Freud era ateu, mas dizia "graças a Deus".
A revista dominical do jornal The New York Times do dia 9 de setembro pergunta, não sem constrangimento, se Freud era um defensor da fé. Claro, a resposta óbvia é não. No entanto, os ateus de plantão, animados pelo recentes lançamentos Deus, um Delírio, de Richard Dawkins (Companhia das Letras); e, Deus não é Grande, de Christopher Hitchens (Ediouro), devem colocar as barbas de molho.
Para o autor da matéria existe mais sobre a, digamos, “religiosidade” de Freud. Mark Edmundson afirma que Freud sugere que a fé em Deus “possibilitou um retorno à vida interior, tornando-a rica”, além de reconhecer “poesia” e “promessa” na religião. Continue lendo »