Palavra do leitor
24 de abril de 2026- Visualizações: 52
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A pequenez humana e a grandeza do criador
Quando contemplo o meu caminho,
vejo passos curtos, dias contados,
pensamentos que se perdem
nas paredes da minha própria casa.
Mas ergo os olhos além de mim,
e já não sou o centro do que existe.
Vejo ruas, cidades, nações,
vidas que seguem sem me perceber.
E subo mais um pouco,
até que a Terra se torna um ponto,
suspensa no vazio silencioso,
girando sem pedir licença.
E além dela, incontáveis luzes,
mundos que nunca tocarei,
vastidões que não compreendo,
tempo que não posso medir.
Então pergunto no silêncio:
Que é o homem diante de tudo isso?
Que valor há em sua existência breve,
em sua voz tão pequena no infinito?
Ainda assim…
há um sopro dentro de mim que responde,
há um eco que não vem do acaso,
há um sentido que insiste em existir.
Pois, se tudo foi feito,
não foi feito sem propósito.
E se há ordem no invisível,
há intenção no que se vê.
E Tu, que estás além de toda medida,
que habitas onde o tempo não alcança,
não desprezaste o que é pequeno,
nem ignoraste o que é frágil.
Antes, olhaste para a criação
e nela colocaste cuidado.
E, de forma que a mente não alcança,
Te aproximaste do pó que formaste.
Ó Mistério que excede o entendimento,
como pode o Infinito tocar o finito?
Como pode o Eterno olhar o instante
e ainda assim amar?
Mas assim é…
não pela lógica dos homens,
mas pela profundidade do Teu ser.
E se sou pequeno diante do universo,
ainda assim não sou esquecido.
Se sou breve no tempo,
ainda assim sou visto.
Ensina-me, então, a viver com sabedoria:
humilde na grandeza que não é minha,
grato pela vida que me foi dada,
e consciente do amor que me sustenta.
Pois não sou o centro de tudo,
mas sou parte de um propósito maior.
E isso basta.
³ "Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;
⁴ Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?"
Salmos 8:3-4
vejo passos curtos, dias contados,
pensamentos que se perdem
nas paredes da minha própria casa.
Mas ergo os olhos além de mim,
e já não sou o centro do que existe.
Vejo ruas, cidades, nações,
vidas que seguem sem me perceber.
E subo mais um pouco,
até que a Terra se torna um ponto,
suspensa no vazio silencioso,
girando sem pedir licença.
E além dela, incontáveis luzes,
mundos que nunca tocarei,
vastidões que não compreendo,
tempo que não posso medir.
Então pergunto no silêncio:
Que é o homem diante de tudo isso?
Que valor há em sua existência breve,
em sua voz tão pequena no infinito?
Ainda assim…
há um sopro dentro de mim que responde,
há um eco que não vem do acaso,
há um sentido que insiste em existir.
Pois, se tudo foi feito,
não foi feito sem propósito.
E se há ordem no invisível,
há intenção no que se vê.
E Tu, que estás além de toda medida,
que habitas onde o tempo não alcança,
não desprezaste o que é pequeno,
nem ignoraste o que é frágil.
Antes, olhaste para a criação
e nela colocaste cuidado.
E, de forma que a mente não alcança,
Te aproximaste do pó que formaste.
Ó Mistério que excede o entendimento,
como pode o Infinito tocar o finito?
Como pode o Eterno olhar o instante
e ainda assim amar?
Mas assim é…
não pela lógica dos homens,
mas pela profundidade do Teu ser.
E se sou pequeno diante do universo,
ainda assim não sou esquecido.
Se sou breve no tempo,
ainda assim sou visto.
Ensina-me, então, a viver com sabedoria:
humilde na grandeza que não é minha,
grato pela vida que me foi dada,
e consciente do amor que me sustenta.
Pois não sou o centro de tudo,
mas sou parte de um propósito maior.
E isso basta.
³ "Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;
⁴ Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?"
Salmos 8:3-4
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