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Opinião

Perseguidos, mas encorajados

Do trabalho solitário de um jovem holandês - conhecido como Irmão André - que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas.  No Brasil esse ministério comemora 35 anos!
 
Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus.  Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras. 
 
Em nosso 35º aniversário, celebre conosco mais um ano em defesa da causa dos irmãos perseguidos. 
 
Quando em 1977, irmã Elmira Pasquini levantou uma oferta para o Irmão André na primeira visita que ele fazia ao Brasil. Ela não tinha ideia das consequências daquele gesto. Ele disse a ela que o melhor destino para o dinheiro seria começar o escritório da “Open Doors International” (ODI) no Brasil.
 
Ela fez o que ele instruiu e, meses depois, em 1º de maio de 1978, registrava-se a fundação da Missão Portas Abertas, afiliada da ODI, que durante um bom tempo funcionaria na casa da irmã Elmira. O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados. Há dois auditórios para a realização de eventos e, ao todo, o prédio alugado tem quatro andares com 550 m2 de área construída.
 
Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha “Domingo da Igreja Perseguida” mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro.
 
A lembrança daquele início em comparação com o presente faz pensar em duas coisas: transformação e relacionamento.
 
Transformação
As mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas nos últimos 35 anos, forçaram a ODI e a Missão a se renovarem. O trabalho de campo da ODI que, no começo, era só distribuição de Bíblias, adicionou treinamento, desenvolvimento socioeconômico e ações institucionais. A Missão foi se adaptando e engajando os parceiros brasileiros com essas atividades.
 
Além do crescimento e das mudanças nos métodos, uma transformação mais fundamental vem ocorrendo: a consciência que a ODI e afiliadas vêm ganhando sobre a essência do ministério que realizam.
 
O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17.
 
Essa é a grande transformação e é com ela que todos nós estamos comprometidos.
 
Relacionamento
É fantástico o quanto de ensino há naqueles gestos da irmã Elmira e do Irmão André. Ela, querendo ajudar, fez o que qualquer de nós faria: uma doação.
 
Ele, revelando o tipo de engajamento que o ministério quer, aceitou a doação, mas pediu algo mais: o relacionamento permanente. Afinal, como formar mais uma afiliada da ODI sem um relacionamento, no mínimo, duradouro? 
 
A irmã Elmira ficou profundamente honrada pelo pedido do Irmão André, fundou a Missão, recebeu-a na própria casa e, até hoje, é uma voluntária, mesmo aos 85 anos de idade. Ela captou a importância do relacionamento.
 
E o exemplo dela nos serve de ensino: os irmãos perseguidos não querem nosso dinheiro, eles querem nossa atenção, nossa oração, nosso amor.
 
Gratidão
Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história.

 
_________
Douglas Monaco, atualmente auditor interno da Open Doors International, ocupou o cargo de Secretário Geral da Portas Abertas Brasil entre abril de 1990 e dezembro de 2009.
 
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