Opinião
22 de abril de 2026- Visualizações: 115
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A missão que ainda nos falta: povos de fronteira e o discernimento da igreja
Por Felipe Perrelli
Este artigo nasce da escuta e reflexão a partir da palestra Momentum: Keeping the Focus on Frontier Peoples, apresentada por Rebecca Lewis Winter. Na exposição, a autora revisita a história recente do movimento missionário global e apresenta um diagnóstico sobre a tarefa missionária remanescente.
A partir dessa leitura, o texto propõe algumas reflexões sobre mobilização missionária, discernimento estratégico e o papel da igreja diante dos povos que ainda permanecem sem acesso real ao evangelho.
A promessa às nações e o movimento da missão
A palestra de Rebecca Lewis Winter inicia situando a missão cristã dentro do próprio propósito bíblico de Deus. A promessa feita a Abraão – de que todas as famílias da terra seriam abençoadas – é apresentada como fundamento teológico da expansão missionária ao longo da história.
A partir dessa perspectiva, a autora revisita o desenvolvimento histórico do movimento missionário moderno. No final do século 18, quando William Carey buscou avaliar o alcance real do cristianismo entre os povos da terra, estimava-se que aproximadamente 25% da população mundial vivia entre povos que possuíam acesso ao evangelho.
O movimento missionário protestante que se seguiu levou à formação de sociedades missionárias, redes de cooperação e novas iniciativas de envio transcultural. Ao longo dos séculos 19 e 20, esse movimento ampliou significativamente a presença cristã no mundo.
Segundo os dados apresentados na palestra, por volta de 1974 cerca de 40% da população mundial já vivia entre povos que possuíam igrejas e presença cristã significativa. Contudo, esse crescimento não significava que todos os povos tinham acesso real ao evangelho.
A descoberta da distância cultural
O ponto decisivo da reflexão apresentada na palestra está ligado à percepção desenvolvida por Ralph D. Winter durante o Congresso de Lausanne para Evangelização Mundial.
Até então, muitos avaliavam o progresso missionário principalmente em termos geográficos. Falava-se em “países cristãos” e “países não cristãos”. Winter percebeu que essa abordagem era insuficiente.
O verdadeiro problema missionário não estava apenas na distância geográfica entre os povos e a igreja, mas na distância cultural.
Segundo os dados apresentados em sua análise, apenas cerca de 13% dos não cristãos do mundo viviam em contextos culturalmente próximos de igrejas existentes. A grande maioria encontrava-se em contextos culturais onde não havia igrejas em sua língua, cultura ou estrutura social.
Essa constatação levou a uma mudança metodológica importante: a missão passou a ser pensada não apenas em termos de países, mas em termos de povos e grupos culturais.
Povos não-alcançados, povos de fronteira e povos sem acesso
A partir dessa mudança de perspectiva, o pensamento missionário passou a identificar com maior precisão os contextos onde o evangelho ainda não havia criado raízes.
Povos não-alcançados são geralmente definidos como povos em que menos de 2% da população é composta por cristãos evangélicos. Isso significa que a presença cristã ainda é pequena demais para gerar um movimento interno de expansão do evangelho. Pode haver igreja e conversões, mas a comunidade cristã local ainda não possui força suficiente para alcançar todo o próprio povo sem ajuda externa.
Dentro desse grupo existe uma realidade ainda mais desafiadora: os povos de fronteira.
Povos de fronteira são aqueles em que não existe ainda um movimento cristão identificável dentro do próprio povo. A presença cristã é extremamente pequena – frequentemente inferior a 0,1% da população – e muitas vezes não há igrejas estabelecidas, liderança cristã local ou comunidades capazes de sustentar testemunho contínuo.
Em vários desses contextos também não existe acesso pleno às Escrituras na língua do povo. Nesses casos, o evangelho ainda não criou raízes estruturais dentro daquela cultura.
Em linguagem pastoral, alguns movimentos de mobilização também utilizam a expressão povos sem acesso ao evangelho. Essa expressão busca comunicar a mesma realidade de forma mais direta: trata-se de contextos onde uma pessoa dificilmente teria oportunidade real de ouvir o evangelho, conhecer uma igreja ou acessar as Escrituras sem uma ação missionária intencional.
Na prática, muitos povos de fronteira também podem ser compreendidos como povos sem acesso.

