Palavra do leitor
18 de fevereiro de 2026- Visualizações: 873
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Desinteligência humana [ou inteligência artificial]
Deus nos dá a inteligência natural que é suficiente para pensar, discernir, decidir, criar, empreender, enfim fazer tudo com os talentos, com os dons que Ele nos concede.
A inteligência "extranatural", chamada de artificial, no meu entendimento, inibe as funções natas, naturais que Deus deu ao ser humano, quando o criou.
Li que a IA vai destruir a humanidade; entendo que não destruirá no sentido físico, mas mentalmente, intelectualmente, pois as pessoas passaram a não mais usar o próprio cérebro para utilizar um mecanismo que cria as coisas independente da natureza humana, da realidade, ou seja, ficção.
Alunos não mais estudam, professores não mais preparam aulas, tudo é produzido artificialmente/mecanicamente.
De um texto da Gazeta do Povo, cito o seguinte trecho sobre um artigo de um especialista no assunto, Dr. Erick Sperandio, professor associado e pesquisador de IA na Universidade de Surrey, na Inglaterra:
"No entanto, ele afirma que é preciso cuidado com as novas ferramentas, já que, "teologicamente, a IA carece de discernimento espiritual e pode interpretar erroneamente textos sagrados e contradizer princípios religiosos".
Outro ponto, segundo o especialista, é que muitas igrejas carecem de recursos e experiência para implementar sistemas de inteligência artificial com eficácia e autonomia teológica, gerando perigo de "alucinação", em que o programa pode produzir conteúdo que parece real, mas que, na verdade, é "inventado" pela IA com fontes falsas ou imprecisas."
Ela causa riscos socioeconômicos como desemprego, aumento da desigualdade entre ricos e pobres [estes sem recursos para adquirir tecnologia], perda de habilidades humanas tais como criatividade, raciocínio, uso da memória etc.
Pessoas com más intenções podem se valer dela para introduzir males em sistemas, em trabalhos humanos de quaisquer naturezas.
Figuras proeminentes no campo da tecnologia, ciência e IA alertaram que o desenvolvimento descontrolado pode representar um risco existencial para a humanidade.
• Geoffrey Hinton: um dos "padrinhos da IA" deixou o Google para alertar livremente sobre os perigos da tecnologia. Afirmou que há uma chance de 10% a 20% de que a IA leve à extinção humana nas próximas 3 décadas, alertando que sistemas mais inteligentes podem assumir o controle.
• Elon Musk: CEO da Tesla e SpaceX tem alertado que a IA é um risco fundamental para a civilização humana chegando a dizer que ela é mais perigosa que armas nucleares.
• Stephen Hawking: falecido físico e cosmólogo britânico afirmou que o desenvolvimento de uma IA completa poderia significar o fim da raça humana, temendo que ela pudesse "decolar por conta própria e redesenhar-se a uma taxa crescente".
• Sam Altman: CEO da OpenAI (criadora do ChatGPT) assinou, juntamente com outros líderes da indústria, uma declaração alertando que a mitigação do risco de extinção pela IA deve ser uma prioridade global.
• Demis Hassabis: Chefe da Google DeepMind alertou para os riscos existenciais que a IA pode representar.
Principais Argumentos de Risco:
• Superinteligência: A criação de uma IA que supera a inteligência humana e que não pode ser controlada.
• Desalinhamento: Objetivos da IA não alinhados com a sobrevivência humana.
• Velocidade de Desenvolvimento: A tecnologia avança mais rápido do que a capacidade de criar regulações e salvaguardas.
Por exemplo, levo dias refletindo um tema, buscando inspiração; quando tenho o assunto pronto mentalmente, sento para digitá-lo o que me toma umas 3 horas; levo mais uns 2 ou 3 dias refletindo/buscando inspiração sobre o texto, fazendo revisões, correções, exclusões, inserções – só, então, é que o posto neste site.
Não posso sequer pensar em deixar de produzir para, apenas, clicar em um determinado sistema para ter o artigo pronto, em questão de segundos; seria o fim de uma atividade que amo e utilizo há décadas para evangelização; seria o meu fim.
Aceitar uma inteligência artificial é rumar em direção à extinção da inteligência natural, que nos foi dada por Deus desde o ventre de nossas mães.
Lembro, reportando-me à Palavra de Deus, que, desde o Éden, Deus colocou à disposição do homem todo o jardim, mas condicionou que da árvore do meio do jardim, a árvore do bem e do mal, não deveria ele se alimentar, pois morreria.
A serpente [diabo travestido de serpente] desmentiu o Senhor e convenceu o homem a experimentar/desobedecer e assim veio a maldição sobre a terra, o pecado foi instituído.
Ele, pessoalmente, tentou Jesus 3 vezes; ofereceu dar-lhe o mundo todo [fazer-lhe o "bem" dando-lhe tudo] se prostrado Jesus o adorasse; o Senhor respondeu: "arreda-te de mim satanás".
A desinteligência humana [IA] é "a árvore" da qual não devemos nos alimentar; nem devemos querer conquistar "tudo" o que pode nos oferecer em troca de nossa devoção a ela.
