Palavra do leitor
25 de fevereiro de 2026- Visualizações: 734
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Momentos que se alternam
Vida cristã não é atestado de imunidade contra dissabores nem certificado de isenção de problemas, sempre se tem momentos de alegria e momentos de tristeza se alternando.
"A grande notícia é que um dia a tristeza acabará. Hoje a alegria parece sempre passageira e a tristeza insistente e duradoura. Um dia teremos plenitude de alegria, delícias perpetuamente." (Herbert dos Santos Gonçalves - Devocionário "Pão Diário").
Reportando à Palavra de Deus ela, também, afirma: "Ao anoitecer pode vir o choro; mas a alegria vem pela manhã" (Sl 30. 5b).
"No mundo passais por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (Jo 16. 33).
Conforme palavras acima pode parecer que a alegria é passageira e que a tristeza é insistente e duradoura, se arraiga em nós, e não nos deixa por nada; pode até ser, todavia não é a regra, pois para os seguidores de Jesus sempre há os momentos de alegria, de satisfação, de regozijo, de exultação, estes sempre superando aqueles.
Tenho por certo que não é qualquer alegria que agrada a Deus, o que já a caracteriza como passageira, breve, sem consistência, não verdadeira, com base em valores menores que contrariam os princípios cristãos.
Temos que nos alegrar sim; quando a alegria se embasar na esperança, na expectativa, na certeza até de que tudo passa, mas a Palavra de Deus não passará (Lc 21.33), ela é para sempre.
"Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que os vossos corações fiquem sobrecarregados com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço" (Lc 21.34).
Ao falar das preocupações, Jesus acrescenta vícios, maus costumes; neste momento não estou me atendo a eles, mas sim às preocupações seculares, às dificuldades, aos sofrimentos, que alternam os bons momentos.
O autor do pensamento acima ao dizer "um dia a tristeza acabará" está se referindo ao mesmo dia que Jesus menciona no versículo 34 como "aquele dia". Quando a Bíblia se refere a "aquele dia" ou expressões similares, está se referindo à segunda vinda de Jesus, quando as pessoas deverão estar alertas, vigilantes, cumprindo em suas vidas a Palavra de Deus para serem achadas fiéis:
"Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim" (Lc 12.43).
Devo sempre esclarecer que os convertidos a Jesus, denominados de "Igreja", não estarão na terra quando Ele voltar, eis que serão arrebatados antes, para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens; são dois momentos distintos!
O Salmo 30 se refere aos judeus, eles sim [os que estiverem vivos] estarão aqui quando da 2ª vinda pois não foram arrebatados com os que aceitaram o Senhor Jesus.
Os salvos por terem aceitado Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor, também deverão estar alertas, atentos, cumprindo a vontade de Jesus, para serem arrebatados para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens, antes da tribulação e da 2ª. vinda.
Os que forem achados vigilantes, fiéis serão compensados na glória do Senhor, glória que é muito maior do que as eventuais vicissitudes atuais, que são leves, momentâneas, passageiras, superficiais, se comparadas com a Glória futura, conforme versículos que sempre destaco:
"Porque a nossa [atual] leve e momentânea tribulação produz para nós [futuro] eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas" (2Co 4.17-18).
Os momentos se alternam: "a tristeza pode durar a noite toda, mas a alegria vem pela manhã"; e essa noite não se limita às 12 horas noturnas, mas representa dias, semanas, meses, anos, quiçá décadas de "deserto", talvez até uma vida toda.
Não se deve abstrair de que a alegria vem pela manhã, quando a Luz, que é Jesus, raiar e não der mais espaço para as trevas. É o exato cumprimento da Palavra deixada acima "que a leve e momentânea tribulação, produz em nós eterno peso de glória."
Não se sabe, não se tem conhecimento do "como" cada ser humano vive a sua vida, até porque, como disse um dos escritores que aprecio: "todas as coisas têm algo que se vê e algo que não se vê".
Por viver cada um no seu cantinho, um desconhecendo as intimidades do outro, as suas alegrias, as suas tristezas, não se pode e nem se deve julgar o próximo por momentos que são comuns a todos nós, mesmo se alternando: alegrias, tristezas, sofrimentos, bem estar, vontade de alcançar a salvação.
Nos momentos de incerteza, de tristezas, de dissabores, sem excluir os momentos de regozijo, devemos buscar a alegria que só o Senhor Jesus nos dá.
"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" (Jr 55.6).
