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Palavra do leitor

O futuro da igreja depende de quem?

"Um povo sem a capacidade de fazer uma leitura coerente e honesta da história e da sua histórica, tornar-se-á num povo refém e a mercê de revoluções hipócritas’’.

O futuro da igreja depende de quem, efetivamente, em meio a um retumbante ataque voraz e implacável a verdade, ao conhecimento e a liberdade de consciência e escolha, ao certo e ao errado, ou seja, aos fundamentos da tradição judaico-cristã que formaram a civilização ocidental? Cada vez mais, as ideais progressistas e sua cosmovisão ou leitura da realidade absolutamente dissociadas dos valores forjados nas bases do cristianismo invadem não apenas as dimensões seculares, como também, inclusive, de denominações tidas ou reconhecidas como cristãs. Toda e qualquer abordagem calcada segundo os padrões defendidos, segundo a ótica bíblica, encontra objeções ácidas e hostis. Em outras palavras, ou há um adequar, por parte dos cristãos alinhados as diretrizes da fé e da ética cristã, aos movimentos progressistas de que não há verdades absolutas, de que tudo depende de impressões e das experiências, de que a palavra final advém da subjetividade do indivíduo e nada mais, de que o mal e os malefícios se apresenta nas estruturas instituídas e constituídas e não no ser humano, ou deve ser extirpado, calado, descartado. Então, qual o futuro da igreja e tal depende de quem? Sem sombra de dúvida, temos referências paradigmáticas ou exemplificativas de igrejas voltadas ao caminho de se aderir a cultura prevalecente, aos temas de um enfoque de justiça social desgarrada de verdades, adaptando-se a ser apetecível aos gostos de uma geração relativizada e confusa, como o caso da Igreja Anglicana do Canadá, com a previsão de em 2040 não ser mais presente dentro do contexto da sociedade canadense.

Vou adiante, sou a favor de um obscurantismo, de um discurso de opressão, de não enfrentar e reconhecer sérias mazelas sociais? Não! Simplesmente, devemos agir como sal da terra e luz do mundo, como portadores de uma esperança criativa, de uma compaixão pela vida e pelo outro, logo, somos, sim e sim, como cristãos, discípulos do Deus ser humano Jesus Cristo, chamados para uma responsabilidade e para um comprometer-se, tanto na perpetuação quanto no sentido de ser uma igreja vivificante, influente e de impactos. Atentemos para as palavras de Jesus, em Apocalipse 2.3, ao se direcionar a Comunidade de Éfeso, com os versículos 4 e 5, e não deixa nenhuma margem de dúvida. Sempre é de bom parecer ressaltar, embora a igreja seja de Jesus, o Cristo, cabe a nós, discípulos servos promover sua perpetuação e com sentido. Para isso, torna-se condição vital: seguirmos por uma vida de integridade, não falo de perfeição, de sermos nós mesmos, não falo de nenhum fundamentalismo barateado, de vivenciarmos o arrependimento que nos inova e expande para sermos como candeeiros, diante de realidades marcadas pela hostilidade, pela esperança mórbida, pelo conformismo, pela passividade e, enfim, sermos autênticos desajustados das boas novas. De nada adianta nos segurarmos nos feitos do passado, faz-se necessário sermos inundados pelo revigorar da presença singular do Deus ser humano Jesus Cristo, em nossas vidas, para o servirmos em amor e fazer com que esse amor exista na maneira como nos importamos com as pessoas.

Somos desafiados, em tempos de que tudo parece definido por pontos de vista, a não apenas observar e sim sermos vidas pulsáteis para Jesus, sermos desajustados e inconformados para propagarmos o Reino de Deus, o Reino de uma paz que não quer dizer ausência de tensões, mas estarmos resolvido conosco, de uma justiça que aproxima e não afasta, de uma alegria que contagia e se dispõe a ir além pelo outro. Eis o eco insistente Daquele que Tudo Precede, através do Kairós para todos e para tudo, com a finalidade de permitir sermos embevecidos ou mergulhamos no primeiro amor, no amor da Graça despudoradamente ou desavergonhadamente aberta para procedermos como apoios da igreja, da igreja ao seu lado, nos encontros dominicais, na escola dominical, nos encontros de células e se estender para uma realidade sobre os tentáculos de um mundo desacreditado.
São Paulo - SP
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