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Palavra do leitor

Somos a geração Lollapalooza ou achar-se-á a geração de fé?

"…Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?" Lucas 18.8

Somos a geração do politicamente correto. Somos a geração dos discursos e das reinvindicações. Somos a geração dos meus direitos. Somos a geração das ações afirmativas ou das cotas raciais. Somos a geração da identidariedade e da interseccionalidade. Somos a geração das impressões subjetivas. Somos a geração negacionista de verdades objetivas, de conhecimentos estabelecidos e responsabilidades fundamentais. Somos a geração da liberdade do querer, do fazer o que quero, do viver o momento e nada mais. Somos a geração aversiva as diferenças entre as raças, as etnias, os povos, as culturas, os sexos e as espécies. Somos a geração que defende, com unhas e dentes, o aborto, por uma simples vontade de não assumir as consequências de seus atos e escolhas. Somos a geração com cartazes nas mãos, em prol do meio ambiente, mas nem sequer consegue mudar seu estilo de vida consumista descartável. Somos a geração do igualitarismo, da justiça social, do mundo ideal, da utopia de que todos terão tudo e não conseguem estender-se com solidariedade ao vizinho. Somos a geração do progressismo esquerdista, liberal e ideológico.

Somos a geração aversiva a tradição e ao conservador, sem discernir de que os mesmos portam valores experimentados e validados, durante séculos, se são fundamentos para mudanças, transições, transformações e alterações sustentáveis, coerentes e produtivas. Somos a geração do quanto mais baixo, vulgar, desprezível e idiota: melhor. Somos a geração refém das redes midiáticas digitais (instagram, yotuber e outros). Somos a geração dos cliques, de ser uma imagem irreal para as pessoas, de ser notado, a todo e qualquer custo. Somos a geração com ecos de contestação a maioridade penal, todavia apoia a ideia de crianças se declararem sem uma sexualidade definida. Somos a geração que aplaude uma pessoa, porque imprimiu alterações para obter aparência feminina e se enfurece caso alguém aponte que, ainda assim, sua natureza não se alterou. Somos a geração desprendida das diferenças morfológicas, fisiológicas, anatômicas, biológicas, tão somente, para atender as pautas de uma irreal cultura das flutuações dos gostos e das fantasias.

Somos a geração sem a capacidade de ser responsável, de exercer seus deveres e obrigações, porque se coloca como vitimista, oprimida e ofendida por tudo e por todos. Somos a geração que mexeu com uma, mexeu com todas, dentro de uma leitura unilateral da realidade. Somos a geração despreparada para as frustrações, para os não (s), para as perdas, para as reprovações, para a constatação de que nem sempre estará no pódio. Somos a geração em favor dos animais e conformadas com os mendigos, afinal de contas, não faz parte de sua realidade. Somos a geração dos influenciadores digitais. Somos a geração defensora das experiências e não da verdade do que somos e podemos ser. Somos a geração alienada pelas mentiras de que tudo não presta e se deve estabelecer um novo momento. Somos a geração do empoderamento e de submeter o corpo feminino a um meio. Somos a geração do sexismo paranoico. Somos a geração do racismo, em todo o lugar.

Somos a geração da demonização da tradição judaico-cristã. Somos a geração das ditaduras dos grupos da diversidade, da inclusão e da igualdade. Somos a geração de que se você não concordar, então, não passa de um misógino, de um transfóbico, de um racista, de um fundamentalista cristão, de um estúpido, de um mesquinho e por ai vai. Somos a geração do meu corpo e minhas regras. Somos a geração de passar a cabeça e acatar a continuidade de pessoas a prosseguir a não corrigirem seus defeitos. Somos a geração receosa de formar gerações, porque, lá no fundo, não acredita em si mesma. Ademais, caberá a geração de jovens que se continuarem a serem conquistados pelo camalhaço dos ideais e das ideias do progressismo, por consequência, formarão o futuro e escreverão os enredos da história, mas será que haverá vez e voz para a fé, a responsabilidade, a conciliação, o partilhar, as nuances e a redenção da pessoa humana?
São Paulo - SP
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