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Palavra do leitor

Apagando a luz

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo estará sobre seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz" (Is 9;6).

É consenso geral que a Organização das Nações Unidas foi criada após a segunda guerra justamente para "manter a paz entre as nações, promover os Direitos Humanos" entre outros encargos. Porém, paradoxalmente a guerra continua no campo virtual com poderoso arsenal de mídia, dialética e retórica, enquanto que os "direitos" humanos, pela sutileza refinada da semântica demagoga e sedutora, são insuflados fazer guerra contra o Criador, que detém os direitos autorais. É o efeito dominó da estratégia usada pela serpente no Éden.

Entretanto, por detrás da dialética do "bem", a permissividade refinada batalha livremente no âmbito das instituições, no universo das ideias. Trata-se de um escamoteio cientificado, que adultera conceitos, redefine valores e submete os princípios à metamorfose surrupiando a consciência da "coisa em si", colocando o "si" em oposição à coisa; uma espécie de exterminador do passado, ou apagador de memórias. São estas as armas do "Exterminador do Futuro, afinal, destruindo o passado não haverá amanhã; no sentido positivo e verdadeiro.

No Wikipédia, e nas redes sociais veiculam-se escritos e audiovisuais sobre a alteração das siglas "a.C" [Antes de Cristo] e "D.C" [depois de Cristo]. Segundo as fontes citadas, as abreviações em questão estão sendo sutilmente alteradas de maneira que, AEC "Antes da Era Comum" substitui [a.C], e consequentemente EC "Era Comum" toma o lugar da Era Cristã. Ora pressupondo que a Era Comum possa amasiar-se com algum tipo de "ismo", poderá acontecer um casamento da "raposa" com o lobo, tão difundido na cultura. Ou seja: o consórcio de dois inimigos; o espírito das trevas com a alma humana. Esta é reincidente em cair no conto do vigário.

Chama atenção que o conflito bélico tem trânsito livre em diferentes modalidades e dimensões; uma espécie de "guerra fria" ampliada. Por outro lado fica difícil conceber o argumento que "justifica" as alterações sob alegação que Cristo é [apenas] uma "referência religiosa", somado ao fato que a maioria das religiões não são cristãs, e em respeito aos que não tem religião; decidir por um termo "neutro" que em tese, apaga Cristo da história. Não há como negar que a dialética seduz de forma apoteótica. Possui a "magia" do encantador de serpentes. Entretanto, no apagar das luzes, a "cobra" vai fumar; e certamente não será o cachimbo da paz.

Destarte para não "ofender a consciência" das religiões e da não religião; eliminam Cristo [pisando] a consciência do cristianismo. Isso é uma forma de curar dor de cabeça amputando o crânio, e no contexto não cristão "tratam" câncer com Aspirina. Entretanto, mesmo com rótulo do reconhecimento, os não cristãos apenas são jogados para um maior grau de alienação. Convém prestar atenção que a guerra é contra a raça humana, e independe da crença ou ideologia; quem está no comando são as potestades, das quais, os poderes do mundo são ferramentas estratégicas.

No contexto está escrito: "Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra principados, e potestades, contra os príncipes das trevas deste século, e as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais" (Efésios 6;12). Sendo assim, porque os humanos estão armados uns contra os outros, à semelhança dos estúpidos gladiadores divertindo o "imperador" às expensas do sangue racial?

Por outro lado, não obstante constar nas efemérides duas datas comemorativas à "paz", tem algo que é no mínimo curioso e estranho. O 21 de setembro foi decretado pela ONU "Dia Internacional da Paz", e no primeiro dia de cada ano é celebrada a Paz Mundial por determinação da Santa Sé romana, entretanto desde 1968 há 52 anos, no título dos temas anuais sobre a paz criado pelos Bispos, jamais foi mencionado o Nome de Cristo; ou seja, querem a "Paz" sem o Príncipe.

Com relação à data da ONU há atenuante pelo fato de não ser cristã. Entretanto, é estranho que a "Madre" igreja faça omissão do "marido", Cristo. Talvez por estar comprometida com o amante; anticristo, acerca do qual silencia para não dar na vista; e os filhos apoiam e dão a vida por ela.

Enfim, alguém que deseja o lugar de outro, faria propaganda de seu oponente? Certamente não! E não pode existir maior testemunho da rejeição ao Príncipe da Paz, que silenciar a Seu respeito quando o assunto é a Paz. A Bíblia diz que surgirá o anticristo cujo sentido etimológico implica "aquele que toma o lugar de Cristo". Porém é fato bíblico que o Senhor jamais colocou homem em seu lugar. Se há coerência em relação a um "vigário" de Cristo: Este, é o Espírito Santo. Ler (João 14.26, 16.8-13)

Não é sem sentido que cristo disse aos fariseus de sua época e de igual forma aos da atualidade: "...esta é a vossa hora e o poder das trevas" (Lucas 22.53).
Caxias Do Sul - RS
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