A tarefa remanescente da missão
Segundo os dados apresentados na palestra, em 1974 cerca de 60% da população mundial vivia entre povos de fronteira. Cinco décadas depois, apesar da duplicação da população mundial, esse número caiu para aproximadamente 25% da humanidade.
Isso representa um avanço missionário significativo.
Contudo, a tarefa remanescente apresenta uma característica importante: ela está altamente concentrada. Grande parte desses povos encontra-se no sul da Ásia e em contextos majoritariamente muçulmanos.
Além disso, embora o número de trabalhadores missionários tenha crescido nas últimas décadas, a maioria deles continua atuando entre povos que já possuem presença cristã estabelecida.
Esse padrão revela uma tendência recorrente na história da missão.
Mobilização missionária e a formação da consciência da igreja
Ao longo da história, a igreja tende a direcionar sua energia para contextos onde o trabalho é mais visível, mais compreensível e mais facilmente integrado à vida eclesial.
Evangelização local, discipulado e fortalecimento de igrejas são tarefas legítimas. O problema surge quando essas atividades passam a ocupar todo o horizonte missionário da igreja enquanto povos inteiros permanecem sem acesso real ao evangelho.
É nesse ponto que a mobilização missionária se torna essencial.
Mobilização não pode ser reduzida a campanhas ou recrutamento de voluntários. Seu papel mais profundo consiste em formar a consciência missionária da igreja, ajudando comunidades cristãs a perceber a dimensão global da missão de Deus.
Sem esse processo formativo, é natural que igrejas permaneçam concentradas em seus próprios horizontes culturais.
Discipulado e irmandade na dinâmica missionária
A história missionária também permite uma reflexão sobre a dinâmica das relações dentro da igreja.
Grande parte da prática eclesial contemporânea é estruturada em torno da linguagem do discipulado. Esse processo é fundamental para a formação cristã.
Entretanto, o movimento missionário global também revela outro elemento importante: a irmandade missionária.
Sociedades missionárias, movimentos cooperativos e redes de envio surgiram quando cristãos passaram a se reconhecer como irmãos corresponsáveis pela mesma tarefa.
Enquanto o discipulado forma pessoas na fé, a irmandade missionária mobiliza comunidades inteiras para a missão.
A responsabilidade da geração atual
A reflexão apresentada por Rebecca Lewis Winter termina com um chamado simples e profundo: manter o foco missionário nos lugares onde Cristo ainda não é conhecido.
Esse chamado não implica desprezar outras formas de ministério. Ele apenas recorda que a missão da igreja possui uma dimensão global que não pode ser negligenciada.
Ao longo da história, cada geração cristã foi confrontada com a mesma pergunta: o que faremos com a parte da tarefa que ainda não foi realizada?
Responder a essa pergunta exige visão, cooperação e discernimento.
A missão da igreja não termina onde a igreja já chegou.
Ela continua onde o evangelho ainda não criou raízes.
A tarefa missionária remanescente não é apenas um problema estratégico, mas um chamado espiritual para o discernimento da igreja. Se a história missionária mostra que Deus levantou movimentos para cada etapa da expansão do evangelho, talvez nossa geração esteja sendo convidada a redescobrir algo fundamental: a missão não pertence a estruturas isoladas, mas à consciência do corpo de Cristo. Manter o foco nos povos de fronteira, como lembrado por Rebecca Lewis Winter, exige mais do que novos programas – exige uma igreja aprofunde sua visão do mundo a partir da promessa de Deus às nações.
Fontes:
WINTER, Rebecca Lewis. Momentum: Keeping the Focus on Frontier Peoples. Palestra apresentada em conferência missionária.
PERRELLI, Felipe. Mobilização não pode ser mera cooptação.
PERRELLI, Felipe. Quando a mobilização precisa amadurecer.
Imagem: Unsplash.
REVISTA ULTIMATO – GENEROSIDADE - "HÁ MAIOR FELICIDADE EM DAR DO QUE EM RECEBER! (ATOS 20.35)
A generosidade é paradoxal! Que dá recebe em troca. E é multifacetada, podendo apresentar-se de muitas formas, e não apenas na doação de recursos materiais e dinheiro.
Deus conta com a generosidade na relações humanas e nas relações dentro da igreja. Ela é um elemento previsto por ele para o bem comum e para o avanço de sua obra.