Sou grato pela inteligência natural que Deus me deu para um fim proveitoso: obedecê-lo.
A inteligência "extranatural", chamada de artificial, no meu entendimento, inibe as funções natas, naturais que Deus deu ao ser humano, quando o criou.
Li que a IA vai destruir a humanidade; entendo que não destruirá no sentido físico, mas mentalmente, intelectualmente, pois as pessoas passaram a não mais usar o próprio cérebro para utilizar um mecanismo que cria as coisas independente da natureza humana, da realidade, ou seja, ficção.
Alunos não mais estudam, professores não mais preparam aulas, tudo é produzido artificialmente/mecanicamente.
De um texto da Gazeta do Povo, cito o seguinte trecho sobre um artigo de um especialista no assunto, Dr. Erick Sperandio, professor associado e pesquisador de IA na Universidade de Surrey, na Inglaterra:
"No entanto, ele afirma que é preciso cuidado com as novas ferramentas, já que, "teologicamente, a IA carece de discernimento espiritual e pode interpretar erroneamente textos sagrados e contradizer princípios religiosos".
Outro ponto, segundo o especialista, é que muitas igrejas carecem de recursos e experiência para implementar sistemas de inteligência artificial com eficácia e autonomia teológica, gerando perigo de "alucinação", em que o programa pode produzir conteúdo que parece real, mas que, na verdade, é "inventado" pela IA com fontes falsas ou imprecisas."
Ela causa riscos socioeconômicos como desemprego, aumento da desigualdade entre ricos e pobres [estes sem recursos para adquirir tecnologia], perda de habilidades humanas tais como criatividade, raciocínio, uso da memória etc.
Pessoas com más intenções podem se valer dela para introduzir males em sistemas, em trabalhos humanos de quaisquer naturezas.
Figuras proeminentes no campo da tecnologia, ciência e IA alertaram que o desenvolvimento descontrolado pode representar um risco existencial para a humanidade.
• Geoffrey Hinton: um dos "padrinhos da IA" deixou o Google para alertar livremente sobre os perigos da tecnologia. Afirmou que há uma chance de 10% a 20% de que a IA leve à extinção humana nas próximas 3 décadas, alertando que sistemas mais inteligentes podem assumir o controle.
• Elon Musk: CEO da Tesla e SpaceX tem alertado que a IA é um risco fundamental para a civilização humana chegando a dizer que ela é mais perigosa que armas nucleares.
• Stephen Hawking: falecido físico e cosmólogo britânico afirmou que o desenvolvimento de uma IA completa poderia significar o fim da raça humana, temendo que ela pudesse "decolar por conta própria e redesenhar-se a uma taxa crescente".
• Sam Altman: CEO da OpenAI (criadora do ChatGPT) assinou, juntamente com outros líderes da indústria, uma declaração alertando que a mitigação do risco de extinção pela IA deve ser uma prioridade global.
• Demis Hassabis: Chefe da Google DeepMind alertou para os riscos existenciais que a IA pode representar.
Principais Argumentos de Risco:
• Superinteligência: A criação de uma IA que supera a inteligência humana e que não pode ser controlada.
• Desalinhamento: Objetivos da IA não alinhados com a sobrevivência humana.
• Velocidade de Desenvolvimento: A tecnologia avança mais rápido do que a capacidade de criar regulações e salvaguardas.
Por exemplo, levo dias refletindo um tema, buscando inspiração; quando tenho o assunto pronto mentalmente, sento para digitá-lo o que me toma umas 3 horas; levo mais uns 2 ou 3 dias refletindo/buscando inspiração sobre o texto, fazendo revisões, correções, exclusões, inserções – só, então, é que o posto neste site.
Não posso sequer pensar em deixar de produzir para, apenas, clicar em um determinado sistema para ter o artigo pronto, em questão de segundos; seria o fim de uma atividade que amo e utilizo há décadas para evangelização; seria o meu fim.
Aceitar uma inteligência artificial é rumar em direção à extinção da inteligência natural, que nos foi dada por Deus desde o ventre de nossas mães.
Lembro, reportando-me à Palavra de Deus, que, desde o Éden, Deus colocou à disposição do homem todo o jardim, mas condicionou que da árvore do meio do jardim, a árvore do bem e do mal, não deveria ele se alimentar, pois morreria.
A serpente [diabo travestido de serpente] desmentiu o Senhor e convenceu o homem a experimentar/desobedecer e assim veio a maldição sobre a terra, o pecado foi instituído.
Ele, pessoalmente, tentou Jesus 3 vezes; ofereceu dar-lhe o mundo todo [fazer-lhe o "bem" dando-lhe tudo] se prostrado Jesus o adorasse; o Senhor respondeu: "arreda-te de mim satanás".
A desinteligência humana [IA] é "a árvore" da qual não devemos nos alimentar; nem devemos querer conquistar "tudo" o que pode nos oferecer em troca de nossa devoção a ela.
Sou grato pela inteligência natural que Deus me deu para um fim proveitoso: obedecê-lo.
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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