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Cristãos norte-americanos se opõem à política anti-imigratória de Trump

A organização Church World Service e o Conselho Nacional de Igrejas, que representam 30 milhões de norte-americanos e 37 denominações, lançaram uma campanha nacional de combate à política anti-imigração do presidente Donald Trump. Assinada no último dia 6, a nova ordem executiva de Trump determina a proibição da entrada de cidadãos de seis países de maioria muçulmana no território americano por 90 dias.

O documento emitido pela campanha afirma que, como cristãos, temos a responsabilidade moral de falar e defender, junto com todos os imigrantes e refugiados, o bloqueio dessas ordens executivas, consideradas no documento como injustas e imorais. "Afirmamos a nossa determinação de não descansar até que os Estados Unidos cumpram plenamente a sua promessa como a terra do livre, até que todos os refugiados sejam bem recebidos, independentemente da sua nacionalidade ou religião, e até que as políticas destinadas a semear medo e desconfiança entre as nossas comunidades sejam revogadas".

A declaração apresenta 10 ações que os signatários da campanha promoverão para mobilizar suas congregações em todo o país e revogar as políticas anti-refugiados, promulgadas pelo governo Trump. Entre as dez ações, estão:
1 - Comprometer-se a levantar US $ 1 milhão nos próximos seis meses para ajudar os refugiados que já vivem nos Estados Unidos e aqueles que chegam;
2 - Pedir para se reunir com o Presidente Trump;
3 - Exortar os membros do Congresso a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para revogar as ordens executivas anti-refugiados e anti-imigrantes;

Chamados para servir os que sofrem

Dia 8 de fevereiro, a organização cristã World Relief, que acolhe e apoia refugiados que chegam aos Estados Unidos, lançou uma carta aberta, na qual convida o presidente Trump e o vice-presidente Pence a apoiar os refugiados.

A carta, assinada por mais de 500 pastores e líderes de vários estados do país, foi publicada como um anúncio de página inteira no The Washington Post, com os nomes de mais de 100 dos signatários. A carta teve bastante repercussão por conter apenas evangélicos considerados conservadores e por ter os nomes de Tim Keller e Max Lucado no topo da lista. Os dois pastores conhecidos e respeitados, raramente se pronunciam sobre questões políticas.

Um trecho da carta afirma que os cristãos têm uma chamada histórica, expressa há mais de dois mil anos, para servir os que sofrem. “Não podemos abandonar esta chamada agora. Vivemos em um mundo perigoso e afirmamos o papel crucial do governo em nos proteger de danos e em definir as condições de admissão de refugiados. No entanto, a compaixão e a segurança podem coexistir, como há décadas. Para os perseguidos e sofredores, cada dia importa; Cada atraso é um golpe esmagador para a esperança”, enfatiza o documento.

A preocupação da organização não é apenas em acolher preferencialmente refugiados cristãos – os quais enfrentam horríveis perseguições e até genocídios em certas partes do mundo –, mas também apoiar e acolher muçulmanos vulneráveis e pessoas de outras religiões, ou mesmo aqueles não possuem nenhuma fé. “Esta ordem executiva reduz drasticamente o número total de refugiados permitidos este ano, roubando das famílias a esperança de um futuro. E poderia custar-lhes suas vidas”, conclui a carta.

Entenda a nova ordem executiva de Trump

Assinada na última segunda-feira (16/03) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a nova ordem executiva proíbe a entrada de cidadãos de seis países de maioria muçulmana no território americano por 90 dias. Na primeira ordem assinada por Trump em 27 de janeiro – barrada pela Justiça Federal dos EUA depois de gerar protestos e confusão em aeroportos –, eram sete os países afetados pela proibição. Desta vez o Iraque foi retirado da lista. A ordem pode entrar em vigor a partir do próximo dia 16, mas o procurador-geral do Estado de Nova York, Eric Schneiderman, afirmou que sua equipe está pronta para contestar a nova ordem de Trump na Justiça. "Embora a Casa Branca tenha feito mudanças no veto, a intenção de discriminar muçulmanos continua clara", afirmou.

Com informações de Christianity Today e G1.
Equipe Editorial Web
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