É disso que trata a edição 418. Para assinar, clique aqui.
Saiba mais:
» O Mundo - Uma missão a cumprir, John Stott e Tim Chester
» O Evangelho em uma Sociedade Pluralista, Lesslie Newbigin
Este artigo nasce da escuta e reflexão a partir da palestra Momentum: Keeping the Focus on Frontier Peoples, apresentada por Rebecca Lewis Winter. Na exposição, a autora revisita a história recente do movimento missionário global e apresenta um diagnóstico sobre a tarefa missionária remanescente.
A partir dessa leitura, o texto propõe algumas reflexões sobre mobilização missionária, discernimento estratégico e o papel da igreja diante dos povos que ainda permanecem sem acesso real ao evangelho.
A promessa às nações e o movimento da missãoA palestra de Rebecca Lewis Winter inicia situando a missão cristã dentro do próprio propósito bíblico de Deus. A promessa feita a Abraão – de que todas as famílias da terra seriam abençoadas – é apresentada como fundamento teológico da expansão missionária ao longo da história.
A partir dessa perspectiva, a autora revisita o desenvolvimento histórico do movimento missionário moderno. No final do século 18, quando William Carey buscou avaliar o alcance real do cristianismo entre os povos da terra, estimava-se que aproximadamente 25% da população mundial vivia entre povos que possuíam acesso ao evangelho.
O movimento missionário protestante que se seguiu levou à formação de sociedades missionárias, redes de cooperação e novas iniciativas de envio transcultural. Ao longo dos séculos 19 e 20, esse movimento ampliou significativamente a presença cristã no mundo.
Segundo os dados apresentados na palestra, por volta de 1974 cerca de 40% da população mundial já vivia entre povos que possuíam igrejas e presença cristã significativa. Contudo, esse crescimento não significava que todos os povos tinham acesso real ao evangelho.
A descoberta da distância cultural
O ponto decisivo da reflexão apresentada na palestra está ligado à percepção desenvolvida por Ralph D. Winter durante o Congresso de Lausanne para Evangelização Mundial.
Até então, muitos avaliavam o progresso missionário principalmente em termos geográficos. Falava-se em “países cristãos” e “países não cristãos”. Winter percebeu que essa abordagem era insuficiente.
O verdadeiro problema missionário não estava apenas na distância geográfica entre os povos e a igreja, mas na distância cultural.
Segundo os dados apresentados em sua análise, apenas cerca de 13% dos não cristãos do mundo viviam em contextos culturalmente próximos de igrejas existentes. A grande maioria encontrava-se em contextos culturais onde não havia igrejas em sua língua, cultura ou estrutura social.
Essa constatação levou a uma mudança metodológica importante: a missão passou a ser pensada não apenas em termos de países, mas em termos de povos e grupos culturais.
Povos não-alcançados, povos de fronteira e povos sem acesso
A partir dessa mudança de perspectiva, o pensamento missionário passou a identificar com maior precisão os contextos onde o evangelho ainda não havia criado raízes.
Povos não-alcançados são geralmente definidos como povos em que menos de 2% da população é composta por cristãos evangélicos. Isso significa que a presença cristã ainda é pequena demais para gerar um movimento interno de expansão do evangelho. Pode haver igreja e conversões, mas a comunidade cristã local ainda não possui força suficiente para alcançar todo o próprio povo sem ajuda externa.
Dentro desse grupo existe uma realidade ainda mais desafiadora: os povos de fronteira.
Povos de fronteira são aqueles em que não existe ainda um movimento cristão identificável dentro do próprio povo. A presença cristã é extremamente pequena – frequentemente inferior a 0,1% da população – e muitas vezes não há igrejas estabelecidas, liderança cristã local ou comunidades capazes de sustentar testemunho contínuo.
Em vários desses contextos também não existe acesso pleno às Escrituras na língua do povo. Nesses casos, o evangelho ainda não criou raízes estruturais dentro daquela cultura.
Em linguagem pastoral, alguns movimentos de mobilização também utilizam a expressão povos sem acesso ao evangelho. Essa expressão busca comunicar a mesma realidade de forma mais direta: trata-se de contextos onde uma pessoa dificilmente teria oportunidade real de ouvir o evangelho, conhecer uma igreja ou acessar as Escrituras sem uma ação missionária intencional.
