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Palavra do leitor

O reino de braços abertos e vinde a mim: todos

"A vida não pode ser lida, a partir de um ponto de vista, porque estamos diante de realidades movidas pela fé, pela imaginação, pela linguagem, pela tradição, pela lógica, pela estética, pelos valores, pelas virtudes e isto deveria e deve ser considerado nas narrativas cristãs’’.

As palavras do Deus Ser Humano Jesus Cristo, sem vernizes linguísticos para ser bem visto e vindo, desagua na asseverada afirmação de vinde a mim e vinde a mim todos. Decerto, em meio a uma realidade movida, em parte, por interpretações restritas, a partir de um ponto de vista, sobre os caudilhos ditatoriais ou os tentáculos opressivos da comunidade do pertencimento, porque caso não esteja em uma, por conseguinte, devo ser erradicado ou apagado do mapa da existência. Indo em direção diametralmente oposta, conforme se encontra no texto de Mateus 11: 28-30, encontramos um chamado efetivo e categórico para todos se achegarem, para todos se aproximarem, para todos se perceberem como filiados ao coração da Graça do Ressurrecto. Sim e sim, todos são reconhecidos como o foco daquele que ajuda, não ocasionalmente, porque essa ajuda prossegue, desdobra-se, vai além, insiste e sem nenhuma alienação. Sim e sim, de braços abertos, desloca-se até os desesperançados, os inquietos, aqueles que desistiram, aqueles sem nenhum sabor de vida e renovação, aqueles à espera do fim e nada mais. Não há como negar, de braços abertos, desafeito as categorizações desse ou daquele, de bons e maus, de justos e abomináveis, passa e perpassa por escutar a todas as vozes e todas as pulsações de vidas desoladas, de amizades dissolvidas, de famílias dilaceradas, de parcerias desmontadas, de sonhos que não terminaram como esperado. Eis o chamado indiscriminado, porque está de braços abertos, corre o risco do não, não descarta ser esquecido, após o alívio das tormentas, mas estamos diante do ajudante e da ajuda, do ajudador que ajuda num movimento contínuo para tornar as almas livres, as almas livres de critérios absurdos, de uma felicidade fajuta, de um culto tresloucado ao sucesso e nos faz olhar para os lados, nos faz parar e escutar, quem está ao lado, nos faz redigir a vida, não a partir de um ponto, porque traz toda uma sucessão de pontos, de atributos, como cada centímetro, como cada fagulha, como cada gota da vida alredor do autor dos braços abertos. Deveras ou verdadeiramente, na estridência de todo um emaranhado de impressões despidas da verdade, do certo, da justiça, da paz que nos proporciona estarmos resolvidos conosco mesmo, da esperança incumbida de nos fazer ir adiante, expressamente, não se pode prescindir dessa busca promovida pelo ajudante e pela ajuda. Vou adiante, vinde a mim, todos os que estais na espreita e desconfiados do que virá, porque estou de braços abertos para os e as inspirar com vida, com viver, com a linguagem compromissada a descrever a realidade com as substancialidades do Reino de paz, de justiça e alegria ou com o reino de braços abertos.
São Paulo - SP
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