Sá assim teremos a esperança, a fé, a convicção de um eterno peso de glória, na presença de Deus, que é imensamente maior e melhor dos que as "leves" aflições momentâneas deste mundo.
"A grande notícia é que um dia a tristeza acabará. Hoje a alegria parece sempre passageira e a tristeza insistente e duradoura. Um dia teremos plenitude de alegria, delícias perpetuamente." (Herbert dos Santos Gonçalves - Devocionário "Pão Diário").
Reportando à Palavra de Deus ela, também, afirma: "Ao anoitecer pode vir o choro; mas a alegria vem pela manhã" (Sl 30. 5b).
"No mundo passais por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (Jo 16. 33).
Conforme palavras acima pode parecer que a alegria é passageira e que a tristeza é insistente e duradoura, se arraiga em nós, e não nos deixa por nada; pode até ser, todavia não é a regra, pois para os seguidores de Jesus sempre há os momentos de alegria, de satisfação, de regozijo, de exultação, estes sempre superando aqueles.
Tenho por certo que não é qualquer alegria que agrada a Deus, o que já a caracteriza como passageira, breve, sem consistência, não verdadeira, com base em valores menores que contrariam os princípios cristãos.
Temos que nos alegrar sim; quando a alegria se embasar na esperança, na expectativa, na certeza até de que tudo passa, mas a Palavra de Deus não passará (Lc 21.33), ela é para sempre.
"Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que os vossos corações fiquem sobrecarregados com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço" (Lc 21.34).
Ao falar das preocupações, Jesus acrescenta vícios, maus costumes; neste momento não estou me atendo a eles, mas sim às preocupações seculares, às dificuldades, aos sofrimentos, que alternam os bons momentos.
O autor do pensamento acima ao dizer "um dia a tristeza acabará" está se referindo ao mesmo dia que Jesus menciona no versículo 34 como "aquele dia". Quando a Bíblia se refere a "aquele dia" ou expressões similares, está se referindo à segunda vinda de Jesus, quando as pessoas deverão estar alertas, vigilantes, cumprindo em suas vidas a Palavra de Deus para serem achadas fiéis:
"Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim" (Lc 12.43).
Devo sempre esclarecer que os convertidos a Jesus, denominados de "Igreja", não estarão na terra quando Ele voltar, eis que serão arrebatados antes, para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens; são dois momentos distintos!
O Salmo 30 se refere aos judeus, eles sim [os que estiverem vivos] estarão aqui quando da 2ª vinda pois não foram arrebatados com os que aceitaram o Senhor Jesus.
Os salvos por terem aceitado Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor, também deverão estar alertas, atentos, cumprindo a vontade de Jesus, para serem arrebatados para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens, antes da tribulação e da 2ª. vinda.
Os que forem achados vigilantes, fiéis serão compensados na glória do Senhor, glória que é muito maior do que as eventuais vicissitudes atuais, que são leves, momentâneas, passageiras, superficiais, se comparadas com a Glória futura, conforme versículos que sempre destaco:
"Porque a nossa [atual] leve e momentânea tribulação produz para nós [futuro] eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas" (2Co 4.17-18).
Os momentos se alternam: "a tristeza pode durar a noite toda, mas a alegria vem pela manhã"; e essa noite não se limita às 12 horas noturnas, mas representa dias, semanas, meses, anos, quiçá décadas de "deserto", talvez até uma vida toda.
Não se deve abstrair de que a alegria vem pela manhã, quando a Luz, que é Jesus, raiar e não der mais espaço para as trevas. É o exato cumprimento da Palavra deixada acima "que a leve e momentânea tribulação, produz em nós eterno peso de glória."
Não se sabe, não se tem conhecimento do "como" cada ser humano vive a sua vida, até porque, como disse um dos escritores que aprecio: "todas as coisas têm algo que se vê e algo que não se vê".
Por viver cada um no seu cantinho, um desconhecendo as intimidades do outro, as suas alegrias, as suas tristezas, não se pode e nem se deve julgar o próximo por momentos que são comuns a todos nós, mesmo se alternando: alegrias, tristezas, sofrimentos, bem estar, vontade de alcançar a salvação.
Nos momentos de incerteza, de tristezas, de dissabores, sem excluir os momentos de regozijo, devemos buscar a alegria que só o Senhor Jesus nos dá.
"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" (Jr 55.6).
Sá assim teremos a esperança, a fé, a convicção de um eterno peso de glória, na presença de Deus, que é imensamente maior e melhor dos que as "leves" aflições momentâneas deste mundo.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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