: o nosso louvor, a nossa adoração, o nosso culto deve ser permanente, onde quer que estejamos, conforme instrui a Escritura Sagrada: "Orai sem cessar" (1Ts 5.17), o que não induz à paralisação de todas as atividades: estudo, trabalho, lazer para ficarmos disponíveis em um constante louvor, em uma constante adoração, em um constante culto ao nosso Deus Criador, Pai, Rei, Senhor e Salvador.
Como já declinei antes, não temos que fazer culto apenas, devemos ser um culto permanente, quer caminhando, na condução, no local de trabalho, na sala de aula; o cultuar a Deus não nos limita em nossas atividades e não as limita.
Todo o nosso agir, seja em que área da vida for, não precisa sofrer solução de continuidade para nos colocarmos em atitude de humildade diante do Senhor; assim o diz a Palavra de Deus: "Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1Co 10. 31).
"Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me, que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai (...). Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade" (Jo 4.21, 23-24).
Tempo de louvar - meu franco e claro entendimento é que não há limitações de formas, instrumentos e lugares para o louvor, para a adoração, para o culto; vida cristã [24 horas por dia], já mencionei anteriormente, tem que ser um permanente culto ao nosso Deus e Pai; temos que o fazer em espírito e em verdade, e isso implica liberdade, espontaneidade, sinceridade, submissão e amor a Ele.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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