Na prática, muitos povos de fronteira também podem ser compreendidos como povos sem acesso.

A tarefa remanescente da missão
Segundo os dados apresentados na palestra, em 1974 cerca de 60% da população mundial vivia entre povos de fronteira. Cinco décadas depois, apesar da duplicação da população mundial, esse número caiu para aproximadamente 25% da humanidade.
Isso representa um avanço missionário significativo.
Contudo, a tarefa remanescente apresenta uma característica importante: ela está altamente concentrada. Grande parte desses povos encontra-se no sul da Ásia e em contextos majoritariamente muçulmanos.
Além disso, embora o número de trabalhadores missionários tenha crescido nas últimas décadas, a maioria deles continua atuando entre povos que já possuem presença cristã estabelecida.
Esse padrão revela uma tendência recorrente na história da missão.
Mobilização missionária e a formação da consciência da igreja
Ao longo da história, a igreja tende a direcionar sua energia para contextos onde o trabalho é mais visível, mais compreensível e mais facilmente integrado à vida eclesial.
Evangelização local, discipulado e fortalecimento de igrejas são tarefas legítimas. O problema surge quando essas atividades passam a ocupar todo o horizonte missionário da igreja enquanto povos inteiros permanecem sem acesso real ao evangelho.
É nesse ponto que a mobilização missionária se torna essencial.
Mobilização não pode ser reduzida a campanhas ou recrutamento de voluntários. Seu papel mais profundo consiste em formar a consciência missionária da igreja, ajudando comunidades cristãs a perceber a dimensão global da missão de Deus.
Sem esse processo formativo, é natural que igrejas permaneçam concentradas em seus próprios horizontes culturais.
Discipulado e irmandade na dinâmica missionária
A história missionária também permite uma reflexão sobre a dinâmica das relações dentro da igreja.
Grande parte da prática eclesial contemporânea é estruturada em torno da linguagem do discipulado. Esse processo é fundamental para a formação cristã.
Entretanto, o movimento missionário global também revela outro elemento importante: a irmandade missionária.
Sociedades missionárias, movimentos cooperativos e redes de envio surgiram quando cristãos passaram a se reconhecer como irmãos corresponsáveis pela mesma tarefa.
Enquanto o discipulado forma pessoas na fé, a irmandade missionária mobiliza comunidades inteiras para a missão.
A responsabilidade da geração atual
A reflexão apresentada por Rebecca Lewis Winter termina com um chamado simples e profundo: manter o foco missionário nos lugares onde Cristo ainda não é conhecido.
Esse chamado não implica desprezar outras formas de ministério. Ele apenas recorda que a missão da igreja possui uma dimensão global que não pode ser negligenciada.
Ao longo da história, cada geração cristã foi confrontada com a mesma pergunta: o que faremos com a parte da tarefa que ainda não foi realizada?
Responder a essa pergunta exige visão, cooperação e discernimento.
A missão da igreja não termina onde a igreja já chegou.
Ela continua onde o evangelho ainda não criou raízes.
A tarefa missionária remanescente não é apenas um problema estratégico, mas um chamado espiritual para o discernimento da igreja. Se a história missionária mostra que Deus levantou movimentos para cada etapa da expansão do evangelho, talvez nossa geração esteja sendo convidada a redescobrir algo fundamental: a missão não pertence a estruturas isoladas, mas à consciência do corpo de Cristo. Manter o foco nos povos de fronteira, como lembrado por Rebecca Lewis Winter, exige mais do que novos programas – exige uma igreja aprofunde sua visão do mundo a partir da promessa de Deus às nações.
Fontes:
WINTER, Rebecca Lewis. Momentum: Keeping the Focus on Frontier Peoples. Palestra apresentada em conferência missionária.
PERRELLI, Felipe. Mobilização não pode ser mera cooptação.
PERRELLI, Felipe. Quando a mobilização precisa amadurecer.
- Felipe Perrelli é diretor executivo da Missão Evangélica BASE e coordenador nacional de Mobilização da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB).
Imagem: Unsplash.
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Deus conta com a generosidade na relações humanas e nas relações dentro da igreja. Ela é um elemento previsto por ele para o bem comum e para o avanço de sua obra.
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